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Cresce número de evangélicos que apoiam a vacina para Covid-19, mostra pesquisa

A aceitação da vacina contra a Covid-19 aumentou 11 pontos percentuais entre os evangélicos brancos desde março, de acordo com uma nova pesquisa nos EUA, que mostra que o apoio à vacina aumentou em toda a linha, incluindo subgrupos à direita.

A pesquisa, com 5.123 adultos, do Public Religion Research Institute (PRRI) e do Interfaith Youth Core (IFYC) foi realizada em junho e mostra que 56% dos evangélicos brancos receberam a vacina ou planejam fazê-la. Isso é um aumento em relação à pesquisa do PRRI em março, quando apenas 45% responderam dessa forma.

Os republicanos e os telespectadores da Fox News viram avanços ainda maiores na aceitação da vacina. Entre os adultos que se identificam como republicanos, 63% receberam a vacina ou planejam fazê-la – um salto de 18 pontos em relação a março, quando era de 45%. Os telespectadores da Fox News também viram um aumento na aceitação da vacina, de 54% em março para 64% hoje.

Entre todos os adultos norte-americanos, 67% afirmam ter recebido pelo menos uma dose da vacina e outros 4% afirmam que planejam recebê-la.

De acordo com os dados mais recentes do CDC, 69 por cento dos adultos receberam pelo menos uma dose e 60 por cento estão totalmente vacinados.

“Os dados da pesquisa revelam uma mudança notável entre os americanos, da hesitação à aceitação da vacina, em quase todos os grupos demográficos”, disse Natalie Jackson, diretora de pesquisa do PRRI, em um comunicado à imprensa.

Ainda assim, os evangélicos brancos continuam a liderar na recusa da vacina entre os subgrupos religiosos, com 24 por cento – uma redução de dois pontos em relação a março – dizendo que não receberão a vacina.

Outros 20 por cento dos evangélicos brancos dizem que hesitam em tomar a vacina.

Mas os dados mostram que evangélicos não vacinados podem ser influenciados: um terço daqueles que não receberam a vacina dizem que uma abordagem baseada na fé para a vacina pode mudar suas ideias.

“Abordagens baseadas na fé têm sido e continuarão a ser eficazes para convencer os americanos a receber uma vacina da Covid-19 ”, disse o fundador e presidente da IFYC, Eboo Patel , em um comunicado à imprensa. “À medida que examinamos exatamente o que está trabalhando para encorajar os americanos a tomar vacinas, fica claro que as intervenções baseadas na comunidade são críticas. Ao trabalharmos juntos para incentivar a vacinação entre as populações hesitantes, estamos salvando vidas.”

O PRRI disse que as pesquisas de março e junho são as “maiores pesquisas sobre religião e Covid-19 até hoje”.

Fonte: Folha Gospel com informações de Christian Headline
http://dlvr.it/S4vgBJ

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A perseguição aos cristãos nos países participantes das Olimpíadas

Sexta-feira, 23 de julho, teve início os Jogos Olímpicos de 2020 que acontecem em Tóquio, capital do Japão. Pela primeira vez desde 1896, os jogos acontecem sem espectadores, devido à pandemia da COVID-19.

A Olimpíada de 2020 contará com 46 modalidades esportivas, das quais cinco são novas. Passaram a integrar a lista de esportes olímpicos o beisebol, a escalada, o karatê, o skate e o surfe. Mais de 200 países dos cinco continentes participarão dos jogos que acontecem até o dia 8 de agosto. Mas você sabia que a perseguição aos cristãos se faz presente em grande parte dos países participantes dos Jogos Olímpicos?

Os convocados da perseguição

Quase todos os países onde existe perseguição aos seguidores de Jesus integram a lista de participantes dos Jogos Olímpicos de Tóquio 2020. Em muitos deles é extremamente difícil viver como cristão, mas estão presentes nas Olimpíadas há anos. Conheça um pouco mais sobre três desses países hostis ao evangelho e que estarão na Olimpíada: Afeganistão, Uzbequistão e Quênia.

