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O anticristo vai controlar o mundo através da economia, diz especialista financeiro

Sabe-se que, desde o início da pandemia, muitas pessoas voltaram a levantar questões sobre o fim dos tempos. “A crise por Covid-19 é considerada um cisne negro, um evento que ocorre uma vez em um século e que afeta o mundo inteiro”, alertou o especialista financeiro e apresentador de rádio, Chuck Bentley.

“Preparem-se, porque se isso for verdade, mais dificuldades virão pela frente”, disparou. Bentley é autor do livro “Sete cisnes cinzentos: tendências que ameaçam nosso futuro financeiro”. Ele explica que a pandemia passará pelos “eventos do cisne cinza”, como ele chama as tendências que o mundo já está experimentando.

O que quer dizer “cisne cinza”?

“Um cisne cinza é um evento óbvio, é algo que já está acontecendo, mas as pessoas não estão vendo. Elas só sabem que está lá e entendem que é uma ameaça significativa, mas tendem a ignorá-lo e não fazer nada a respeito”, respondeu.

Segundo ele, uma transição já foi iniciada desde o começo de 2020, quando surgiu a pandemia. Entre os sete cisnes cinzentos está a moeda digital. A moeda física já está ameaçada e teremos uma sociedade sem dinheiro.

“Nossa moeda física pode estar contaminada com o vírus. E, com o tempo, o anticristo controlará o mundo por meio da economia e, portanto, acho que precisamos estar cientes e nos prepararmos para isso, conforme diz a Bíblia”, apontou.

Renda básica universal permanente

Além disso, quando o Congresso dos Estados Unidos considerou outro pacote de estímulo de bilhões de dólares, a maioria dos americanos queria saber quanto esperar em suas contas bancárias ou caixas de correio. 

Bentley avisa que os pagamentos de alívio temporário, como o auxílio emergencial no Brasil, podem facilmente se transformar em um programa de renda básica universal permanente. 

“Esses tipos de programas são muito difíceis de interromper. Minha esperança é que não endossemos essa política, para ver isso continuar porque, em última análise, não poderemos pagar por isso. Seria como comer açúcar em sua dieta. É uma sensação boa por um tempo limitado, mas não é bom a longo prazo”, esclareceu. 

Crise da dívida disparada

Bentley acredita que isso é resultado da adoção da teoria monetária, pelos EUA, que a dívida não importa, então o Fed continua imprimindo dólares indefinidamente. “Uma tendência semelhante na Venezuela levou à hiperinflação com uma taxa geral de cinco anos que subiu colossais 53 milhões por cento”, lembrou.

A espantosa dívida nacional dos Estados Unidos de US$ 28 trilhões agora excede o tamanho de toda a economia dos EUA e deve totalizar 102% do produto interno bruto dos EUA até o final deste ano fiscal. 

Bentley tem dúvidas de que a dívida algum dia seja paga e isso levaria os credores da América a infligir algumas opções dolorosas ao público. “Algum tipo de programa de austeridade, algum tipo de aumento massivo de impostos, uma hiperinflação que tornaria mais fácil para o governo pagar sua dívida”, explicou.

Biometria e pontuação social

O uso de biometria e pontuação social também compõem essas tendências do cisne cinza. As companhias aéreas estão pressionando pelo rastreamento de contatos por Covid-19 e pelo uso de aplicativos de smartphones para provar que os viajantes foram vacinados contra o vírus. 

E Bentley disse que várias empresas já estão usando pontuação social. “No momento, se eu usar um Uber, não apenas avalio o motorista, mas o motorista me avalia e uma empresa privada poderia votar em mim para sair de seu sistema. Estamos vendo isso nas redes sociais agora”, mencionou.

Vemos alguns desses itens, desde verificações azuis no Twitter até curtidas no Facebook, entre outros. Na China, o Partido Comunista usa a pontuação social para avaliar a obediência de seus cidadãos à autoridade governamental e a lealdade à ideologia comunista. Pontuações positivas atraem favores, enquanto aqueles com pontuações baixas não têm empregos, benefícios de viagens e educação.

Política do discurso e cultura do cancelamento

Eventualmente, tal sistema poderia ser perigoso para os americanos que não desejam cumprir as normas aceitáveis ​​de discurso e cultura de cancelamento. “Até conseguir coisas como reembolso de impostos, poder viajar, ter acesso a certas propriedades, como prédios ou museus. Acho que esse tempo está chegando”, insistiu o especialista.

“Acho que todos nós precisamos ter uma maior consciência e ser muito cuidadosos ao apoiar as coisas que permitem o controle final sobre nossa liberdade de expressão”, acrescentou.

Se essas dificuldades ilustradas como “os sete eventos do cisne cinza” já estão sobre nós, como podemos preparar e proteger nossas famílias e investimentos? Bentley disse que devemos traçar um caminho sábio com prudência, sem ficar paralisado ou reagir emocionalmente.

