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Pesquisa mostra que cada vez mais pessoas consideram o casamento algo “antiquado”

De acordo com uma pesquisa atual, cada vez mais os americanos pensam que o casamento é desnecessário para criar famílias fortes. Além disso, o matrimônio tem sido visto como “algo antiquado”.

A pesquisa nacional realizada anualmente, nos Estados Unidos, foi divulgada na terça-feira (12), pelo Deseret News e o Centro de Estudo para Eleições e Democracia da Universidade de Brigham Young.

Produzida pelo YouGov, uma empresa líder internacional de pesquisa de mercado na internet, a “Pesquisa da Família Americana de 2021” entrevistou mais de 3.200 pessoas, entre 25 de junho e 8 de julho, extraindo resultados finais de 3 mil entrevistados.

Família, casamento e experiências externas

Desde 2015, a pesquisa vem analisando como os eventos atuais e as questões públicas afetam os relacionamentos familiares. Com a pandemia, por exemplo, as respostas mostraram que muitos aspectos da vida familiar dos americanos foram afetados.

“Algumas famílias demonstraram que resistiram bem à pandemia, enquanto outras experimentaram desafios emocionais, físicos e econômicos distintos”, diz o relatório.

“A pandemia trouxe um desafio econômico significativo para muitas famílias em termos de demissões e perda de renda, mas essas dificuldades econômicas não foram distribuídas igualmente entre as famílias americanas”, continua. 

“Há uma indicação de que as pessoas têm menos probabilidade de dizer que seu casamento ficou mais forte durante a Covid, talvez por causa do estresse do período. Mas, em geral, as pessoas acreditam que os casamentos estão indo bem”, explicaram os pesquisadores.

Mas, essas respostas estão associadas a relacionamentos já consolidados e famílias já formadas. Quanto a tomar a decisão de formar uma família e oficializar uma união, os resultados mostram que houve uma queda na porcentagem daqueles que acreditam que “a sociedade é melhor quando as pessoas se casam”. 

Queda na popularidade do casamento

Em 2017, 56% dos entrevistados disseram que “quanto mais as pessoas se casam, melhor a sociedade”, em 2021 esse número caiu para 45%. A nova pesquisa também indica que o número de pessoas que acreditam que o casamento é necessário para criar famílias fortes (52%) diminuiu 10 pontos percentuais desde 2015. 

Quando questionados se acham que o casamento é “antiquado e desatualizado”, 19% dos entrevistados disseram que “concordam”. Em 2015, apenas 12% dos entrevistados disseram o mesmo. 

“Há razões para acreditar que as pessoas estão ficando mais desapegadas ao casamento como uma instituição. Embora não queiramos sugerir que o casamento está com problemas como instituição, há uma ligeira erosão em sua popularidade”, escreveram os pesquisadores.

A Bíblia e o casamento

Hal Boyd, o editor executivo do Deseret National, disse ao Christian Post que as estatísticas mostram que “as pessoas têm maior satisfação com a vida quando se casam”. Ele também enfatizou que o casamento é melhor para os filhos e espera que as pessoas percebam que “o casamento tem benefícios” e deve ser normalizado.

“O casamento proporciona estabilidade e satisfação com a vida. Quem se casa costuma ter mais longevidade, melhor riqueza financeira, além de saúde física e mental”, afirmou. 

Boyd disse também que alguns fatores que influenciam as pessoas que evitam o casamento são o medo do divórcio e a falta de afiliação religiosa. Ele também observou que os ensinamentos que se rebelam contra a religião podem fazer com que o casamento se torne menos relevante devido à diminuição da afiliação religiosa.

“Acho que vemos mais pessoas religiosas se casando por causa dos ensinamentos doutrinários sobre o casamento na Bíblia”, disse. “E à medida que a cultura se torna mais secular e não abertamente religiosa, vemos uma diminuição nas taxas de casamento”, finalizou. 

Fonte: Guiame
http://dlvr.it/S9lnvM

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Protesto do Hezbollah deixa mortos e feridos em bairro cristão no Líbano

Pelo menos seis pessoas morreram e outras 30 ficaram feridas na quinta-feira (14) em Beirute, em um intenso tiroteio pouco antes do início de uma manifestação convocada pela organização xiita Hezbollah para exigir a demissão do juiz que investigava a explosão de agosto de 2020 no porto da capital, conforme relatado pela Cruz Vermelha Libanesa e pelas Forças Armadas do país.

