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Cristãos são presos enquanto cantavam ao ar livre, nos EUA

A polícia na cidade americana de Moscou, em Idaho, prendeu três cristãos e intimou dois outros por participarem de um culto de adoração ao ar livre “Cante Salmos” organizado por uma igreja no início desta semana.

Gabriel Rench, um diácono da igreja, foi um dos três presos por participar do evento de adoração organizado pela Igreja de Cristo. Também foram detidos Rachel Bohnet e Sean Bohnet, segundo informou Moscow Report, uma agência de notícias local independente.

O chefe da Polícia de Moscou, James Fry, foi citado como tendo dito que nenhum dos cinco abordados usava máscara ou distanciamento social, e as prisões foram feitas por suspeita de resistência ou obstrução policial. Entre 150 e 200 pessoas compareceram ao evento.

De acordo com a Ordem de Emergência de Saúde Pública Alterada da cidade, os participantes de qualquer reunião pública devem manter uma distância física de 1,8 m ou cobrir o rosto com uma máscara.

Igreja organizou o evento

Ben Zornes, um pastor da igreja que organizou o evento, foi citado como tendo dito que a igreja hospeda eventos de salmos ou hinos cerca de uma vez por mês e que o salmo cantado no estacionamento da prefeitura também era para mostrar que os moradores queriam a normalidade de volta.

Zornes chamou as atuais restrições de bloqueio Covid-19 de “amplamente infundadas”.

Na quinta-feira, a igreja escreveu em sua página do Facebook: “Ontem a Igreja de Cristo patrocinou um salmo em flash na prefeitura. Íamos aparecer lá às cinco, cantar três salmos ou hinos, depois a doxologia e depois sair. As canções eram Salmo 20, Salmo 124 e Amazing Grace. Quando chegamos, a polícia estava esperando por nós. Um deles me informou que as pessoas tinham que se distanciar socialmente ou usar uma máscara ou enfrentar uma citação”.

Douglas Wilson, que escreveu o post, acrescentou: “Eu disse a ele que informaria a todos sobre isso, o que fiz. Fiz uma breve oração e começamos a cantar. Durante os quinze minutos seguintes cantando, três de nosso pessoal foram presos e outros dois foram citados.”

Vários estados têm restrições às reuniões religiosas, o que levou a batalhas legais pela liberdade religiosa de igrejas e outras casas de culto.

Na Califórnia, várias igrejas estão lutando contra as ordens Covid-19 do governador Gavin Newsom que proíbem os cultos internos.

Em uma declaração anterior, o fundador e presidente do Conselho de Liberdade, Mat Staver, chamou as ordens de Newsom de “inconstitucionais”.

“… O governador Newsom apoia dezenas de milhares de manifestantes, dizendo: ‘Deus os abençoe. Continue fazendo isso ‘. Isso é errado, e a hostilidade inconstitucional e a discriminação do governador contra o culto religioso devem acabar”, disse ele.

Em São Francisco, o prefeito London Breed permite que apenas uma pessoa por vez entre em locais de culto.

Em resposta, o Departamento de Justiça dos Estados Unidos enviou na sexta-feira uma carta ao prefeito dizendo que a política de bloqueio Covid-19 da cidade “é contrária à Constituição e à melhor tradição de liberdade religiosa do país”.

O Departamento de Justiça disse em sua carta que Breed não poderia limitar os locais de culto a um único congregante enquanto “permitia vários clientes em outros ambientes internos, incluindo academias, estúdios de tatuagem, cabeleireiros, estúdios de massagem e creches”.

Fonte: Guiame
http://dlvr.it/RhXZR7

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China muda relato bíblico para dizer que Jesus apedrejou mulher adúltera e tinha pecados

O relato bíblico no qual Jesus livra a mulher apanhada em adultério do apedrejamento foi distorcida e recebeu um novo final em um livro chinês. Na nova história, Jesus mata a mulher e afirma a ela que Ele “também é um pecador”.

O livro, publicado pela Universidade de Ciência Eletrônica e Tecnologia, que é administrada pelo governo (Partido Comunista Chinês), é usado para ensinar “ética profissional e direito” em escolas profissionais, de acordo com a agência ‘Union of Catholic Asian News’, que primeiro relatou a polêmica.