“Obviamente, precisamos diversificar nossos investimentos, precisamos sair do endividamento, aumentar nossas economias e também aumentar nossa capacidade de perseverar no que acredito que serão tempos turbulentos”, finalizou.

Fonte: Guiame
http://dlvr.it/RzWGvg

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“Uma luta está ocorrendo agora no coração de Jerusalém”, alerta Benjamin Netanyahu

As celebrações do Dia de Jerusalém, encerradas na noite de segunda-feira (10), foram marcadas por confrontos na Cidade Velha de Jerusalém e no Monte do Templo, quando foguetes foram disparados contra a capital de Israel.

Para acalmar as tensões, a polícia israelense decidiu mudar a rota da marcha da bandeira do Dia de Jerusalém, impedindo manifestantes de entrarem na Cidade Velha pelo Portão de Damasco. Ainda assim, logo após o anúncio, houve confrontos entre a polícia e centenas de jovens palestinos no Portão de Damasco.

“Uma luta está ocorrendo agora no coração de Jerusalém”, disse o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, durante uma cerimônia em homenagem à memória dos judeus etíopes que morreram a caminho de Israel. 

“Esta não é uma luta nova, é uma luta entre a intolerância e a tolerância; entre a violência transgressora da lei e a lei e a ordem”, acrescentou Netanyahu, que convocou uma reunião no gabinete de segurança na segunda devido ao aumento das tensões.

Netanyahu enfatizou que somente sob a soberania israelense, desde 1967, Israel está “testemunhando um período longo, estável e seguro em que trabalhamos para garantir a liberdade de culto e tolerância para todos”.

Tumultos agitaram o Monte do Templo ao longo do dia, enquanto palestinos atacavam policiais israelenses com pedras e fogos de artifício. A polícia respondeu com gás lacrimogêneo e balas de borracha, fazendo barricadas em prédios no monte.

Segundo o Crescente Vermelho da Palestina, mais de 700 palestinos ficaram feridos nos confrontos na região, sendo 600 deles feridos em Jerusalém. A polícia de Israel relatou que 32 policiais ficaram feridos nos confrontos.

Os palestinos gritaram nos alto-falantes da mesquita: “Os colonos (judeus) só passarão por cima de nossos cadáveres” e “al-Aqsa está contaminada”, disse a mídia palestina.

Incêndio no Monte do Templo

Imagens que viralizaram nas redes sociais mostram judeus dançando e cantando em frente ao Muro das Lamentações, em celebração ao Dia de Jerusalém na noite de segunda, enquanto uma árvore estava em chamas no Monte do Templo.

De acordo com a Polícia de Jerusalém, o incêndio foi causado acidentalmente devido a fogos de artifício lançados por palestinos. As chamas foram apagadas em 30 minutos e não causaram danos à mesquita de al-Aqsa.

O analista e ex-general Amos Yadlin, em entrevista ao Canal 12, advertiu que a imagem pode ser facilmente tirada de contexto e usada para fomentar mais agitação contra Israel.

Nas redes sociais, os defensores explicaram que os judeus, de camisas brancas, estavam celebrando a reunificação de Jerusalém em 1967 — não o incêndio. Os críticos afirmam que o incêndio aponta o início do controle de judeus sobre o complexo de al-Aqsa, considerado o terceiro local mais sagrado do Islã.

Outros confrontos

Na manhã de segunda-feira, um carro dirigido por um judeu foi atacado por pedras, próximo ao Portão do Leão na Cidade Velha de Jerusalém. O motorista perdeu o controle e desviou para a calçada, atropelando um manifestante palestino.

Depois que o carro parou, mais palestinos se aproximaram e continuaram atacando o motorista e outro passageiro. Um policial chegou rapidamente ao local para resgatar os dois ocupantes do veículo, de 27 e 28 anos, que ficaram levemente feridos.

Mais tarde, além do incêndio no Monte do Templo, judeus e palestinos entraram em confronto na Cidade Velha e perto do Portão de Damasco.

Mais de 337 palestinos ficaram feridos nos confrontos da manhã de segunda-feira, incluindo médicos do Crescente Vermelho que chegaram ao local para tratar dos feridos. Segundo a organização, pelo menos sete pessoas estão em estado grave. Cerca de 21 policiais ficaram feridos em meio aos confrontos, disse a mídia israelense.

O Hospital Universitário Hadassah Ein Kerem disse que estava tratando cinco pessoas que ficaram levemente feridas, incluindo uma menina israelense de sete meses que foi atingida por uma pedra.

Um vídeo compartilhado nas redes sociais mostrou um manifestante na cidade de Lod, substituindo uma bandeira israelense por uma palestina, em um poste de luz. 

ברקע האירועים הביטחוניים: מראות מטרידים מעימותים בין צעירים ערביים מקומיים וכוחות משטרה ביפו, רמלה ולוד.