* O Afeganistão participa dos Jogos Olímpicos desde 1936 e já esteve presente em 14 edições do campeonato. Em outubro de 1999, o país foi banido dos Jogos Olímpicos de Sydney, devido ao rígido tratamento do regime Talibã dado às mulheres, vetando-as da prática de qualquer esporte. A proibição foi revogada em 2003 e o país voltou a participar em 2004. O Afeganistão ocupa a 2ª posição na Lista Mundial da Perseguição (LMP) 2021,onde é impossível viver livremente como um cristão. Por isso, muitos mantêm a fé em segredo, mas para os cristãos ex-muçulmanos é ainda pior, pois precisam fugir do país para manter a vida.
* O Uzbequistão participou pela primeira vez das Olimpíadas como país independente em 1994, e mandou atletas para competirem em todos os Jogos desde então. Entre os anos de 1952 e 1988, os atletas do país competiam como parte da União Soviética e, após sua dissolução, o país fez parte do Time Unificado em 1992. O Uzbequistão está localizado na Ásia Central e ocupa o 21º lugar na LMP 2021. Os seguidores de Cristo no país podem ser agredidos pela família e comunidade e obrigados a deixarem o lar em que vivem por não abrirem mão do evangelho.
* O Quênia participou pela primeira vez dos Jogos Olímpicos em 1956, e enviou atletas para competirem em todas as edições dos Jogos Olímpicos desde então, exceto nas Olimpíadas de 1976 e 1980. Os atletas do país se destacam nas modalidades de atletismo e boxe. O país ocupa o 49º lugar na LMP 2021 e, por mais que a maioria da população seja cristã, ainda existe perseguição. De modo especial, os cristãos ex-muçulmanos vivem sob constante ameaça de ataque vinda de amigos e familiares, além do grupo extremista islâmico Al-Shabaab, que se infiltrou na população para monitorar as atividades dos cristãos.

Quais países não participarão da Olimpíada 2020?

Pela primeira vez desde 1988, a Coreia do Norte, nação mais fechada do mundo ao evangelho e que ocupa o 1º lugar na Lista Mundial da Perseguição 2021, não participará dos Jogos Olímpicos. As autoridades do país decidiram não participar sob o argumento de proteger os atletas da possível exposição à COVID-19. Os seguidores de Jesus norte-coreanos enfrentam perseguição extrema em todas as esferas da vida e vivem a fé em segredo, porque se as autoridades descobrirem, eles poderão ser mortos, presos ou enviados para campos de trabalho forçado.

A Rússia também não participará da Olimpíada de Tóquio, devido a uma decisão da Corte Arbitral do Esporte (CAS). Em dezembro de 2020, o Tribunal decidiu banir a Rússia das competições esportivas mundiais até o fim de 2022. A punição veio após uma série de escândalos envolvendo doping, falsificação de testes e queima de arquivos comprometedores. A Rússia integra a Lista de Países em Observação e são os cristãos ex-muçulmanos das regiões de maioria islâmica que carregam o peso da perseguição no país. Em algumas áreas eles precisam manter a fé em segredo por medo de serem executados.

Fonte: Portas Abertas
http://dlvr.it/S4rKfh

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Web designer luta judicialmente para não ser obrigada a criar sites para casamentos gays

Em uma decisão de 2 a 1, divulgada na segunda-feira (26), uma bancada de três juízes do Tribunal de Apelações dos EUA decidiu contra Lorie Smith e sua empresa de web design — 303 Creative — declarando que “se a agência oferece serviços para casamentos tradicionais, deverá oferecer também para casamentos LGBTQ. 

Lorie entrou com um processo legal de pré-aplicação em 2016, para a Lei Anti-Discriminação do Colorado, argumentando que a lei a obrigava a fornecer serviços que vão contra suas crenças religiosas e que isso é inconstitucional.

Estava em questão um projeto da agência para começar a criar sites para casamentos, mas ela não tinha pretensão de fornecer esses serviços para casamentos LGBTQ, devido a objeções religiosas aos sindicatos.

Lei impositiva que favorece o ativismo LGBTQ

Em 2017, um tribunal distrital decidiu que Lorie não poderia contestar a lei e manteve essa decisão no processo. O tribunal de apelações reconheceu que a 303 Creative poderia enfrentar um processo sob “cada pedido de site por cliente LGBTQ que se recusasse a criar”. 

A juíza Mary Beck Briscoe, nomeada por Clinton, foi a autora da opinião da maioria e concluiu que “cada pedido” é uma lei neutra de aplicabilidade geral e que não é inconstitucionalmente vaga ou excessivamente ampla”. 

“O Colorado tem um grande interesse em proteger os interesses de dignidade dos membros de grupos marginalizados e seus interesses materiais no acesso ao mercado comercial”, escreveu Briscoe. Ela citou a necessidade de se garantir “uma economia livre e aberta”. 

Quanto às intenções da 303 Creative de colocar uma declaração em seu site explicando sua recusa em criar sites para casamentos LGBTQ, a opinião da maioria concluiu que “o Colorado pode proibir o discurso que promova atividades ilegais, incluindo discriminação ilegal”.

“Regra da mordaça”

Os advogados de Lorie dizem que o estado colocou uma “regra da mordaça” que proíbe designers e artistas de expressarem opiniões religiosas no mercado online sobre casamento. 

“Tendo concluído que a Primeira Emenda não protege a recusa de serviços proposta pelos recorrentes, também concluímos que a Primeira Emenda não protege a Declaração Proposta”, continuou a opinião majoritária.

Com isso, disseram que a declaração que seria colocada no site, em forma de aviso sobre os serviços prestados, expressaria a intenção de negar serviço com base na orientação sexual. 

O juiz-chefe do décimo circuito, Timothy M. Tymkovich, nomeado por George W. Bush, foi autor de uma opinião divergente. Ele argumentou que “a Constituição protege a Sra. Lorie Smith de que o governo não imponha a ela o que dizer ou fazer”, destacou.