Na história bíblica original em João 8, Jesus vai aos pátios do templo, onde os mestres da lei e os fariseus trazem a ele uma mulher apanhada em adultério e perguntam a Cristo se ela deveria ser apedrejada. Jesus escreve no chão e então diz a eles: “Qualquer um de vocês que não tenha pecado seja o primeiro a atirar uma pedra nela”. Depois que os acusadores da mulher vão embora, Jesus diz a ela: “Vá e não peques mais”.

O relato bíblico se tornou um grande exemplo da graça e misericórdia de Deus sobre o ser humano. Porém, o livro chinês muda o final da história, de acordo com o site UCA News. O material didático diz: “Quando a multidão desapareceu, Jesus apedrejou a pecadora até a morte, dizendo:‘ Eu também sou um pecador. Mas se a lei só pudesse ser executada por homens sem mancha, a lei estaria morta’”.

Um paroquiano católico expressou sua indignação, expondo uma cópia da história do livro didático nas redes sociais.

“Quero que todos saibam que o Partido Comunista Chinês sempre tentou distorcer a história da Igreja, caluniar nossa Igreja e fazer as pessoas odiarem nossa Igreja”, escreveu o homem nas redes sociais.

Mathew Wang, um professor cristão em uma escola profissionalizante, confirmou o conteúdo do livro para o UCA News.

Alguns cristãos disseram que a o governo chinês optou por mudar o relato bíblico “para provar que o estado de direito é supremo na China, e esse respeito pela lei é essencial para uma transferência tranquila para o socialismo com características chinesas”, relatou o UCA News.

Um padre católico na Ásia disse que a distorção “é contra a moralidade e a lei, então como podemos ainda ensinar ética profissional com este livro?”.

“É um fenômeno social triste na China continental”, disse o padre.

Fonte: Guiame
http://dlvr.it/RhSjqK

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“Falar de cristofobia incomoda, mas vamos chamar atenção para isso”, diz Ernesto Araújo

O ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araújo, defendeu a relevância do discurso do presidente Jair Bolsonaro na Assembleia Geral da ONU, que abordou o combate à cristofobia.

“É um conceito que já existe, o presidente não é o primeiro a usar”, disse Araújo em entrevista à CNN Brasil na noite de terça-feira (22).

“Acho que há uma consciência insuficiente ao redor do mundo sobre a cristofobia. Inclusive em países que já foram de maioria cristã, e onde às vezes a fé cristã é denegrida, atacada, quando outras fés não o são”, acrescentou.

Em seu discurso na ONU, Bolsonaro fez um apelo para que a comunidade internacional defenda a liberdade religiosa e mencionou a cristofobia, em defesa dos cristãos perseguidos no mundo.

“A liberdade é o bem maior da humanidade. Faço um apelo a toda a comunidade internacional pela liberdade religiosa e pelo combate à cristofobia”, disse Bolsonaro.

Parte da imprensa repercutiu o discurso de forma negativa, alegando que não há cristofobia no Brasil. Ernesto Araújo acredita que o Brasil, por ser um país de maioria cristã, tem responsabilidade na defesa dos mais de 260 milhões de cristãos perseguidos no mundo.

“No nosso caso, país majoritariamente cristão, 90% cristão, que tem no cristianismo parte de sua essência e identidade, nos sentimos na responsabilidade de chamar atenção especialmente para isso”, disse o ministro.

O ministro chegou a citar um estudo enviado ao Ministério das Relações Exteriores do Reino Unido, que aponta que 80% dos religiosos perseguidos em todo o mundo são cristãos.

Araújo também defendeu o uso do termo cristofobia, já que o termo islamofobia é usado para definir a perseguição aos muçulmanos. “Isso precisa ter um nome, para que as pessoas se conscientizem disso”, destacou.

Ernesto Araújo acredita que o discurso do presidente nas Nações Unidas não se limitou à diplomacia, mas foi “relevante, inovador e corajoso”. “Falar de cristofobia pode incomodar algumas pessoas, mas vamos chamar atenção para isso”, disse.