זה למשל מרמלה. pic.twitter.com/UXwZMrmj1i— אור רביד | Or Ravid (@OrRavid) May 10, 2021

Os confrontos e protestos foram desencadeados nas últimas semanas, quando os palestinos expressaram indignação com o despejo de várias famílias do bairro Sheikh Jarrah em Jerusalém Oriental.

Grupos terroristas na Faixa de Gaza também lançaram mais de 160 foguetes e balões explosivos e incendiários em direção ao sul de Israel na segunda-feira, noite adentro. 

Os grupos terroristas palestinos ameaçaram Israel e pediram uma “mobilização geral” em Jerusalém, na Cisjordânia e nas comunidades árabe-israelenses.

Fonte: Guiame
http://dlvr.it/RzVcQ0

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Pais ficam indignados com professores que promovem transgenerismo para crianças nos EUA

Um distrito escolar no estado de Washington, Estados Unidos, está enfrentando críticas depois que uma professora de uma de suas escolas primárias leu um livro para os alunos, promovendo a defesa dos transgêneros.

O livro lido por Jennifer Miller, professora do primeiro ano da Geneva Elementary School em Bellingham, ao norte de Seattle, foi “I am Jazz”. A coautora é a ativista LGBT, Jessica Herthel, que tem chamado a atenção das pessoas através do reality show que conta sua história de transição de gênero.

Identificado por “Jazz Jennings”, o menino conta sobre suas experiências de vida e mostra como se tornou um “porta-voz dos transkids” em vários países do mundo.

Indignação dos pais

Através de um e-mail enviado em 16 de fevereiro para Miller, um pai preocupado perguntou: “Você leu este livro para alunos da 1ª série hoje?” E Miller respondeu afirmativamente. “Sim, eu li este livro. Como distrito, estamos trabalhando duro para apoiar todos os membros de nossa comunidade escolar e promover a inclusão por meio da compreensão e da compaixão”, disse ela.

Kara Zupkus, porta-voz da Young America’s Foundation, disse em entrevista ao The Christian Post que o pai preocupado entrou em contato com a fundação na mesma semana. “Ele estava muito muito zangado e frustrado por não ter ouvido nada do conselho escolar e por suas preocupações não estarem sendo abordadas”, disse Kara. 

Como ninguém deu um retorno adequado a esse pai sobre sua preocupação de expor as crianças pequenas ao “I am Jazz”, ele acabou tirando o filho da classe dessa professora, explicou a porta-voz.

“Quando o pai entrou em contato com o presidente do conselho escolar, ele apenas deu uma resposta padrão, do tipo ‘Recebemos seu e-mail, obrigado por sua pergunta’. Na verdade, ele nunca retorna aos e-mails dos pais”, acrescentou Kara.

A Young America’s Foundation decidiu investigar o presidente do conselho e descobriu que ele possui uma loja de brinquedos sexuais chamada “Wink Wink”. Kara explicou que o pai também entrou em contato com Greg Baker, que é superintendente das escolas públicas de Bellingham.

Quando Baker pediu para falar sobre o assunto por telefone em vez de e-mail, os pais concordaram, desde que pudessem gravar a conversa. Como Baker negou a gravação, a conversa nunca aconteceu.

A triste realidade

O fato de alunos da primeira série terem sido expostos a um livro promovendo a defesa de direitos LGBT é um exemplo do “triste estado da educação pública”, disse Kara. Ela enfatizou ainda que “não podemos permitir que coisas assim continuem acontecendo em nossas escolas públicas”.

“É uma loucura. Eles estão realmente promovendo uma agenda esquerdista sem desculpas. E os pais precisam responsabilizar os membros do conselho escolar. Eles precisam responsabilizar seus professores, o superintendente, todos precisam ser responsabilizados. Quando se trata de crianças tão novas, dependemos das atitudes dos pais”, continuou.

O The Christian Post entrou em contato com as Escolas Públicas de Bellingham para ouvir a outra versão dos fatos, mas não houve nenhuma resposta. As Escolas Públicas de Bellingham não são o primeiro distrito escolar a atrair a ira de pais indignados por exporem seus filhos ao “I am Jazz”.

Em 2015, uma escola primária no Maine enfrentou críticas depois que o orientador também leu o livro em voz alta para os alunos da primeira série. O “I am Jazz” é apenas um dos vários livros infantis elaborados para expor as crianças à defesa LGBT e à ideologia progressista em geral. 

Fonte: Guiame
http://dlvr.it/RzT0Sw

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Suécia suspende uso de bloqueadores da puberdade em crianças com confusão de gênero

Os médicos de um importante hospital sueco que trata crianças que sofrem de disforia de gênero anunciaram que não vão mais prescrever hormônios do sexo cruzado ou drogas que suprimem a puberdade. 

Disforia de gênero é o que chamam de “identificação com o gênero oposto” associada à ansiedade, depressão, irritabilidade e, muitas vezes, um desejo de viver como um gênero diferente do sexo do nascimento. 