“Mas a maioria assume a posição — que é novidade — de que o governo pode forçar a Sra. Lorie Smith a produzir mensagens que violam a sua consciência”, continuou o juiz-chefe. 

“Ao fazer isso, a maioria conclui não apenas que o Colorado tem um interesse convincente em forçar a Sra. Lorie Smith a emitir uma mensagem aprovada pelo governo contra suas crenças religiosas, mas também que sua lei de acomodação pública é o meio menos restritivo de atingir esse objetivo. Nenhum caso foi tão longe”, reforçou.

Ainda segundo Tymkovich, “o Colorado está legitimamente interessado em proteger certas classes de pessoas de tratamento arbitrário e discriminatório, mas não deveria virar o jogo contra a Sra. Lorie Smith e isolar seu discurso e crenças religiosas”. Ele finalizou explicando que Lorie está sendo forçada a violar sua fé sob pena de sanção.

Em defesa da profissional

O advogado John Bursch, do grupo jurídico sem fins lucrativos Alliance Defending Freedom, representando Lorie Smith, denunciou a decisão dos juízes e declarou que planeja apelar da decisão.

“O governo nunca deve forçar os profissionais da área de criação a promover uma mensagem ou causa da qual discordam. Essa é a essência da liberdade de expressão e liberdade artística”, disse em um comunicado .

“Lorie fica feliz em criar sites para todas as pessoas; ela simplesmente se opõe a ser forçada a derramar seu coração, imaginação e talentos em mensagens que violem sua consciência”, esclareceu.

Em 2018, a Suprema Corte dos Estados Unidos decidiu contra o tratamento dado pelo Colorado a um confeiteiro cristão, punido por se recusar a fazer um bolo para um casamento de pessoas do mesmo sexo. O confeiteiro foi apontado por “desafiar as leis de discriminação do estado”. 

A Suprema Corte também se recusou, neste mês, a ouvir o caso de uma florista de Washington que foi punida por se recusar a fornecer arranjos florais para um casamento entre pessoas do mesmo sexo. 

Um fotógrafo cristão também bateu de frente com uma nova lei do Estado da Virgínia (EUA), que o obriga a aceitar contratos para casamentos gays, o que também viola suas crenças religiosas. 

Fonte: Guiame
http://dlvr.it/S4pQdN

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Professor da Oxford chama cristãos a defenderem sua fé: ‘Somos chamados para testemunhar’

John Lennox é mais do que filósofo e professor de matemática da Universidade de Oxford: ele é conhecido por ser um apologista cristão que não tem medo dos argumentos científicos.

Ele acredita que não é possível defender os princípios de Deus na atual sociedade sem que as pessoas façam perguntas, sejam críticas e te interpretem mal. “E por isso você está aberto a muito calor. E o velho ditado é verdadeiro: se você não aguenta o calor, fique longe da cozinha”, disse Lennox à Eternity News.

Lennox é autor de vários livros de apologética que defendem o encontro entre ciência e fé, incluindo “A Ciência Pode Explicar Tudo?”, “Por que a Ciência não Consegue Enterrar Deus” e “Deus e Stephen Hawking De Quem é o Projeto Afinal?”

Ele também é amplamente conhecido por seus debates com ateus proeminentes como Richard Dawkins, Peter Singer e Christopher Hitchens. Mas antes destes debates públicos, Lennox diz que se abriu para críticas e questionamentos feitos por pessoas no particular.

“Foi assim que aprendi. É daí que vêm minhas convicções. Elas não vêm de um espaço privado no qual eu me escondo, longe do mundo e longe das críticas, como uma pequena crença religiosa particular — nem um pouco! Acredito firmemente que o cristianismo, nesse sentido, é um sistema de crença pública que precisa ser articulado”, ele defende.

Seus pais tiveram um papel importante na sua formação espiritual. Lennox diz que embora eles sejam “profundamente comprometidos com o cristianismo”, sempre o incentivaram a explorar outras cosmovisões e examinar as evidências do próprio cristianismo. Isso não apenas fortaleceu suas próprias convicções sobre o Evangelho, mas permitiu a Lennox articular uma defesa de sua fé desde jovem.

“Tenho feito isso desde que era adolescente e na Universidade de Cambridge e assim por diante. Nunca escondi minha luz debaixo de uma vasilha”, afirma.

Defesa da fé

Ser um apologista em um mundo descrente se tornou uma missão para Lennox. “Sinto um chamado explícito — baseado no mandamento de Cristo de ir por todo o mundo e fazer discípulos de todas as nações — de que isso é algo que não guardo para meu espaço privado. Sou chamado para explicar e anunciar isso, para testemunhar Deus em um mundo onde há um certo antagonismo.”