Questionado se a fala do presidente não deixou de lado brasileiros de outras religiões, o ministro esclareceu: “O presidente não deixou de olhar para outras religiões, ele defende a liberdade religiosa para todos. Porém, em nosso caso vivemos em um país cristão, então sentimos a responsabilidade de chamar a atenção contra a intolerância religiosa. Não excluímos ninguém, mas queremos recuperar a identidade nacional, não queremos ser um país genérico.”

Fonte: Guiame com informações de CNN Brasil
http://dlvr.it/RhQ3Yh

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“Se abortar é um direito da mulher, onde estava o meu direito?”, diz sobrevivente de aborto

A sobrevivente de um aborto e ativista pró-vida, Gianna Jessen está elogiando o presidente Donald Trump por assinar uma ordem executiva, garantindo que bebês que sobrevivem a abortos malsucedidos recebam cuidados médicos.

“Obrigada, senhor”, disse ela. “Você é de longe o presidente mais pró-vida e comprovadamente pró-vida que já tivemos. Nos últimos tempos, o mais corajoso”

Jessen, que tem paralisia cerebral, devido à tentativa de aborto à qual sobreviveu, expressou que sentiu-se representada pela nova decisão.

“Como alguém que nasceu em uma clínica de aborto e não morreu, quero lhe agradecer. Você é zombado o tempo todo. E eu vou te dizer, eu vou te defender”, afirmou Gianna.

A ativista também reforçou seu apoio a Trump em uma publicação no Twitter.

“Querido @realDonaldTrump, acabei de fazer um live no facebook, agradecendo por sua ordem executiva. Aqui está um vídeo. Nasci em uma clínica de aborto, mas não morri. Tenho paralisia cerebral. Tenho a sensação de que se nos encontrássemos, você me daria seu braço para me apoiar”, afirmou.

Histórico

Jessen, nascida milagrosamente na década de 1970, depois que sua mãe biológica passou por um procedimento de aborto com solução salina fracassado, tem sido uma grande defensora do movimento pró-vida.

Anos atrás, ela compareceu ao Comitê Judiciário da Câmara dos Estados Unidos, onde perguntou: “Se abortar é um direito das mulheres, qual era o meu direito?”.

Dirigindo suas dúvidas para a grande rede abortista dos EUA, Planned Parenthood, Jessen passou a dizer:

“Vocês continuamente usam o argumento: ‘Se o bebê for deficiente, precisamos interromper a gravidez’, como se vocês pudessem determinar a qualidade de vida de alguém. Minha vida tem menos valor devido à minha paralisia cerebral?”, questionou.

“Vocês falharam em sua arrogância e ganância, em ver uma coisa: muitas vezes é com os mais fracos entre nós que adquirimos mais sabedoria, algo que falta em nossa nação hoje. E é tanto nossa loucura quanto nossa vergonha que nos cega para a beleza da adversidade”, acrescentou. “A Planned Parenhood usa o engano, a manipulação da linguagem e slogans, como ‘o direito da mulher de escolher’, para atingir seus objetivos monetários”.

Decisão de Trump

Trump anunciou na quarta-feira, durante uma mensagem pré-gravada para o ‘National Catholic Prayer Breakfast’, que ele assinaria uma ordem executiva sobre os “nascidos vivos”.

“Hoje, anuncio que irei assinar o decreto de nascidos vivos para garantir que todos os bebês nascidos vivos, sejam quais forem as suas circunstâncias, recebam os cuidados médicos que merecem”, disse o presidente. “Este é o nosso sacrossanto dever moral”.

Sua ação veio depois que o “Ato de Proteção aos Sobreviventes de Aborto Nascidos Vivos”, do o senador republicano Ben Sasse (Nebraska), não foi aprovado no Congresso. Vários estados, entretanto, aprovaram suas próprias versões do projeto de lei.

A legislação ganhou nova atenção em janeiro de 2019, depois que o governador da Virgínia, Ralph Northam (D), aparentemente endossou o que alguns consideraram infanticídio pós-nascimento.

Expressando seu apoio a um projeto de lei estadual que teria codificado o acesso ao aborto até o momento do nascimento, Northam explicou o que poderia ser permitido caso um bebê sobrevivesse a um aborto malsucedido.