A hormonioterapia cruzada é uma forma de reposição hormonal na qual os hormônios sexuais e outras medicações hormonais são administradas ao transgênero para feminização ou masculinização, de acordo com sua identidade de gênero.

Decisão sueca

O Hospital Universitário Karolinska disse que, a partir de 1º de abril, os bloqueadores da puberdade não estão sendo mais administrados a jovens com menos de 16 anos. No comunicado do hospital, divulgado pela primeira vez em março, a instituição médica observou que as medidas experimentais estão sob crescente observação nos últimos meses em meio ao aumento do número de pacientes jovens em tratamento.

“Esses tratamentos são potencialmente repletos de consequências adversas extensas e irreversíveis, como doenças cardiovasculares, osteoporose, infertilidade, aumento do risco de câncer e trombose”, disse o comunicado.

Os médicos explicam que é difícil avaliar o risco/benefício para o paciente e ainda mais difícil para os menores e seus responsáveis de adotarem uma postura em relação a esses tratamentos. 

Pacientes com idades entre 16 e 18 anos ainda poderão tomar hormônios do sexo cruzado, no entanto, é recomendável que o médico obtenha a aprovação do tribunal antes de administrar esses medicamentos. O hospital disse que uma avaliação individual cuidadosa será feita para pacientes que já estão em tratamento, levando em consideração o grau de maturidade de cada paciente e a capacidade de consentimento.

Divisor de águas

A Sociedade de Medicina de Gênero Baseada em Evidências (SEGM — sigla em inglês) chamou a mudança na política sueca de “momento divisor de águas”.

A nova política da Suécia é consistente com as diretrizes recentemente revisadas da Finlândia, que foram alteradas para priorizar intervenções psicológicas e suporte em vez de intervenções médicas, especialmente para jovens sem histórico de disforia de gênero na infância.

A Suécia é o primeiro país a se afastar da orientação da Associação Profissional Mundial para a Saúde Transgênero (WPATH — sigla em inglês).  O WPATH tem se posicionado como a autoridade mundial em saúde para transgêneros. 

No entanto, nos últimos meses, as autoridades de saúde de vários países conduziram suas próprias análises das evidências e estão discordando da associação, além de criticarem a medicalização experimental para troca de gênero.

A mudança na política sueca ocorre cerca de um ano depois de ter sido relatado que, entre 2008 e 2018, a taxa de adolescentes entre 13 e 17 anos com diagnóstico de disforia de gênero cresceu cerca de 1.500% no país escandinavo, de acordo com dados do Conselho da Suécia de Saúde e Bem-estar.

Críticas, opiniões médicas e posicionamentos

Em outubro de 2019, um programa de notícias investigativo destacou o Hospital Universitário Karolinska de Estocolmo, criticando a instalação médica por realizar mastectomias duplas em mulheres com identificação trans desde os 14 anos.

A mastectomia é a cirurgia de remoção completa da mama e, normalmente, é um dos tratamentos cirúrgicos para o câncer de mama. Especialistas apontam que jovens com menos de 16 anos não são maduros o suficiente para o posicionamento sobre decisões cirúrgicas.

De acordo com o Christian Post, especialistas citam o caso de Keira Bell da Inglaterra, de 24 anos, que passou por uma transição hormonal quando era adolescente, foi submetida a uma mastectomia dupla na juventude, na clínica  de gênero Tavistock, com sede em Londres, e se arrependeu quando adulta. 

Agora, no Reino Unido, jovens de 16 a 18 anos devem primeiro obter a aprovação de um juiz antes de tomar hormônios do sexo cruzado. O tribunal superior do país também criticou a clínica por suas práticas precárias de manutenção de registros e citou os problemas médicos relacionados aos bloqueadores da puberdade.

O movimento da Suécia para interromper o uso de bloqueadores da puberdade em jovens com menos de 16 anos é o abandono do que é conhecido como o “protocolo holandês” fortemente promovido por ativistas trans, que permite a prescrição de bloqueadores da puberdade aos 12 anos e hormônios do sexo cruzado aos 16.

De acordo com o endocrinologista Michael Laidlaw, de Rocklin, na Califórnia, o primeiro relato de caso bem documentado sobre uma “droga bloqueadora da puberdade”, usada  num paciente jovem, ocorreu em 1998, na Holanda. 

Um endocrinologista pediátrico, trabalhando junto com um psiquiatra, decidiu usar Triptorelina em uma menina de 13 anos que sofria de disforia de gênero. Durante uma entrevista ao Christian Post, em 2018, ele falou sobre os perigos do Lupron, um bloqueador hormonal que está sendo prescrito para quem sofre de disforia de gênero.

Vale lembrar que o Lupron é utilizado em tratamentos para câncer de próstata em estágio avançado, mioma no útero, endometriose e câncer de mama avançado.