Para ajudar os cristãos a fazer o mesmo — defender o cristianismo contra as questões levantadas pela ciência moderna — Lennox produziu um filme chamado “Contra a Maré – Encontrando Deus na Ciência” (“Against the Tide – Finding God in a Science”). O filme estará disponível em DVD e nas plataformas de streaming, mas ainda não tem previsão de lançamento no Brasil.

O filme é uma conversa em estilo documentário entre Lennox e Kevin Sorbo, o ator conhecido pela série de TV “Hércules” e pelo filme “Deus Não Está Morto”. “Esperamos muito que isso informe os cristãos e lhes dê uma introdução aos argumentos que podem usar, sejam eles cientistas ou não”, explica.

Deus é a resposta

Lennox não é o único acadêmico a acreditar que Deus e a ciência se encaixam: há um número surpreendente de cientistas renomados que são cristãos, que estão entre os mais de 65% dos vencedores do Prêmio Nobel de ciência.

Mas por que a prevalência de cristãos na ciência não é conhecida? Lennox acredita que é porque os ateus fizeram um excelente trabalho de relações públicas e a mídia deu a eles esse espaço. 

“Se cristãos articulados tivessem o mesmo tipo de espaço na mídia, seria muito diferente. Não é um campo de jogo nivelado, porque o espírito deste século é antagônico ao cristianismo. As pessoas não ouviram uma discussão informada sobre isso. Elas não foram autorizadas a ouvir”, avalia.

Esse vão se torna ainda maior quando a igreja se esquiva de perguntas difíceis. “Na Inglaterra, houve uma pesquisa feita há alguns anos, mas acho que é ainda mais válida hoje, onde perguntavam às pessoas: ‘Por que você saiu da igreja?’ E elas diziam: ‘Porque eles não respondem às nossas perguntas’. Esse foi o motivo número um”, observa.

“Portanto, as igrejas precisam mudar de marcha e fazer com que os ministros respondam a perguntas, em vez de pregar sermões indefensáveis em cima de um púlpito de um metro e oitenta”, acrescenta.

É isso o que Lennox pretende ensinar às igrejas: “Meu objetivo na vida e em toda as minhas atividades é fortalecer os cristãos e mostrar que eles têm no cristianismo algo que é defensável, explicável e poderoso para comunicar ao mundo, mas também mostrar exatamente a mesma coisa aos meus amigos não cristãos”.

Fonte: Guiame
http://dlvr.it/S4l6KG

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Desertor do judô irariano dedica medalha de prata à Israel nos Jogos Olímpicos

Saeid Mollaei, um ex-judoca iraniano que agora representa a Mongólia, conquistou a medalha de prata no Judô, na categoria masculina de até 81 kg, e dedicou a vitória a Israel. 

Em entrevista ao Canal de Esportes de Israel, Mollaei agradeceu o apoio que recebeu da nação israelense ao longo dos anos:

“Obrigado a Israel pela boa energia. Essa medalha é dedicada também a Israel. Espero que os israelenses estejam felizes com esta vitória”. O atleta ainda acrescentou em hebraico: “Todah” (obrigado).

A prata nos Jogos de Tóquio foi a primeira medalha do judoca, dois anos depois de ele ter desertado dojudô do Irã por não concordar com a atitude antissemita da equipe com os competidores israelenses. 

Em 2019, Mollaei revelou que os treinadores da seleção iraniana ordenaram que ele perdesse as semifinais do Campeonato Mundial, de 2019, para evitar o confronto com o israelense Sagi Muki na final. Após a deserção, Mollaei se mudou para a Alemanha e adquiriu a cidadania mongol. 

O judoca israelense da mesma categoria que o ex-irariano, Sagi Muki, parabenizou o amigo pela conquista olímpica. 

“Estou muito feliz por Saeid. Eu sei o que ele passou, e o quanto ele queria. Ele é um amigo muito próximo e estou muito feliz por ele ter conseguido realizar seu sonho. Ele merece. Sua jornada é incrivelmente inspiradora”, disse Muki em uma entrevista coletiva a repórteres israelenses na terça-feira (27).

Saeid Mollaei e o israelense Sagi Muki se tornaram amigos após o incidente do Mundial de 2019 e os judocas têm se apoiado desde então. Em fevereiro deste ano, Mollaei competiu no campeonato internacional de judô Grand Slam, realizada em Israel, e afirmou à CNN que a nação israelense tem sido “muito bom para mim desde que cheguei”, e que a equipe israelense de judô “têm sido muito gentil. Isso é algo que nunca esquecerei”.

A história da improvável história entre os judocas israelense e irariano vai ser contada para a televisão pela Tadmor Entertainment de Israel.

Antissemismo em Tóquio

A homenagem à nação de Israel feita pelo ex-judoca irariano Saeid Mollaei acontece depois de dois episódios de antissemismo no judô nos Jogos Olímpicos de Tóquio. Dois judocas foram suspensos das Olimpíadas depois de se recusarem a competir com o israelense Tohar Butbul.