Este é um dos confrontos mais violentos ocorridos na cidade nos últimos anos.

Os primeiros tiros foram disparados no bairro de maioria cristã, na área de Tayouneh, nos subúrbios ao sul de Beirute. Os manifestantes foram surpreendidos pelos tiros enquanto se dirigiam para a área de Adaleya, segundo o exército. Esse bairro abriga o Palácio da Justiça, em frente ao qual estava programado o protesto.

O exército rapidamente isolou a área, pediu aos civis que evacuassem as ruas e iniciou a busca pelos atiradores, explicou em um comunicado. Também alertou que suas unidades abririam fogo contra qualquer pessoa armada.

Em imagens e vídeos divulgados nas redes sociais, foram observadas pistolas, fuzis e lançadores de granadas, bem como pessoas que buscavam refúgio ou a chegada de ambulâncias em meio ao som de tiros. A tensão sobre a investigação da explosão no porto de Beirute no ano passado —que causou mais de 200 mortes— e sobre o juiz responsável, Tarek Bitar, vem crescendo de forma alarmante nos últimos dias.

Confrontos políticos

O Hezbollah emergiu como um dos grupos mais categóricos quando se trata de exigir a remoção de Bitar, a quem acusam de parcialidade. O juiz está tentando questionar políticos e altos funcionários dos serviços de segurança, incluindo um aliado do grupo xiita, suspeito de negligência. As famílias dos mortos na explosão, por sua vez, alegam que a classe dominante bloqueia a investigação e torpedeia a possibilidade de descobrir a verdade e fazer justiça.

Os tribunais libaneses, que removeram o antecessor de Bitar da investigação, Fadi Sawan, também acusado de falta de imparcialidade, suspenderam o trabalho de Bitar nas últimas semanas após esses questionamentos simiulares. No caso dele, porém, as acusações acabaram sendo retiradas e ele voltou a trabalhar.

O primeiro-ministro do país, Najib Mikati, pediu calma e que a população não se deixe levar pela “sedição”. Ele se reuniu com o ministro da Defesa, Maurice Selim, e o chefe do Estado-Maior Joseph Aoun.

O Hezbollah e seu movimento aliado AMAL disseram em um comunicado conjunto que os manifestantes foram atacados por atiradores localizados nos telhados de alguns edifícios. Eles também interpretaram o ataque como uma tentativa de arrastar o país para uma luta interna (o Líbano viveu uma guerra civil entre 1975 e 1990) e apelaram ao exército para intervir e a seus apoiadores para permanecerem calmos. Em uma segunda declaração, os dois grupos acusaram a organização política cristã das Forças Libanesas de estar por trás dos ataques.

A tensão sobre a investigação atingiu o Governo na quarta-feira: chegou a ser adiada uma sessão do tribunal devido a uma reunião tumultuada no dia anterior, informou o gabinete do presidente, Michel Aoun, em um comunicado. O adiamento da sessão voltou a suscitar dúvidas sobre a estabilidade do Executivo.

Fonte: Guiame
http://dlvr.it/S9jkB7

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Cristãos brasileiros ajudam a doar abrigos antibomba para comunidades de Israel

A Embaixada Cristã Internacional em Jerusalém (ICEJ, sigla em inglês) disse na terça-feira (12) que encomendou mais 30 novos abrigos antibomba portáteis para as comunidades da fronteira israelense, que são especialmente vulneráveis ​​a foguetes de Gaza e do Líbano, com um foco maior na proteção de civis nas regiões do norte da Galileia e Haifa.

O ICEJ já doou um total de 155 abrigos antibomba nos últimos 15 anos para as comunidades israelenses, a maioria deles (129) localizados em cidades ao longo da periferia de Gaza e os 26 restantes no norte.

Na última década, o Negev recebeu a maior parte da atenção do governo e de fontes privadas que buscam proteger melhor os civis das frequentes ataques de foguetes.

Trabalhando em parceria com a “Operação Lifeshield”, o ICEJ instalou dezenas de abrigos antiaéreos móveis na faixa de Gaza, em comunidades que se estendem de Kerem Shalom, no sul, até Sderot e Ashkelon.