“A justificativa era que o paciente deveria tomar o medicamento porque os efeitos da puberdade seriam traumáticos demais para suportar e que ‘pausar’ os sinais da puberdade no cérebro daria à pessoa mais tempo para se ajustar e, mais tarde, decidir se deveria passar para a cirurgia transição”, Laidlaw explicou na época.

Fonte: Guiame
http://dlvr.it/RzP69q

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União Europeia nomeia novo enviado para a liberdade religiosa

A Comissão Europeia nomeou um novo enviado especial para a promoção da liberdade de religião ou crença fora da União Europeia, após um intervalo de dois anos. O cargo foi criado em 2016, após a sequência das atrocidades cometidas contra as minorias religiosas pelo denominado Estado Islâmico. 

A nomeação de Christos Stylianides ocorreu após o término do mandato do ex-enviado especial, Ján Fige, em 2019. Christos foi o ex-comissário europeu para Ajuda Humanitária e Gestão de Crises até 2019, antes de se tornar conselheiro especial para educação em emergências, migração e inclusão da atual vice-presidente da Comissão Europeia, Margaritis Schinas.

A Alliance Defending Freedom International (ADF) disse que a nomeação de Christos ocorre num momento em que a liberdade religiosa está cada vez mais ameaçada em todo o mundo. 

Expectativas

O enviado especial tem a tarefa de visitar os locais de perseguição, aumentar a conscientização sobre a violência contra as minorias religiosas e defender a liberdade religiosa. 

“Ninguém deve ser perseguido por causa de sua fé. A renomeação de um enviado especial para a promoção da liberdade de religião ou crença fora da UE é um passo importante para mostrar um compromisso real com este direito fundamental”, disse Adina Portaru, Conselheira Sênior da ADF Internacional em Bruxelas.

“Lamentamos que este cargo tenha ficado vago por quase dois anos. Esperamos que o novo enviado especial comece rapidamente a trabalhar com foco nas necessidades dos mais perseguidos em todo o mundo”, ressaltou.

A ADF lembrou que o enviado especial desempenhou um “papel decisivo” em garantir a saída segura da mulher cristã,  Asia Bibi,  do Paquistão, depois que sua sentença de morte por blasfêmia foi anulada em 2018. 

Robert Clarke, vice-diretor da ADF International, pediu à UE que faça da liberdade religiosa uma prioridade. “O enviado especial desempenha um papel crucial em trazer à luz os horrores da perseguição religiosa no nível europeu”, disse ele. 

A função criou consciência sobre algumas das piores e mais persistentes violações dos direitos fundamentais em todo o mundo e ajudou a concentrar os esforços da UE para combatê-las. “A UE não deve apenas continuar, mas intensificar os esforços para proteger a liberdade de religião ou crença em todo o mundo”, concluiu.

Fonte: Guiame
http://dlvr.it/RzL5RR

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Homem morre cantando louvor sobre a volta de Jesus durante evangelismo, no Tocantins

“No abrir e fechar de olhos, os mortos em Cristo ressuscitarão. Os vivos serão transformados e arrebatados deixando este chão”. Essas foram as últimas palavras cantadas por Eduardo Medeiros Filho, que morreu enquanto evangelizava nas ruas do Tocantins na noite da quarta-feira (5).

Instantes depois de louvar a Deus durante o evangelismo, o servidor público de 54 anos sofreu um infarto fulminante na Avenida Bernardo Sayão, em Paraíso do Tocantins, na região central do estado.

Um vídeo, que foi gravado momentos antes de Eduardo passar mal, mostra ele cantando a música “Festa do Céu”, do cantor Zé Castilho. “E quando chegarmos no céu uma festa vai acontecer, um lindo hino da vitória. Os anjos ali vão reger um grande banquete no céu, disposto pra todos ali. Sentaremos ali sobre a mesa, Jesus Cristo é quem vai servir”, diz a letra.

Eduardo Medeiros morava e frequentava uma igreja evangélica em Paraíso do Tocantins, mas trabalhava como servidor da Prefeitura de Barrolândia, a cerca de 40 quilômetros de distância. Ele atuava como motorista de ambulância e era muito querido na cidade. 

Eduardo foi levado para o Hospital Regional de Paraíso do Tocantins pelo Samu, após sofrer o infarto, mas não resistiu.

A Prefeitura de Barrolândia emitiu uma nota de pesar: “Lamentamos muito o ocorrido e nos solidarizamos com a família e amigos. Eduardo era um servidor deste município e nos deixa com uma imensa saudade”, diz a nota.

O velório foi realizado na quinta-feira (6) em Barrolândia e o sepultamento será no cemitério da cidade. Eduardo deixa esposa e três filhos.

https://g1.globo.com/to/tocantins/video/homem-morre-enquanto-evangelizava-em-rua-de-paraiso-do-tocantins-9493305.ghtml

Fonte: Guiame
http://dlvr.it/RzHBM5

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Mais de 30 estados americanos não querem atletas trans em esportes femininos

Os Estados Unidos são formados por 50 estados, além do seu distrito federal, e 30 destes introduziram projetos de lei que restringem o acesso de jovens transgêneros aos esportes femininos. 