Ele disse: “Se uma mãe estiver em trabalho de parto, posso dizer exatamente o que aconteceria. O bebê nasceria. O bebê seria mantido confortável. O bebê seria ressuscitado, se isso fosse o que a mãe e a família desejassem, e então uma discussão aconteceria entre os médicos e a mãe”.

Os comentários do governador foram categoricamente condenados na época como “macabros”, “doentios” e “horríveis”.

Fonte: Guiame
http://dlvr.it/RhMPxB

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Antigos manuscritos bíblicos são recuperados após serem roubados pelo Estado Islâmico

Dezenas de antigos manuscritos siríacos cristãos foram descobertos no Iraque após a prisão de um suposto membro do grupo terrorista Estado Islâmico, também conhecido como ISIS (Estado Islâmico do Iraque e da Síria) ou Daesh (Da’ish), sigla em árabe.

Acredita-se que os combatentes islâmicos tenham roubado os inestimáveis textos bíblicos de igrejas assírias em toda a cidade sitiada de Mosul, que entre 2014 e 2017 se tornou a capital de fato do grupo extremista muçulmano.

“A prisão de um suposto membro do ISIS levou à recuperação de 32 livros arqueológicos que estavam em sua posse. O homem escondeu os livros em sua cozinha”, disse o chefe da polícia de Mosul, Laith Al Hamdani, em um comunicado revelando detalhes da descoberta.

“Esses são os tesouros e a herança dos cristãos de língua siríaca da Mesopotomia, uma grande bênção por terem sobrevivido a esse mal”, declarou um líder cristão da região.

Para o consultor Harry Istepanian, que prestou serviços no Iraque, “os manuscritos encontrados incidentalmente são apenas a ponta do iceberg, enquanto centenas (senão milhares) de outros artefatos e manuscritos ainda estão desaparecidos, destruídos, saqueados ou provavelmente queimados. Todo o museu de Mosul foi encontrado esvaziado depois que a cidade foi recapturada”.

Mosul foi libertado em 2017 depois que uma coalizão militar internacional derrotou as forças de ocupação do ISIS em uma batalha sangrenta que durou mais de nove meses.

Fonte: Guiame
http://dlvr.it/RhHT8w

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“O Brasil é um país cristão, conservador e tem na família sua base”, diz Bolsonaro na ONU

O presidente Jair Bolsonaro fez o tradicional discurso de abertura da Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas na manhã da terça-feira (22).

Em virtude da pandemia do novo coronavírus, a Abertura da 75ª Assembleia-Geral da ONU está sendo realizada online – inovação que acontece por medidas de segurança.

Bolsonaro iniciou seu discurso lamentando as mortes pela Covid-19, e destacou as ações do governo brasileiro para minimizar os efeitos da pandemia.

Em sua fala, o presidente brasileiro destacou que “a liberdade é o bem maior da humanidade”, citando a liberdade religiosa e a perseguição aos cristãos.

“Faço um apelo a toda a comunidade internacional pela liberdade religiosa e pelo combate à cristofobia”, disse.

No final de seu discurso, disse que “o Brasil é um país cristão e conservador e tem na família sua base”.

O presidente se solidarizou com o povo do Líbano pelas recentes adversidades sofridas e disse que “o momento é propício para trabalharmos pela abertura de novos horizontes, muito mais otimistas para o futuro do Oriente Médio”.

Na sequência, Bolsonaro enalteceu os acordos de paz entre Israel e os Emirados Árabes Unidos, e entre Israel e o Bahrein: “[São] três países amigos do Brasil, com os quais ampliamos imensamente nossas relações durante o meu governo”.

O chefe do executivo também destacou o papel dos EUA na promoção da paz no Oriente Médio. “O Brasil saúda também o Plano de Paz e Prosperidade lançado pelo Presidente Donald Trump, com uma visão promissora para, após mais de sete décadas de esforços, retomar o caminho da tão desejada solução do conflito israelense-palestino”, disse. “A nova política do Brasil de aproximação simultânea a Israel e aos países árabes converge com essas iniciativas, que finalmente acendem uma luz de esperança para aquela região”.