A maioria foi doada a escolas, creches, clínicas médicas, centros juvenis, corredores comunitários, campi universitários, fábricas e outros locais públicos.

A necessidade de mais abrigos antiaéreos no norte, no entanto, tornou-se uma preocupação crescente, especialmente devido à grave falta de abrigos públicos e à crescente crise econômica do Líbano. Assim, o ICEJ está mudando seu foco para ajudar cidades nas regiões do norte da Galileia e Haifa a proteger suas comunidades mais vulneráveis.

Necessidade de proteção

Um relatório da Controladoria de Estado divulgado no ano passado alertou que 2,6 milhões de residentes do norte de Israel não têm acesso a abrigos antiaéreos funcionais.

Embora tenha havido esforços para atualizar os existentes, o orçamento do estado forneceu pouco financiamento para adicionar novos e melhores abrigos, em parte devido à instabilidade do governo de Israel nos últimos anos e à prioridade dada à reposição dos sistemas de defesa antimísseis Iron Dome (Domo de Ferro).

A demanda é mais aguda em cidades ao longo da fronteira norte com o Líbano, que são propensas a foguetes de menor alcance que não podem ser detidos pelo Iron Dome. Outras áreas de preocupação são aldeias agrícolas judias e árabes a leste de Haifa, perto de instalações estratégicas que podem ser alvos de conflito, como tanques de armazenamento de petróleo e fábricas de produtos químicos.

O ICEJ planeja entregar alguns dos novos abrigos nas próximas semanas para Haifa, Nahariya, Akko e Kfar Maccabi, em consulta com as autoridades de segurança locais.

As doações para esta causa são feitas por cristãos em dezenas de países, principalmente do Brasil, Canadá, China, República Tcheca, Fiji, Alemanha, Irlanda, Holanda, África do Sul, Suíça, Reino Unido e Estados Unidos.

Fonte: Guiame
http://dlvr.it/S9fYq6

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Ex-escravo diz que Black Lives Matter deveria olhar para África: ‘Ainda há escravidão lá’

Rebatendo os argumentos dos ativistas ocidentais, um ex-escravo africano lembra que ainda existe escravidão na África e que países democráticos como os Estados Unidos oferecem oportunidades únicas a estas pessoas.

“[Nos EUA] você pode conseguir um emprego decente e ser um homem livre”, disse Bol Gai Deng, ex-escravo e candidato à presidência do Sudão do Sul, à CBN News.

Deng se tornou um escravo em 1987, com apenas 7 anos, depois que invasores Mujahidin, apoiados pelo governo sudanês, o sequestraram e incendiaram sua aldeia. Ele e mais de 700 outras crianças capturadas foram forçadas a caminhar pelo mato, a 400 quilômetros de suas casas. 

“Eu era espancado, me diziam o que fazer, e às vezes colocavam correntes em minhas pernas para me tornar disciplinado ao meu senhor”, conta Deng.

Ele escapou depois de três anos em cativeiro e acabou indo para Cartum, capital do Sudão, onde encontrou ajuda de uma instituição de caridade católica. Mais tarde, ele viajou para o Egito, onde lhe foi oferecido asilo nos Estados Unidos.

Ele disse que os defensores do Black Lives Matter e da Teoria Crítica da Raça (que aborda o conceito de “racismo sistêmico”) podem aprender algumas lições com ex-escravos como ele.

“Eu acredito que Black Lives Matter não entende o que está acontecendo na África, eles não sabem o que está acontecendo ao redor do mundo”, opinou Deng. “Eles precisam entender que a escravidão ainda existe na África hoje; mais de 9,2 milhões de pessoas ainda estão em cativeiro na escravidão”.

Deng disse que a Líbia é um exemplo. Ele afirmou que as mulheres no país ainda estão sendo vendidas como escravas por apenas US$ 400 cada.

Além disso, ele sugeriu que as pessoas obcecadas com o passado racista e escravo da América deveriam ver o país como uma terra de progresso e liberdade.

“Na verdade, os EUA são o único país do mundo que pode dar liberdade à escrava para se tornar uma congressista. Você não pode encontrar isso no mundo, exceto nos EUA”, avalia.