Os governadores em Idaho, Alabama, Arkansas, Tennessee, Mississippi e West Virginia já inclusive assinaram os projetos de lei “proibindo” os alunos trans de competir em equipes esportivas femininas em escolas públicas.

O governador de Dakota do Sul, Kristi Noem, recentemente, emitiu uma ordem executiva semelhante. E o governador da Flórida, Ron DeSantis, prometeu assinar uma medida como lei no estado do Sunshine. 

“Nós vamos proteger nossas meninas”, disse DeSantis à Fox News. “Temos uma filha de 4 anos e uma filha de 1 ano e ambas são muito atléticas. E queremos ter oportunidades para as nossas meninas. Elas merecem um campo de jogo equilibrado”, disse.

Sobre as decisões de Biden

No início deste ano, o governo Biden alterou os direitos das mulheres com uma ordem executiva, priorizando os direitos dos transgêneros. Ele mandou abrir banheiros para eles em escolas públicas, vestiários e locais esportivos. Os banheiros podem ser usados por todos, independentemente do sexo biológico.

Comentários recentes da candidata ao governo da Califórnia, Caitlyn Jenner, que é transgênero, sobre a medalha de ouro olímpica, estão chamando a atenção das pessoas para o assunto, alimentando um debate.

“Esta é uma questão de justiça”, disse Jenner ao TMZ . “É por isso que me oponho a meninos biológicos que são trans competindo em esportes femininos na escola. Simplesmente não é justo. E temos que proteger o esporte feminino em nossas escolas”, disse.

Alguns acusam Jenner por estar agindo desonestamente, fazendo política com suas opiniões inconstantes. Ela já disse que apoiava meninos trans em esportes femininos. “ “Acho que é totalmente justo”, disse ela certa vez a Tucker Carlson da Fox News.

Pessoas contra e a favor dos projetos de lei

Por outro lado, centenas de pessoas marcharam recentemente em Asheville, Carolina do Norte, em protesto contra a proposta de legislação que proíbe os meninos trans de competir em esportes femininos. 

Embora nem todos compreendam, uma mãe de criança trans entendeu a motivação dos projetos de lei. “Quando permitimos que os homens participem de esportes femininos, é o fim dos esportes femininos”, argumentou  Julia Holladay. 

“Já temos homens com recordes femininos. É por isso que o recorde parece inatingível porque foi estabelecido por um homem. Não demorará muito para que, por exemplo, recrutadores e treinadores universitários vejam que times onde tem um homem, há vantagem”, explicou.

Já os defensores do movimento LGBTQ dizem que os dados mostram outra realidade. “Quando meninos trans passam pelo processo médico adequado, há uma diferença insignificante entre as meninas e eles”, argumentou a ativista trans Charlotte Clymber.

Mas Selina Soule, entre outras atletas femininas em Connecticut discordam. Nos últimos dois anos, duas atletas trans conquistaram 15 títulos de campeonatos estaduais de Connecticut enquanto competiam em eventos femininos. 

Fonte: Guiame
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Alemanha fecha site de pornografia infantil com mais 400 mil usuários

Promotores da Alemanha interditaram uma das maiores plataformas internacionais de darknet para pornografia infantil com mais de 400 mil usuários.  O anúncio da operação foi feito na segunda-feira (03) pelos promotores de Frankfurt junto com o Escritório da Polícia Criminal Federal.

Em comunicado, as autoridades afirmaram que em abril prenderam três suspeitos alemães, que administravam a plataforma “Boystown”, e um usuário alemão. Um dos principais suspeitos foi preso no Paraguai.

A polícia também revistou sete prédios que tinham ligação com a rede de pornografia infantil em abril, na Alemanha.

Segundo as autoridades, o site “era uma das maiores plataformas de pornografia infantil darknet do mundo” e estava ativa pelo menos desde 2019. Os pedófilos assistiam e trocavam pornografia de crianças e bebês do mundo todo, a maioria de meninos.

Os promotores relataram que também entre fotos e vídeos, também encontraram “imagens do abuso sexual grave de crianças”.

“A plataforma contava com diversos fóruns e chats – as fotos e vídeos ilegais eram mantidos nos fóruns; nos chats, os membros se comunicavam. Havia vários canais de idiomas para facilitar a comunicação”, disse a promotora Julia Bussweiler. 

A operação da polícia alemã investigou a plataforma, os administradores e usuários durante meses, numa cooperação com a Eurpol e a polícia da Holanda, Suécia, Austrália, Estados Unidos e Canadá.

Os três principais suspeitos eram um homem de 40 anos de Paderborn, um homem de 49 anos de Munique e um homem de 58 anos do norte da Alemanha que vivia no Paraguai há muitos anos. Eles eram os administradores do site e ensinavam os usuários a como burlar as lei ao utilizar a plataforma para pornografia infantil.