Apesar do caráter virtual, a sede da ONU em Nova York recebe um representante de cada país. Cerca de 200 pessoas estão fisicamente presentes, o que equivale a 10% da capacidade de ocupação da estrutura.

Assim como em 2019, quando discursou pela primeira vez na ONU, Bolsonaro falou sobre a Amazônia e as políticas ambientais do seu governo. Cada país-membro tem até 15 minutos para os discursos.

Após a fala do presidente brasileiro, Donald Trump, Tayyip Ergodan e Xi Jinping – líderes dos Estados Unidos, Turquia e China, respectivamente – ocuparão a tribuna virtual.

Fonte: Guiame
http://dlvr.it/RhChzn

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Em discurso na ONU, Trump cita perseguição religiosa como problema real do mundo

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, começou seu discurso na 75ª Assembleia Geral da ONU nesta terça-feira (22) logo após a fala do presidente do Brasil, Jair Bolsonaro.

Trump falou quais deveriam ser, na avaliação dele, as prioridades da ONU:

“Se a ONU quiser ser uma organização eficiente, precisa focar nos problemas reais do mundo. Isso inclui terrorismo, a opressão de mulheres, trabalho forçado, tráfico de drogas e de pessoas, perseguição religiosa e limpeza étnica de minorias”.

Ele afirmou ainda que seu governo agiu para garantir liberdades religiosas, oportunidades para mulheres, a descriminalização da homossexualidade e proteger “crianças não-nascidas”.

O americano voltou a chamar o Sars-Cov-2 de “vírus chinês” e disse que a OMS (Organização das Nações Unidas) é controlada pela China.

“O governo chinês e a Organização Mundial da Saúde, que é controlada pela China, falsamente declararam que não havia evidência de transmissão entre humanos. Depois, afirmaram falsamente que as pessoas sem sintomas não poderiam espalhar a doença. A ONU precisa responsabilizar a China pelas suas ações.”

Ele então comparou os dois países: “Os que atacam o bom histórico ambiental dos EUA e ignoram a poluição na China não estão interessados no ambiente. Eles só querem punir os EUA. E eu não vou tolerar isso”.

Acordos com Israel

Trump também citou os acordos entre Israel, os Emirados Árabes e o Bahrein intermediados pelos EUA. Segundo o presidente americano, outros países do Oriente Médio devem fazer comprometimentos semelhantes no futuro próximo.

Ainda sobre o Oriente Médio, ele listou as mortes de Al-Baghdadi, do Estado Islâmico, e de Qassem Soleimani, do Irã, essa última, no começo de 2020.

Os líderes não estão pessoalmente presentes na sede. Eles enviaram vídeos gravados para serem exibidos no prédio da ONU, em Nova York, e transmitidos pela internet.

Fonte: Guiame
http://dlvr.it/Rh7wzy

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Justiça do RJ autoriza certidão de nascimento com registro de ‘sexo não especificado’

O juiz da 1ª Vara de Família da Ilha do Governador (RJ), Antonio da Rocha Lourenço Neto decidiu no fim do mês passado a favor de um homem que se define como “não-binário” (que se identifica como alguém “sem gênero” ou como sendo de “ambos os gêneros”) e optou por ser chamado e citado com pronomes femininos.

Aoi Berriel, de 24 anos, procurou a Defensoria Pública em 2015, inicialmente para conseguir fazer sua mudança de nome. Mas quando soube da possibilidade de conseguir alterar a indicação de gênero de sua própria certidão de nascimento, fez também esse pedido.

Ao acolher o pedido de Berriel, a Justiça do RJ permitiu que sua certidão de nascimento passe a ter a ter “sexo não especificado”, em vez de masculino, citou como um gênero que o remete a “algo depressivo”.

Em sua decisão, o juiz Lourenço Neto afirmou que “o direito não pode permitir que a dignidade da pessoa humana do agênero seja violada sempre que o mesmo ostentar documentos que não condizem com sua realidade física e psíquica”. O Ministério Público estadual então deu parecer favorável ao pedido de Aoi.

A defensora pública e coordenadora do Núcleo de Defesa dos Direitos Homoafetivos (Nudversis), Letícia Furtado afirmou que não tinha conhecimento de uma decisão como essa no país e destacou que poderá servir como precedente para que outras semelhantes ocorram a partir de então.