Mensagem de paz do Evangelho

Embora as eleições ainda não tenham sido marcadas no Sudão do Sul, Deng declarou sua candidatura à presidência.

Seu maior desafio será unir uma nação dividida por tribos que lutam entre si. Para Deng, as divisões tribais acabarão assim que a nação adotar os valores cristãos e começar a se ver como sudaneses do sul, em vez de membros de uma tribo específica. 

“Acho que o que eles precisam agora é de um bom líder que entenda que o que está acontecendo no Sudão do Sul é a falta de liderança”, explicou o ex-escravo. “Nós, da comunidade cristã, acreditamos no amor. Acreditamos na paz. Acreditamos na unidade”, pontua. 

Fonte: Guiame
http://dlvr.it/S9ZWw0

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Califórnia exigirá que lojas tenham seções de brinquedos com gênero neutro

A Califórnia se tornou o primeiro estado do país no sábado a adotar uma lei exigindo que grandes lojas de varejo forneçam seções de brinquedos com gênero neutro sob um projeto de lei assinado pelo governador Gavin Newsom.

A lei diz que as lojas de varejo com 500 ou mais funcionários devem vender alguns brinquedos e produtos de puericultura fora das áreas especificamente rotuladas por gênero. Os varejistas podem continuar a oferecer outros brinquedos e artigos de puericultura nas seções tradicionais de meninos e meninas, se assim desejarem.

Newsom não fez comentários sobre a assinatura do projeto de lei, um dos vários anunciados no lote final de ações legislativas pesadas para o ano.

O projeto de lei continua uma mudança gradual no setor de varejo, deixando de comercializar estritamente produtos infantis sob os estereótipos tradicionais de gênero, disse o deputado democrata Evan Low, autor da proposta.

A famosa loja Target abandonou as seções de brinquedos para meninos e meninas em 2015 e, desde então, outros varejistas abandonaram as marcas específicas de gênero.

“Parte disso é para garantir que, se você for uma garota jovem, possa encontrar um carro de polícia, um caminhão de bombeiros, uma tabela periódica ou um dinossauro”, disse Low. “E da mesma forma, se você é um menino, se você é mais artístico e quer brincar com glitter, por que não? Por que você deve sentir o estigma de dizer, ‘Oh, isso deveria ser envergonhado’ e ir para um local diferente?”

Rosa e azul

Campbell Leaper, um professor de psicologia da UC Santa Cruz, disse que as empresas começaram a usar rótulos de gênero e indicadores rosa e azul para comercializar produtos especificamente para meninas ou meninos durante as décadas de 1940 e 1950.

A pesquisa em psicologia do desenvolvimento diz que as crianças se conscientizam das categorias de gênero desde os 3 anos de idade e são muito sensíveis aos rótulos baseados em gênero, disse ele.

“Sabemos de uma variedade de pesquisas diferentes, uma vez que eles têm essas categorias em suas cabeças e se você rotula algo para meninas ou meninos, as crianças geralmente irão ignorar se for rotulado para o outro gênero”, disse Leaper.

De acordo com a psicóloga cristã Marisa Lobo, “quando falamos de ideologia de gênero, a manipulação de narrativas é algo muito presente, a exemplo do que alega Campbell. Diferente do que ele sugere ao citar pesquisas da psicologia do desenvolvimento, crianças não se categorizam como ‘menino’ ou ‘menina’ porque são rotuladas, mas sim porque compreendem a natural diferença sexual entre machos e fêmeas”.

A colunista do Guiame diz que essa proposta de lei que visa impor a venda de brinquedos de gênero “neutro” na Califórnia é só mais uma das muitas iniciativas do ativismo LGBT+ no universo infantil, onde a intenção é influenciar a percepção de mundo das crianças já nos primeiros anos de vida, quando elas ainda não têm maturidade e capacidade de discernir realidade e fantasia.

Intromissão do Estado

Para Patrícia Alonso, o que está acontecendo no ‘mundo globalizado’, são questões rotineiras como impor aos lojistas como organizar as mercadorias nas prateleiras, a exemplo dessa lei imposta no estado da Califórnia. Segundo a advogada, isso se torna algo extremamente subjetivo e que não atende ao fim proposto.