Mohamed Abdalrasool, do Sudão, não compareceu à competição marcada contra Butbul na categoria de 73 kg na segunda-feira (26), sem justificar sua ausência. E no sábado (24), Fethi Nourine, da Argélia, desistiu das Olimpíadas para evitar o confronto com Butbul, declarando seu apoio à causa palestina. 

O Comitê Olímpico Internacional (COI) prometeu investigar os casos de discriminação racial contra o israelense Tohar Butbul.

“Obviamente, o COI está sempre preocupado com esses casos e os está monitorando de perto. Claramente, se houver abusos flagrantes da Carta Olímpica, o COI tomará todas as medidas necessárias a esse respeito”, afirmou o diretor de solidariedade do Comitê Olímpico Internacional, James Macleod, em coletiva de imprensa em Tóquio, na terça-feira (27).

James acrescentou que a organização olímpica “deixou muito claro que a não discriminação, a autonomia — todos esses princípios que estão na Carta Olímpica — são coisas das quais não vamos recuar e adotaremos uma posição rígida em relação a todas elas”. 

O comitê executivo da Federação Internacional de Judô (IJF) anunciou que suspendeu temporariamente o judoca Nourine e seu técnico Benikhlef. A Federação condenou a postura discriminatória de Nourine.

“A IJF tem uma política rígida de não discriminação, promovendo a solidariedade como princípio fundamental, reforçada pelos valores do judô. O judô é baseado em um forte código moral, incluindo respeito e amizade, para promover a solidariedade e não toleraremos qualquer discriminação, pois vai contra os valores e princípios fundamentais do nosso esporte”, afirmou.

Fonte: Guiame
http://dlvr.it/S4gPxw

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‘Fim da liberdade’: Hong Kong condena o primeiro réu pela nova lei de segurança nacional

Tong Ying-kit, de 24 anos, foi considerado culpado na terça-feira (27) por incitar o “separatismo” e o “terrorismo” durante protesto em 2020. Ele se tornou a primeira pessoa condenada pela lei de segurança nacional de Hong Kong, imposta por Pequim, há um ano.

O jovem foi filmado enquanto pilotava sua motocicleta que colidiu com um grupo de policiais, enquanto carregava uma bandeira com o slogan de protesto proibido “Liberte Hong Kong, a revolução de nossos tempos”. 

O incidente ocorreu no dia 1º de julho do ano passado durante manifestações de rua — um dia após a lei de segurança nacional ser revelada. Na ocasião, estava sendo comemorado o aniversário da transferência de Hong Kong do domínio britânico para o governo chinês, que aconteceu em 1997.

Legislação imposta pela China

A legislação imposta pela China, que agora é base de decisão judicial, é considerada “controversa”. Mais de 100 pessoas já estão na fila e aguardam julgamento. 

A decisão contra Tong está sendo observada de perto, pois muitos querem saber como a lei será aplicada. A China está cada vez mais apertando seu controle sobre a cidade que era conhecida por “suas liberdades”.

Grupos de defesa dos direitos humanos condenaram a decisão contra Tong, que trabalha num restaurante e se declarou inocente das acusações, argumentando que o próprio slogan não incita o separatismo, nem o terrorismo.

Ele agora enfrenta uma sentença máxima de prisão perpétua, mas seus advogados devem defender uma punição mais leve em sua audiência de condenação na próxima quinta-feira (29).

Sobre o julgamento

A nova legislação de segurança nacional não apenas resultou nas acusações contra Tong, mas também definiu como o julgamento seria conduzido. 

O processo, que terminou em 20 de julho, foi realizado no Tribunal Superior de Hong Kong sem júri, sob regras que permitem a exceção do sistema de direito consuetudinário (habitual) de Hong Kong, se segredos de Estado precisarem ser protegidos, forças estrangeiras estiverem envolvidas ou se a segurança pessoal dos jurados precisa ser protegida. 

Os julgamentos são presididos por juízes escolhidos a dedo pela líder de Hong Kong, Carrie Lam. Lendo o veredicto, a juíza Esther Toh disse que Tong “cometeu atividades terroristas que causaram ou pretendiam causar graves danos à sociedade” em busca de uma agenda política.

Segundo a juíza, seu comportamento foi um ato de violência com o objetivo de coagir os governos central e de Hong Kong e para intimidar o público, carregando uma bandeira que constituiu um ato de incitamento ao separatismo.

Tong não falou durante a leitura do veredicto. Ele acenou para seus pais e outras pessoas na galeria enquanto era escoltado para o lado de fora. O advogado de defesa de Tong disse que “é impossível provar que Tong estava incitando o separatismo apenas por ter usado o slogan”.

A defesa também disse que não há evidências de que Tong cometeu o ato deliberadamente e que ele tentou evitar colidir com os policiais. Suas ações não podem ser consideradas terrorismo, uma vez que não houve violência grave ou dano à sociedade.

“Fim da liberdade de expressão em Hong Kong”

O veredicto foi imediatamente condenado pela Anistia Internacional, que o chamou de “o início do fim para a liberdade de expressão em Hong Kong”.