O quarto suspeito, um homem de 64 anos de Hamburgo, é acusado de ser um dos usuários mais ativos, tendo carregado mais de 3500 postagens no site. A Alemanha pediu a extradição do suspeito, que foi preso no Paraguai.

Com a operação finalizada em abril, o site foi fechado.

O ministro do Interior alemão, Horst Seehofer, agradeceu às autoridades pelo sucesso na operação. “Este sucesso investigativo tem uma mensagem clara: aqueles que atacam os mais fracos não estão seguros em lugar nenhum. É para isso que os investigadores trabalham dia e noite, online e offline, globalmente. Faremos tudo o que estiver ao nosso alcance para proteger as crianças desses crimes nojentos”, acrescentou”, disse.

Fonte: Guiame
http://dlvr.it/Rz6gkw

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Fotógrafo cristão segue lutando contra lei que pode forçá-lo a trabalhar em casamentos gays

O fotógrafo Bob Updegrove continua sua batalha legal contra o estado de Virgínia, nos Estados Unidos, depois que um tribunal distrital rejeitou sua queixa. A nova lei estadual de  1º de julho de 2020, o forçaria a fotografar casamentos entre pessoas do mesmo sexo, apesar de seus princípios cristãos sobre o matrimônio.

Bob está lutando por seu direito de recusar contratos para trabalhar em celebrações entre gays. A Aliança em Defesa da Liberdade (ADL) entrou com um recurso contra a lei que é conhecida por Virginia Values ​​Act, que expandiu as regras estaduais de anti-discriminação para incluir orientação sexual e identidade de gênero.

Identidade de gênero X Liberdade religiosa

A lei tem sido objeto de controvérsia judicial por parte daqueles que acreditam que, entre outras coisas, ela viola ilegalmente a liberdade religiosa de proprietários de empresas que procuram conduzir seus negócios de acordo com suas crenças no casamento tradicional. 

De acordo com os registros legais, Updegrove busca conduzir seu negócio de fotografia personalizada para sessões de noivado e cerimônias de casamento “celebrando a união de um homem e uma mulher” e “avalia cada pedido de fotografia de casamento que recebe para determinar se ele pode atender a esse pedido consistente com o seu julgamento artístico e crenças religiosas”. 

O conselheiro sênior do ADL, Jonathan Scruggs, disse em comunicado que acredita que artistas como Updegrove “deveriam ser livres para escolher as mensagens que promovem. Mas, por causa da interpretação do estado de sua lei, fotógrafos como Bob enfrentam uma escolha impossível: violar a lei e arriscar a falência, promover opiniões contra sua fé ou encerrar as atividades”, afirmou Scruggs.

Ataque à liberdade de expressão

“Bob e outros artistas merecem ter clareza sobre como essa lei afeta seus negócios. A liberdade de expressão é muito importante, e a Primeira Emenda protege a todos, não importa em que lado da questão a pessoa esteja”, disse o conselheiro.

No final de março, o juiz do Tribunal Distrital dos Estados Unidos, Claude M. Hilton, decidiu contra Updegrove, argumentando em parte que o fotógrafo não tinha legitimidade, uma vez que o ato “nunca foi executado contra ele ou qualquer outra pessoa”.

A lei Virginia Values ​​Act foi patrocinada pelo senador democrata Adam Ebbin e sancionada pelo governador Ralph Northam em abril de 2020. Em uma declaração no ano passado, Northam disse que a lei envia uma mensagem forte e clara de que Virginia é um lugar onde todas as pessoas são bem-vindas para viver, trabalhar, visitar e criar uma família.

“Estamos construindo uma comunidade inclusiva onde há oportunidades para todos e todos são tratados com justiça”, afirmou o governador na época. “Os LGBTQ´s virginianos não terão mais medo de serem demitidos, despejados ou ter seu serviço negado em locais públicos por serem quem são”, defendeu.

O Virginia Values ​​Act da Virgínia tornou-se objeto de vários processos, incluindo grupos de ministérios que questionaram a falta de isenções religiosas para as medidas do ato. Em outubro passado, um grupo de igrejas e escolas particulares cristãs processou o estado. 

Eles alegaram que a lei os forçou a “contratar funcionários que não compartilham e nem seguem suas crenças sobre o casamento bíblico, sexualidade e gênero”, além disso, proibiu os ministérios de demitir os funcionários que são contra suas missões e convicções.

Diversos ministérios estão enfrentando investigações, processos administrativos e multas de até 100 mil dólares por violação, além de indenizações e danos punitivos ilimitados, caso não se envolvam em ações que violam suas consciências. Processos semelhantes já foram abertos em outros estados. 

Em agosto passado, um juiz federal nomeado pelo ex-presidente Donald Trump em Kentucky, decidiu que a cidade de Louisville não pode exigir que um fotógrafo cristão trabalhe em casamentos de pessoas do mesmo sexo porque a “Constituição não exige uma escolha entre os direitos dos homossexuais e a liberdade de expressão”.