Sobre a questão defendida pela lei sobre neutralidade de gênero, Patrícia diz que “não é logística dos brinquedos na loja que fará as crianças se identificarem mais ou menos com os brinquedos”.

“A questão é: qual será o próximo passo depois que a logística for mudada e houver essa ‘mistura’ de conceitos proposta por esse lobby, pois com certeza essa militância não vai parar”, acredita a advogada.

“E já vou adiantando, o próximo passo será colocar nas prateleiras, mais uma vez bonecas com órgão genital masculino e bonecos com seios. Nisso a proposta é suscitar a curiosidade das crianças para conhecer o outro e no conhecer o outro ocorrerão os abusos”, diz a colunista do Guiame.

A nova legislação na Califórnia entra em vigor em 2024. Os varejistas que não cumprirem a lei estarão sujeitos a penalidades civis mínimas de US$ 250 para a primeira violação e US$ 500 para violações adicionais.

Fonte: Guiame
http://dlvr.it/S9VN1S

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Banheiro ‘luxuoso’ é descoberto próximo ao primeiro templo, em Jerusalém

Um banheiro privativo de 2.700 anos, que remonta aos dias do Primeiro Templo, foi descoberto recentemente durante uma escavação arqueológica em Jerusalém, de acordo com a Autoridade de Antiguidades de Israel.

O cubículo de calcário foi descoberto em uma escavação no bairro de Armon Hanatziv, em Jerusalém, como parte dos esforços para construir um novo complexo turístico na área.

“Um cubículo de banheiro particular era muito raro na antiguidade, e apenas alguns foram encontrados até hoje, a maioria deles na cidade de David”, disse Yaakov Billig, diretor da escavação da Autoridade de Antiguidades de Israel.

“Na verdade, apenas os ricos podiam pagar banheiros. Mil anos depois, a Mishná e o Talmud levantaram vários critérios que definem uma pessoa rica, e Rabi Yossi sugeriu que ser rico é ‘ter o banheiro ao lado de sua mesa’”, explicou.

Estilo de vida antigo

O banheiro tinha um vaso sanitário de pedra esculpida com um orifício no centro, posicionado sobre uma fossa séptica profunda, disse o IAA.

A descoberta remonta ao período do primeiro templo e acredita-se que pertença a uma “antiga propriedade real” que funcionou no século 7 aC, sugeriu a Autoridade de Antiguidades.

“É fascinante ver como algo que é óbvio para nós hoje, como banheiros, era um item de luxo durante o reinado dos reis de Judá”, disse Eli Eskosido, diretor da Autoridade de Antiguidades de Israel. “Jerusalém nunca para de surpreender. Só podemos imaginar a vista deslumbrante.”

Na fossa séptica sob o banheiro, uma série de fragmentos de cerâmica e ossos de animais também foram descobertos, o que poderia potencialmente “nos ensinar sobre os estilos de vida e dietas do povo do Primeiro Templo, bem como doenças antigas”, disse o IAA.

Ao lado do banheiro, os arqueólogos que trabalham no local da escavação descobriram capitéis de pedra que antes ficavam no topo das colunas, bem como pequenas colunas arquitetônicas que serviam como grades para as janelas.

Também foram descobertas evidências de um jardim com árvores frutíferas e outras plantas que ficavam perto do cubículo do banheiro, símbolo da outrora “mansão exuberante”.

Fonte: Guiame
http://dlvr.it/S9P5bV

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Brasil libera 80 vistos humanitários para cidadãos do Afeganistão

O Ministério das Relações Exteriores informou na sexta-feira (08) que o Brasil concedeu 80 vistos humanitários para cidadãos do Afeganistão. Desde agosto, o país passa por uma crise humanitária ocasionada pela saída definitiva de tropas dos Estados Unidos e a tomada do poder pelo Talibã.

De acordo com o embaixador Achilles Zaluar, chefe de gabinete do ministro das Relações Exteriores, Carlos Alberto Franco França, 400 pedidos de vistos estão em andamento e 170 candidatos estão realizando entrevistas na Embaixada do Brasil em Islamabad, no Paquistão, país vizinho ao Afeganistão.