“As pessoas devem ser livres para usar slogans políticos durante os protestos, e Tong não deve ser punido por exercer seu direito à liberdade de expressão”, disse o diretor regional da Ásia-Pacífico, Yamini Mishra, em um comunicado por e-mail. 

“É particularmente claro que ele nunca deveria ter sido acusado de um delito de ‘segurança nacional’ levando a uma possível sentença de prisão perpétua”, continuou. 

Pequim rejeitou as críticas, dizendo que está apenas restaurando a ordem na cidade e instituindo o mesmo tipo de proteção de segurança nacional encontrada em outros países.

Entenda sobre o conflito entre China e Hong Kong

De acordo com o diplomata Fausto Godoy “Hong Kong perdeu a batalha contra a China”. Godoy serviu em 16 países asiáticos, incluindo China e Taiwan e hoje coordena o Núcleo de Estudos e Negócios Asiáticos na ESPM. 

Ele explica que a nova lei de segurança nacional é ao mesmo tempo “para o Ocidente um ataque à autonomia de Hong Kong, ex-colônia britânica e, para a China, é a apropriação de um território que já foi seu e deveria voltar a ser”. 

Qual o futuro de Hong Kong diante dos avanços da China? “O que é Hong Kong? É uma China com verniz ocidental. Se tirarmos a parte mais impressionante, é uma cidade chinesa que, durante algum tempo, de 1842 a 1997, foi inglesa”, o diplomata respondeu. 

“Com a chegada do comunismo em Pequim, em 1949, muitos chineses do sul que tinham algum dinheiro partiram para Hong Kong. Como era da Inglaterra — e portanto outro país — se estabeleceram ali e tentaram preservar esse sistema”, explicou.

Hong Kong consolidou-se como um dos principais centros comerciais e de turismo de negócios da Ásia. A cidade é hoje um importante centro global de tecnologia, apelidada de “Vale do Silício da China”. Criou-se, desde então, essa antipatia de Hong Kong com relação ao continente asiático.

“A China não se vê apenas como um país, mas como uma civilização que engloba Taiwan e Hong Kong. A China vê Hong Kong como parte dela, mas eles acham que não são parte da China”, disse o especialista. 

“A ideia de um país e dois sistemas, elaborada na lei básica de Hong Kong, em 1997, tem validade até 2047. É aí que se inserem os protestos da população e a reação obstinada de Pequim. A verdade é que Hong Kong perdeu a batalha contra a China. São 7,5 milhões de habitantes diante de 1,3 bilhão de chineses”, destacou.

Para Godoy, o Ocidente não sabe lidar com o poder da China. “A China é a grande potência geoeconômica do século 21. O país foi aos poucos sofisticando mais sua economia, investe em tecnologias de ponta, robótica, tecnologia 5G, e quer ter a grande hegemonia mundial até o fim deste século”, concluiu.

Fonte: Guiame
http://dlvr.it/S4c1Kd

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28 alunos sequestrados em colégio batista são libertados na Nigéria

28 dos 140 alunos do colégio batista sequestrados no início de julho, na Nigéria, foram libertados e devolvidos às famílias, no domingo (25). 

Os líderes da igreja entregaram os estudantes aos pais no Colégio Betel Batista, localizado na cidade de Damishi, no norte do país. Entretanto, 80 crianças ainda estão detidas pelos sequestradores, segundo Israel Akanji, presidente da Convenção Batista da Nigéria.

Segundo o site Morning Star News, a suspeita é que o sequestro tenha sido feito por pastores Fulani — grupo conhecido por atacar vilas para saquear gados e fazer sequestros em troca de resgates na Nigéria. Desde o início do ano, no entanto, eles têm tido como alvo as escolas e faculdades do país.

Até o momento, 34 crianças, sequestradas em 5 de julho, foram libertadas ou conseguiram fugir do cativeiro. Ainda não há informações sobre quando o restante dos alunos serão liberados. Os sequestradores supostamente exigiram um resgate de 500.000 Naira (cerca de 1.200 dólares) para cada estudante.

Israel Akanji afirmou que a Igreja Batista não pagou o resgate porque vai contra o pagamento de criminosos, mas que as famílias das crianças sequestradas são livres para tomarem a decisão que considerem melhor.

De acordo com um porta-voz da polícia nigeriana, Mohammed Jalige, no dia 12 de julho, as forças de segurança e as forças de defesa civil encontraram três crianças sequestradas vagando exaustas no mato, durante uma patrulha de rotina ao redor das florestas perto da aldeia de Tsohon Gaya.

Outros dois estudantes escaparam no dia 20 de julho, quando foram mandados buscar lenha numa floresta próxima. Segundo Jalige, os estudantes estão fazendo exames médicos. 

Onda de ataques Fulani

Cerca de 1.000 estudantes foram sequestrados em diferentes estados da Nigéria desde dezembro do ano passado. A maioria foi libertada após negociações com autoridades locais, embora alguns ainda estejam em cativeiro.