“Fomos educados a entender que devemos ser homens ou mulheres por conta dos fatores reprodutivos. Todo nosso sistema é binário. As mudanças que vêm ocorrendo são porque a sociedade vem mostrando essa gama de comportamentos diferentes, que não tem que ser uma coisa ou outra. Essas pessoas precisam ter seus direitos reconhecidos sem qualquer limitação, em respeito aos princípios da igualdade e dignidade da pessoa humana”, disse.

Desde o mês de março já não é mais necessário entrar com qualquer processo na Justiça para adoção do “nome social”. A alteração já pode ser realizada no próprio cartório.

Noção de realidade afetada

Apesar de Berriel e a defensora Letícia Furtado considerarem a decisão uma “conquista” e “reconhecimento de direitos” até então negados, há especialistas que apontam esse cenário como resultado de uma doutrinação mais grave, que vem sendo inserida na sociedade há décadas.

A ideologia de gênero tem levado jovens e até crianças a acreditarem que “nasceram no corpo errado”, optando por tratamentos hormonais e até mesmo cirurgias de mudança de sexo em razão disso. Porém a pediatra Michelle Cretella afirma que “existem pelo menos 6.500 diferenças genéticas entre homens e mulheres. Hormônios e cirurgia não podem mudar isso”.

“O sexo biológico não é atribuído, mas sim determinado na concepção pelo nosso DNA e está estampado em cada célula de nossos corpos. A sexualidade humana é binária. Você tem um cromossomo Y normal, que se desenvolve em um homem, ou não, e você se transformará em uma fêmea. Existem pelo menos 6.500 diferenças genéticas entre homens e mulheres. Hormônios e cirurgia não podem mudar isso”, destacou ela em um artigo.

Michelle continuou sua argumentação, mostrando a incoerência entre as formas como o fator “transgênero” é tratado atualmente por muitos médicos.

“Se eu entrar no consultório do meu médico hoje e disser: ‘Oi, eu sou Margaret Thatcher’, meu médico vai dizer que eu estou delirando e me me passará uma receita de antipsicóticos. No entanto, se, em vez disso, eu entrasse e dissesse: ‘Eu sou um homem’, ele diria: ‘Parabéns, você é transgênero”, afirmou.

Já a psicóloga paranaense especializada em Direitos Humanos, Marisa Lobo afirmou que esse tipo de doutrinação não significa apenas uma desconstrução do conceito original sobre gênero (masculino e feminino), mas também a deconstrução do ser humano de modo geral.

“Eles querem dizer que a heterossexualidade não existe, que ela não é normal e que é uma ‘norma imposta’, ‘compulsória’. Isto é dito pelos livros que advogam em favor da ‘Teoria Queer’ de desconstrução. Esta é uma teoria sobre a qual todos deveríamos saber. Ela desconstrói a fé, desconstrói Deus, desconstrói a sexualidade, a sociedade”, alertou.

Fonte: Guiame
http://dlvr.it/Rh432Q

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Atleta desafia militantes da ‘justiça racial’ a lutar por cristãos perseguidos na Nigéria

O ex-jogador da Liga de Futebol Americano (NFL), Benjamin Watson está convocando os americanos que lutam por ‘justiça racial’ nos EUA para também pedirem o fim da violência contra os cristãos na Nigéria, já que ativistas alertam que “o mundo pode estar ignorando um possível genocídio de negros”.

Watson, de 39 anos, que é um cristão confesso, participou de uma coletiva de imprensa na quarta-feira em Washington, DC, onde se sentou ao lado da ex-candidata presidencial democrata e congressista Tulsi Gabbard, D-Hawaii, para se manifestar contra a violência perpetrada por radicais Fulani e outros grupos extremistas como o Boko Haram.

Organizado pelo Comitê Internacional da Nigéria, o evento foi projetado para aumentar a conscientização sobre a violência vivida pelas comunidades cristãs na Nigéria, já que as estimativas sugerem que milhões de pessoas foram deslocadas e milhares foram mortas nos últimos anos, devido à violência extremista que ocorre no nordeste e a violência levada a cabo por radicais islâmicos contra comunidades agrícolas predominantemente cristãs na região do Cinturão Médio da Nigéria.