“O processo de concessão de visto para candidatos a refúgio do Afeganistão para o Brasil está andando perfeitamente bem, sem nenhum obstáculo e sem nenhum problema”, disse o diplomata.

Acolhida humanitária

“A presente Portaria Interministerial dispõe sobre a concessão de visto temporário e de autorização de residência para fins de acolhida humanitária para nacionais afegãos, apátridas e pessoas afetadas pela situação de grave ou iminente instabilidade institucional, de grave violação de direitos humanos ou de direito internacional humanitário no Afeganistão”, diz a publicação.

Em setembro, uma portaria interministerial regulamentou a concessão do visto temporário e de autorização de residência para fins de acolhida humanitária para os afegãos.

As embaixadas em Islamabad, Teerã, Moscou, Ancara, Doha e Abu Dhabi estão habilitadas a processar os pedidos de visto para acolhida humanitária. O Brasil não tem embaixada ou consulado no Afeganistão.

Fonte: Guiame
http://dlvr.it/S9KmYd

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Vereador é intimado por vídeo “menino é menino, menina é menina” em apoio a Jorge Linhares

O vereador cristão Airton Souza (MDB), da cidade de Canoas no Rio Grande do Sul, foi intimado a depor por publicar um vídeo afirmando que “menino é menino e menina é menina”, em apoio ao pastor Jorge Linhares, que foi intimado em julho por defender a visão bíblica sobre gênero. 

No dia 28 de setembro, o vereador recebeu um mandado de intimação da 4ª Delegacia de Polícia de Canoas em seu gabinete na Câmara Municipal de Vereadores. A intimação foi resultado de uma ocorrência policial registrada contra ele, devido a um vídeo postado por Airton Souza nas redes sociais no dia 30 de julho.

No vídeo, o vereador manifestou sua solidariedade ao Pastor Jorge Linhares, que foi alvo de uma investigação do Ministério Público de Minas Gerais por uma postagem contra a ideologia de gênero, reafirmando o princípio de que “menino é menino e menina é menina”.

O parlamentar também classificou o caso do pastor Linhares como cerceamento à liberdade religiosa e liberdade de expressão, incentivando os cristãos a expressarem sua fé e lutarem por seus direitos religiosos.

Um dia antes da intimação, Airton pediu oração por ele e pelo Brasil e afirmou que continuaria defendendo a verdade e os princípios cristãos, em postagem em suas redes sociais no dia 29 de setembro.

No dia seguinte, após prestar esclarecimentos à, o vereador gravou um vídeo em frente a delegacia, falando sobre o caso. “Saímos daqui convictos e reafirmamos que acreditamos e continuaremos propagando as verdades de Deus”, disse Airton.

Acompanhando o vereador, o presidente do Instituto Brasileiro de Religião (IBDR), Thiago Rafael Vieira, ressaltou que a liberdade religiosa é um direito garantido pela Constituição Brasileira.

“A liberdade de crença e a liberdade religiosa são liberdades constitucionais e são invioláveis, conforme o artigo 5°, inciso 6°. E não vão nos calar, nós vamos continuar pregando a nossa crença, vivendo segundo os nossos dogmas e aquilo que acreditamos”, afirmou Vieira.

Sobre o caso Jorge Linhares

Em junho deste ano, o pastor Jorge Linhares, diretor geral do Colégio Batista Getsêmani, foi convocado a comparecer no Ministério Público de Minas Gerais, para ser investigado sobre eventual postagem de um vídeo que “caracterizou discriminação de identidade de gênero” e foi enquadrado pela OAB como “discurso de ódio”.

No vídeo que viralizou nas redes sociais, postado em 28 de junho, aparecem crianças defendendo os gêneros masculino e feminino, logo após a polêmica campanha do Burger King em defesa da causa LBGT, no mês do orgulho gay.

O vídeo, porém, não foi produzido por alunos do Colégio Batista Getsêmani, mas foi somente compartilhado pelo colégio e pertence ao canal do YouTube “O Mundo de Otávio”. 

As crianças dizem que a “ideia de que meninos podem se tornar meninas é enganosa e que Deus fez meninos e meninas”. Mesmo assim, a instituição de ensino foi acusada de homofobia, conduta que pode ser criminalizada, conforme a lei de discriminação vigente em alguns Estados do Brasil.