O presidente da Nigéria Muhammadu Buhari não tem sido capaz de enfrentar os casos crescentes de sequestros em massa de escolas nigerianas.

A Nigéria liderou o mundo em número de cristãos sequestrados no ano passado, com 990 pessoas detidas. No mapa da perseguição da Portas Abertas, a Nigéria entrou no top 10 pela primeira vez, subindo do 12º lugar para a 9ª posição.

Formado por milhões de membros na Nigéria e no Sahel, os Fulani são predominantemente muçulmanos. Embora a grande maioria não seja adepta ao extremismo, alguns grupos aderem à ideologia islâmica radical, informou o Grupo Parlamentar Multipartidário do Reino Unido para a Liberdade ou Crença Internacional (APPG, na sigla em inglês).

Para os líderes evangélicos e batistas da Nigéria, chegou a hora dos cristãos nigerianos aumentarem suas medidas de autodefesa.

“Os cristãos no estado de Kaduna sofreram muito com as mãos de seus agressores, sejam pastores Fulani, bandidos ou terroristas. Vimos que embora a oração funcione, só a oração não pode fazê-lo porque a fé sem obras é morta estar só”, declarou Samson Olasupo Ayokunle, presidente da Associação Cristã da Nigéria e pastor batista.

Fonte: Guiame
http://dlvr.it/S4X3vW

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Medalhista olímpica aos 13 anos, Rayssa Leal costuma expressar sua fé em Jesus

Aos 13 anos, a skatista Rayssa Leal fez um marco na história do esporte brasileiro: aos 13 anos, se tornou a atleta mais jovem da história do Brasil a receber uma medalha e marcou a primeira participação do skate nos Jogos Olímpicos.

Assim como tem feito em outras conquistas, ela não deixou de agradecer a Deus nesta segunda-feira (26) pela medalha de prata na categoria street: “Só sei agradecer”, destacou.

A gratidão a Deus tem sido uma marca nos discursos de Rayssa após os títulos e conquistas em sua curta e já bem-sucedida carreira.

Nascida em Imperatriz, no interior do Maranhão, Rayssa ganhou projeção aos 6 anos, quando foi filmada acertando manobras usando uma fantasia da personagem Sininho. Desde então, a “fadinha do skate” tem expressado sua fé em Deus em todas as suas conquistas.

Em maio de 2019, Rayssa competiu no Street League Skateboarding (SLS) Championship em Londres, ficando em terceiro lugar. Na ocasião, ela carregava uma convicção: “É preciso saber que tudo tem um tempo certo para acontecer! E que Deus sabe e está no controle de todas as coisas”, disse nas redes sociais.

Mais tarde, em julho, o “tempo certo” chegou: com apenas 11 anos, Rayssa se tornou a skatista mais jovem a ganhar uma etapa do SLS World Tour. Ela reconheceu que era uma menina “abençoada”.

“Nada disso seria possível se não fosse Deus, o apoio de meus pais, dos meus apoiadores e patrocinadores”, disse na época. “Eu luto para todos meus sonhos se tornarem realidade, nunca desista dos seus”.

No X Games Norway, em agosto de 2019, Rayssa não conseguiu conquistar o pódio, mas não deixou de expressar sua esperança: “Nem sempre as coisas acontecem do jeito que esperamos, mas sei que Deus está no controle de tudo e guarda grandes coisas para mim”.

Rayssa não estava errada. Em 2020, ela se tornou campeã brasileira de street skate e glorificou a Deus. “A Deus toda honra, toda glória, todo louvor, toda gratidão e toda adoração”, disse.

“Seja grato em qualquer circunstância. Ainda que tudo saia diferente dos seus planos, ainda que você não entenda o porquê de não ter sido como queria, agradeça ao Senhor”, aconselhou seus seguidores.

Sempre acompanhada dos pais, Haroldo e Lilian, que também administram sua carreira, Rayssa tem aprendido os valores da fé e da família. Por fim, a pequena skatista reconhece: “Obrigada Deus pela oportunidade de fazer o que mais amo!”

Fonte: Guiame
http://dlvr.it/S4SqCg

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Argentina inclui gênero não binário em documento de identidade

Alberto Fernández, presidente da Argentina, anunciou na quarta-feira (21) uma nova versão do DNI, o documento nacional de identidade do país. Agora, o documento permite aos cidadãos argentinos a declararem o gênero como uma das três opções: feminino (F), masculino (M) ou não-binário (X). As informações são do Clarín.

O governo argentino disse que a novidade é para contemplar pessoas que não se identificam como homens ou mulheres, mas como algo fluido ou nenhum dos dois. Assim, o país se torna a primeira nação latino-americano a ter documentação inclusiva nesse sentido. A medida já havia sido adotada por Canadá, Austrália e Nova Zelândia.

“Vamos, de pouco a pouco, tornando possível o que parecia impossível, e a cada dia estamos mais perto do ideal, que será quanto todos e todas sejamos ‘todes’, e ninguém se importe com o sexo das pessoas”, disse Alberto Fernández.