“Estou aqui pelos mesmos motivos que todo mundo está”, explicou Watson. “Lembro-me há vários anos que fiquei impressionado com o fato de o Corpo de Cristo aqui nos Estados Unidos estar lidando com nossos próprios problemas. Mas, em comparação com o que está acontecendo ao redor do mundo em muitos aspectos, precisamos de pessoas que defendam aqueles que estão sendo perseguidos. Em algum momento, podemos ser nós”.

O evento, que também contou com comentários de outros defensores dos direitos humanos, ocorre depois que milhares de pessoas em todo o território dos Estados Unidos tomaram as ruas nos últimos meses para protestar contra a brutalidade policial, após a morte do afro-americano George Floyd, que morreu sob custódia policial de Minneapolis, e de outros afro-americanos.

Mais de 20 pessoas foram mortas durante os protestos liderados pelo movimento ‘Black Lives Matter’, alguns dos quais se transformaram em distúrbios violentos e ataques incendiários, que causaram US $ 2 bilhões em danos a empresas locais em cidades dos EUA.

“Estamos em um momento de avaliação racial em nosso condado”, enfatizou Watson. “ O termo ‘justiça racial’ é muito usado. Mas se estamos sinceramente preocupados com a justiça, devemos entender que a justiça deve ser defendida em casa, sim, mas também no exterior”.

Watson, que tem falado sobre questões raciais nos EUA e também é autor do livro ‘Under Our Skin’ (‘Sob Nossa Pele’), de 2015, desafiou aqueles que “se preocupam com a justiça racial e social” e estão “lutando pela igualdade dos cidadãos negros” nos EUA a “ lembrar-se e defender a justiça na pátria”.

“Este momento de ajuste de contas, por mais importante que seja para todos nós aqui nos Estados Unidos, não deve ser limitado às nossas costas, pois a injustiça persiste”, Watson insistiu. “Cada pequena ajuda conta”.

Olhos Abertos

O atleta, que falou sobre muitas injustiças ao longo dos anos, incluindo abortos e tráfico sexual, explicou que tem se informado sobre o que está acontecendo no nordeste da Nigéria com a insurgência do Boko Haram, desde quando os terroristas sequestraram 276 estudantes cristãs de uma escola em Chibok, no estado de Borno, em 2014.

“Podemos nos lembrar da hashtag de #BringBackOurGirls (#TragamNossasMeninasDeVolta) preenchendo nossas timelines. Nós nos lembramos até mesmo da primeira-dama dos Estados Unidos e celebridades tuitando sobre isso”, lembrou Watson. “Hoje, seis anos depois, mais de 100 dessas meninas ainda estão desaparecidas. As hashtags e as campanhas de mídia social cessaram, mas para muitos desses amigos, famílias e comunidades, suas vidas não foram esquecidas”.

O campeão do Super Bowl XXXVIII explicou que, embora o sequestro das meninas Chibok tenham conquistado os corações do mundo, foi “apenas um dos fatos entre milhares de assassinatos e sequestros, destruição de comunidades inteiras e queimas de igrejas que aconteceram a uma taxa genocida para o últimos 20 anos”.

“Não é apenas o Boko Haram”, disse ele. “Mais recentemente, também surgiram os pastores Fulani [criadores nômades de gado], que têm operado com impunidade e tem atacado e atacado comunidades cristãs”.

“A matança na região é maior do que a cometida pelo Estado Islâmico no Iraque e na Síria juntos”, acrescentou Watson, repetindo uma estatística mencionada anteriormente na conferência.

“Mais de 60.000 nigerianos foram mortos e cerca de 2 a 3 milhões foram deslocados”, continuou ele, citando uma estimativa da campanha Abate Silencioso da Nigéria. “Isso é algo a se considerar porque eles foram removidos de suas terras natais e morreram de fome, e esse tipo de coisa também está acontecendo”.

A Nigéria é classificada como o país com a terceira maior pontuação no Índice de Terrorismo Global de 2019, atrás apenas do Afeganistão e do Iraque.