Para a OAB, a mensagem seria ofensiva, mesmo sem contar com nenhuma palavra ou menção negativa a pessoas LGBT.

Fonte: Guiame
http://dlvr.it/S9Gjmr

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Comissão de Direitos Humanos condena ultrassom em evento pró-vida e recebe fortes críticas

A Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH), que se manifestou abertamente a favor da descriminalização do aborto em vários países, expressou em 6 de outubro sua “condenação” pela realização de uma ultrassonografia em uma mãe adolescente durante a marcha “A favor da mulher e da vida”, realizada no México.

Embora os organizadores da marcha tenham confirmado que a adolescente deu consentimento para a realização da ultrassonografia no evento, assim como seus pais, para a CIDH a “exposição pública do procedimento de saúde não atende ao interesse superior da adolescente”.

No dia 3 de outubro, por ocasião da marcha “A favor das mulheres e da vida”, que reuniu 300 mil pessoas na Cidade do México e cerca de um milhão em todo o país, um médico realizou uma ultrassonografia em Ana, uma adolescente de 15 anos com 38 semanas de gestação.

O vídeo de ultrassom desatou a ira dos promotores do aborto, que fizeram vários insultos e ameaças.

Ao mesmo tempo, o vídeo se tornou viral, atingindo cerca de 11 milhões de pessoas, com cerca de 2 milhões de visualizações.

El conmovedor momento en que realizan una ecografía en la marcha @Afavormujervida #MexicoEsProvida #MeLateElCorazón https://t.co/1IfdgukGrT pic.twitter.com/z2mga0PgOp— David Ramos (@YoDash) October 3, 2021

Críticas à Comissão

A “condenação” da CIDH ao vídeo do ultrassom foi recebida com fortes críticas.

Um usuário destacou que a Comissão Interamericana de Direitos Humanos, dependente da Organização dos Estados Americanos (OEA), “não se pronuncia sobre o uso de crianças em marchas pró-morte, onde são levadas e expostas a atos de violência, vandalismo e linguagem obscena”.

“Aí não se preocupam por todas essas crianças. Ou quando as levam em marchas gays onde há nudez e exposição a linguagem sexual”, disse.

Julia Regina de Cardenal, presidente de uma fundação pró-vida de El Salvador, escreveu: “A desprestigiada CIDH é ativista que promove o negócio do aborto, que explora e prejudica mulheres com gravidezes difíceis, matando seus filhos”.

Para o líder pró-vida, a CIDH busca evitar “mostrar o bebê em desenvolvimento porque matá-lo é um crime bárbaro contra um ser humano indefeso”.

Comissão é favor do aborto

A CIDH celebrou em 2017 a despenalização do aborto em alguns casos no Chile, pois considerava que abria caminho “para que os serviços de aborto legal e seguro sejam garantidos a todas as mulheres, crianças e adolescentes”.

La desprestigiada CIDH es activista promotora del negocio del aborto que explota y daña a mujeres con embarazos en dificultades matando a sus hijos. Impiden mostrar el bebé en desarrollo porque matarlo es un crimen barbárico contra un ser humano indefenso. https://t.co/eOu0nK8K48 pic.twitter.com/P7Dmk4rBwN— Julia Regina de Cardenal (@JuliareCardenal) October 6, 2021

Numa audiência que visava pressionar a Argentina a legalizar o aborto em 2018, a então presidente da CIDH, Margarette May Macaulay, afirmou que “as mulheres têm direito e autonomia para decidir sobre seus corpos e o Estado deve garantir esses direitos às mulheres, e em particular para meninas e jovens”.

No México, o aborto é um crime despenalizado apenas até 12 semanas de gestação em alguns estados e na Cidade do México.

No entanto, com base na polêmica Norma Oficial Mexicana NOM-046, meninas maiores de 12 anos podem solicitar diretamente o aborto em instituições de saúde sem a necessidade de nenhuma denúncia, mas apenas com um pedido garantindo sob juramento que a gravidez ocorreu em um abuso.

Em setembro deste ano, a Suprema Corte de Justiça da Nação, máximo órgão judicial do México com faculdades de Tribunal Constitucional, invalidou uma série de artigos no Código Penal do estado de Coahuila, abrindo a porta para a despenalização do aborto no país.