Segundo a regulamentação, o X apresenta “não-binário, indeterminado, indefinido, autopercebido, não declarado; ou outro significado com o qual a pessoa que não se sinta incluída no binário masculino-feminino possa ser identificada”. A terceira opção se estende a apátridas, refugiados e estrangeiros com direito ao DNI ou documentação semelhante.

A determinação tem 120 dias para ser implementada, levando em conta as adaptações necessárias de sistemas, tecnologia e regulamentação. Para garantir a inclusão, o decreto instrui o Ministério da Mulher, Gênero e Diversidade a treinar os funcionários de órgãos da administração pública em temas de diversidade. Para que a novidade seja “aplicada em condições de respeito aos direitos das pessoas transgênero e intersexo”.

Três pessoas receberam os primeiros documentos com a nova formatação durante um evento realizado em Buenos Aires na quarta-feira (21).

No ato, com a presença de Fernández, representantes políticos e de diversas organizações sociais, houve protestos de indivíduos que se mostraram contra a medida, inclusive com palavras de ordem: “Não somos um X”.

Fonte: Último Segundo e Pleno News
http://dlvr.it/S4PYR5

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Nova York proíbe casamento infantil e restringe união para maiores de 18 anos

Um protesto que estava planejado para acontecer na cidade de Nova York, contra o casamento infantil, vai se transformar numa celebração no mês que vem. 

Isso porque o governador Andrew Cuomo assinou uma lei, na quinta-feira (22), aumentando a idade de consentimento para o casamento no estado de Nova York para 18 anos.

“Este governo lutou muito para acabar com o casamento infantil em Nova York e estou orgulhoso por assinar esta legislação para fortalecer nossas leis e proteger ainda mais as crianças que estavam vulneráveis à exploração”, disse Cuomo em comunicado. 

“As crianças deveriam ter permissão para viver sua infância e eu agradeço aos muitos legisladores e defensores que trabalharam diligentemente para fazer avançar essa medida e evitar ainda que ocorram casamentos forçados em nosso Estado”, continuou.

Sobre a legislação

Cuomo assinou uma legislação, em 2017, que aumentou a idade para se casar de 14 para 18 anos. O projeto de lei, no entanto, permitia que jovens de 17 anos se casassem com o consentimento dos pais e da justiça. 

A nova legislação é chamada de Lei de Nalia, em homenagem a uma sobrevivente forçada ao casamento infantil, e deve entrar em vigor no próximo mês. 

A lei torna Nova York o sexto estado dos EUA a encerrar todos os casamentos antes dos 18 anos, sem exceções, de acordo com Unchained at Last, a única organização sem fins lucrativos nos EUA que é dedicada a ajudar mulheres e meninas a deixar ou evitar casamentos arranjados, forçados ou infantis.

A ativista Fraidy Reiss, diretora executiva da organização, que sobreviveu a um casamento forçado no Brooklyn, prometeu na terça-feira (20), que ficaria em frente ao escritório do governador, acorrentada e vestida de noiva, todas as quartas-feiras, a partir de 4 de agosto, caso ele não assinasse a lei.

Comemoração

Já que Cuomo tomou as medidas necessárias, assinando a lei, em vez de um protesto, agora o grupo planeja uma comemoração. “Temos pressionado o governo para acabar com o casamento infantil, em Nova York, desde 2015”, ela disse.

Junto com seus aliados na Coalizão de Nova York, o grupo pretende pressionar os demais Estados, sem exceção.

Através de um estudo publicado em abril, a organização descobriu que quase 300 mil menores de 18 anos eram legalmente casados ​​nos Estados Unidos, entre os anos de 2000 e 2018. 

Além disso, se destacou o fato de que algumas delas tinham apenas 10 anos de idade quando foram obrigadas a se casar, embora a maioria  tivesse entre 16 e 17 anos e eram casadas com homens quatro anos mais velhos, em média.

A senadora estadual Julia Salazar, que pressionou pela legislação, elogiou o trabalho do Unchained At Last para tornar a lei uma realidade. 

“Independente do nível de maturidade, os menores carecem de direitos legais e autonomia suficientes para protegê-los quando firmam um contrato de casamento antes de se tornarem adultos”, disse Salazar. 

A senadora explicou que os adolescentes que se casam costumam sofrer consequências devastadoras. “Agradeço ao governador Cuomo por assinar este projeto de lei para finalmente proibir o casamento infantil em Nova York, e elogio o trabalho contínuo de Unchained At Last em defender a proibição do casamento infantil em todo o país”, citou.

O deputado democrata Phil Ramos também elogiou a nova legislação como proteção para as meninas vulneráveis. “A prática cruel e insensível do casamento infantil traumatizou muitas crianças. Podemos evitar que histórias com a de Nalia se repitam”, concluiu. 

Fonte: Guiame
http://dlvr.it/S4MXrm