Fonte: Guiame
http://dlvr.it/Rz2x6w

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Saiba o que está por trás do genocídio de cristãos armênios, após reconhecimento dos EUA

Em 24 de abril, Joe Biden se tornou o primeiro presidente dos Estados Unidos a declarar que o massacre sistêmico de armênios, de 1915, constituiu um ato de genocídio. 

Embora o presidente Ronald Reagan tenha usado o termo de passagem em 1981, e os presidentes George H. Bush e Barack Obama tenham prometido reconhecer o genocídio armênio, não houve reconhecimento formal do termo pelos Estados Unidos. 

Os comentários de Biden representam uma vitória significativa para os armênios em todo o mundo. A negação do ocorrido é como um esquecimento do sofrimento coletivo desse povo. Até agora apenas 30 nações, incluindo Brasil, Canadá, Líbano, Chipre e Síria, reconheceram publicamente o genocídio.

Sobre o genocídio armênio

O termo “genocídio” foi utilizado pela primeira vez em 1944, quando o advogado polonês Ralph Lemkin citou explicitamente o extermínio dos armênios, através da aniquilação física dos cristãos que viviam no Império Otomano entre 1915 e 1916. 

Em 1915, havia aproximadamente 1,5 milhão de armênios vivendo no Império Otomano. No final de 1916, entre 660 mil e 1,2 milhão deles foram mortos, seja por massacres ou por maus-tratos sistêmicos, exposição e fome.

A Turquia contestou essa definição. Mesmo concordando que armênios foram mortos durante esse período, insiste que os assassinatos foram uma resposta legítima a uma tentativa concentrada da Armênia de subverter o estado otomano conspirando com os russos durante a Primeira Guerra Mundial. 

Por outro lado, a Alemanha reivindicou abertamente a responsabilidade por seus atos de genocídio. A opinião pública na Turquia está muito alinhada com a posição oficial do estado, refletindo a atitude enraizada na maioria da população. 

Reconhecimento internacional

Apesar do fato de que a ONU aceitou o ato de genocídio como um crime internacional em 1946, e codificou essa posição em 1948 com a Convenção do Genocídio, ainda não reconheceu explicitamente o Genocídio Armênio. 

Um relatório preliminar da ONU de 1973 referiu-se aos eventos de 1915 como o “primeiro caso de genocídio no século 20”, mas no relatório final publicado em 1978, essa lamentável distinção foi conferida ao Holocausto. 

O líder da comissão que publicou o relatório explicou mais tarde que certos casos foram omitidos porque “mergulhar no passado pode reabrir velhas feridas que agora estavam sarando”.

Em 1965, o Uruguai foi o primeiro país a fazer o reconhecimento do genocídio, antes mesmo da própria Armênia, que estava sob o domínio soviético na época. O Parlamento Europeu aceitou o genocídio em 1987, com a Rússia ecoando o sentimento em 1995, a Grécia em 1996, a França e a Bélgica em 1998 e a Itália em 2000. 

Desde então, várias outras nações europeias seguiram o exemplo, com 19 dos 30 países que atualmente reconhecem o genocídio armênio localizado dentro do continente. No entanto, a maioria dos países em todo o mundo, incluindo a Índia, ainda não declarou formalmente seu apoio à causa armênia.

De acordo com especialistas, as nações ocidentais não podiam mais ignorar as considerações éticas em torno do genocídio e a América em particular se sentia como se tivesse um “imperativo moral” para cumprir as promessas feitas ao povo armênio. 

De uma perspectiva pragmática, os países europeus há muito criticam as ações da Turquia, incluindo na Síria, onde alegaram que a Agência de Inteligência do Estado da Turquia entregou armas a partes do país sob controle rebelde islâmico em 2013 e no início de 2014. 

De acordo com o cientista político Svante E. Cornell no Middle East Quarterly, “o crescente perfil da Turquia tem sido controverso. À medida que Ancara desenvolveu laços cada vez mais calorosos com países desonestos como Irã, Síria e Sudão, ao mesmo tempo em que restringia suas relações outrora cordiais com Israel e usava uma retórica mais forte contra os Estados Unidos e a Europa, gerou debates acalorados sobre se se distanciou do Ocidente”, explicou. 

Nos últimos anos, o relacionamento da Turquia com os Estados Unidos tornou-se cada vez mais tenso. Em uma entrevista de 2019 concedida ao New York Times, o então ex-vice-presidente Biden descreveu o presidente turco, Recep Tayyip Erdoğan, como um autocrata. 

Mais tarde, como presidente, ele aprovou um relatório do governo criticando a Turquia por seus abusos de direitos humanos. Em 2020, Trump sancionou a Turquia por sua aquisição multibilionária de sistemas de mísseis russos e em 2021 e Erdoğan acusou os EUA de apoiar militantes curdos após a morte de 13 reféns turcos no Iraque. 

Fonte: Guiame
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