Fonte: Guiame
http://dlvr.it/Rh1Qst

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“Por que você está matando cristãos?”, perguntou Trump ao presidente da Nigéria

Em entrevista concedida em 8 de setembro em Abuja, capital da Nigéria, no Retiro de Avaliação de Desempenho Ministerial do primeiro ano de seu segundo mandato, o presidente Muhammadu Buhari disse que durante sua visita à Casa Branca em abril de 2018 o presidente Trump perguntou em particular por que ele estava matando cristãos.

“Quando eu estava em seu escritório, apenas eu e ele, apenas Deus é minha testemunha, ele me olhou na cara, perguntou: ‘por que você está matando cristãos?'”

O presidente Buhari disse que ficou perplexo com a pergunta, informou o jornal Punch. “Eu me pergunto, se fosse com você, como você reagiria? Espero que o que eu estava sentindo por dentro não tenha traído minha emoção, então disse a ele que o problema era entre os pecuaristas e os fazendeiros estagnados…”.

Em uma chamada à imprensa em junho patrocinada pela ONG In Defense of Christians, com sede em Washington, o ex-congressista americano Frank Wolf chamou a campanha contra os cristãos no Cinturão Médio da Nigéria como um “genocídio” deliberado. A Nigéria estava se tornando o “maior campo de matança de cristãos no mundo”.

Um relatório divulgado no mês passado pela Organização Internacional para a Construção da Paz e Justiça Social, o Comitê Internacional da Nigéria e o Grupo Parlamentar de Todos os Partidos para a Liberdade Religiosa Internacional ou Crença afirma que Boko Haram, Al Qaeda, pastores Fulani e outros grupos islâmicos são os responsáveis pelas mortes de mais de 96.000 cristãos em 21.000 ataques separados.

Eles descobriram que 43.242 cristãos foram mortos por Boko Haram, Estado Islâmico e Al Qaeda; 18.834 morreram em ataques Fulani e 34.233 de outros grupos armados.

O arcebispo Benjamin Kwashi de Jos, secretário-geral do GAFCON (uma rede conservadora de anglicanos) disse na imprensa de junho que as mortes foram “sistemáticas; é planejado; é calculado. ”

Ele disse que o objetivo do Boko Haram era expulsar os cristãos do Cinturão do Norte e do Meio e “islamizar a Nigéria”.

No entanto, o governo do presidente Buhari estava ignorando o problema, disse o arcebispo Kwashi.

“Cada vez que levantamos nossas vozes para dizer aos governos que isso está acontecendo, eles sempre produziram uma narrativa política para dizer que são confrontos de agricultores e pastores. Essa narrativa é uma narrativa maligna de encobrimento porque pessoas honestas estarão dormindo em suas casas à noite que serão massacradas, mas será dito que será um confronto. Isso está longe de ser verdade”, disse o arcebispo. “Essas mortes ocorrem especificamente em aldeias cristãs.”

Presidente nega genocídio

O presidente Buhari negou na terça-feira (8/09) que houvesse qualquer campanha deliberada de assassinato ou limpeza religiosa do Norte. O problema era a mudança climática.

“Com a mudança climática e o crescimento populacional e a cultura dos pecuaristas, se você tem 50 vacas e elas comem capim, qualquer raiz, até o seu ponto de água, então eles vão seguir. Não importa de quem seja a fazenda.”

“O conjunto de liderança da Primeira República foi a liderança mais responsável que já tivemos. Pedi ao Ministro da Agricultura para obter um diário do início dos anos 60 que delineava a rota do gado, onde eles usavam os escassos recursos para construir represas de terra, moinhos de vento e até mesmo departamentos sanitários.”

“Então, qualquer criador de gado que permitisse que seu gado fosse para a fazenda de alguém seria preso e levado ao tribunal. O fazendeiro seria chamado para apresentar sua conta e se não pudesse pagar, o gado seria vendido, mas os líderes subsequentes, as (pessoas muito importantes) invadiram as rotas do gado. Eles ocuparam as áreas de criação de gado.”

“Então, eu tentei e expliquei ao (presidente Trump) que isso não tem nada a ver com etnia ou religião. É uma coisa cultural.”

Fonte: Guiame
http://dlvr.it/Rgy7x7