Proteção à vida

Nesse mesmo mês, a SCJN declarou inconstitucional a proteção à vida desde a concepção na Constituição de Sinaloa e invalidou um artigo da Lei Geral de Saúde que protegia a objeção de consciência dos profissionais de saúde, que os impedia de participar de abortos contra sua vontade.

Em diálogo com ACI Prensa, agência do grupo ACI, Rodrigo Iván Cortés, presidente da Frente Nacional pela Família (FNF), destacou a contradição na CIDH, já que “se escandalizam” com a ultrassonografia, quando ao mesmo tempo querem “que seja um direito fundamental tirar a vida de um ser humano inocente em sua etapa mais vulnerável”.

“Chama a atenção que esta Comissão, que deveria velar pelos direitos humanos, não tenha prestado atenção ao que expressaram as 300 mil pessoas que estavam na Cidade do México, as 200 mil pessoas que estavam no estado de Jalisco, ou as cerca de um milhão de pessoas que em mais de 80 cidades levantaram a voz a favor do direito humano fundamental a viver”.

Direito de viver

O direito de viver, destacou, é “o direito humano sem o qual nenhum outro direito pode ser desfrutado”.

O presidente da FNF também denunciou que tanto da CIDH quanto de outras áreas da OEA “o que querem impor é um pensamento único, que é a ideologia de gênero”.

“E assim como eles querem chamar de ‘direitos reprodutivos’ matar um ser humano inocente, eles querem chamar a imposição da ideologia de gênero de ‘direitos sexuais’”.

“Se escandalizam pelo ultrassom feito a uma menor grávida, mas não se escandalizam com esta imposição da ideologia de gênero, que implica promover e utilizar recursos públicos para amputar membros saudáveis de menores de idade sob o pretexto da ideologia de gênero”, criticou.

“Aqui vemos claramente uma contradição severa”, disse ele. “E o que mais me preocupa: uma subversão muito forte das coisas”.

Fonte: Guiame
http://dlvr.it/S9Df1K

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Alunos sequestrados em escola cristã foram libertados após 75 dias, na Nigéria

Dez dos alunos sequestrados da Escola Secundária Betel Batista em Kaduna, na Nigéria, foram libertados e reunidos com suas famílias, a Associação Cristã da Nigéria (CAN).

Após a libertação de 57 estudantes em 28 de agosto, o chefe do CAN no estado de Kaduna, Joseph Hayab, acusou o governo de “abandonar” os 21 estudantes restantes “na área de Damishi de Kaduna no mato com bandidos”.

Hayab sublinhou que “o silêncio sobre as crianças da escola batista ainda nas mãos de seus captores é condenável […] Nossos líderes calam como se tudo estivesse bem quando na verdade nem tudo está […] Essas crianças deveriam ser libertadas ou resgatado sem demora”.

“Todos nós sabemos que o governo Kaduna fechou as escolas por mais de um mês, alegando que os militares irão atrás dos bandidos e novamente lhes pediu para reabrir sem trazer de volta nossos filhos”, disse ele ao jornal online nigeriano Punch.

De acordo com declarações feitas por uma das autoridades da escola à mídia local Canais de TV, os alunos foram libertados depois que um resgate foi pago aos sequestradores. A polícia não confirmou isso.

Além dos 57 alunos liberados no final de agosto, outros foram devolvidos às suas famílias no dia 27 de julho. Pais se reuniram para orar por libertação de seus filhos.

“Esperamos agora que os 21 alunos que ainda estão com os sequestradores sejam libertados”, disse Hayab. Todos eles foram sequestrados em 5 de julho, quando um grupo de pistoleiros não identificados atacou o centro.

“A Igreja no estado de Kaduna nunca ficará quieta até que todos os nossos filhos e todos em cativeiro sejam libertados e voltem para casa”, destacou Hayab.

Três sequestradores presos

A polícia nigeriana informou nas últimas semanas a prisão de três homens envolvidos no sequestro da Escola Secundária Betel Batista.

A mídia local Naija News citou um deles dizendo: “Éramos 25 de nós que realizamos a operação. Raptamos 136 alunos e recebi 100.000 nairas (cerca de 211 euros) do dinheiro [recebido]”.

Segundo autoridades policiais, os sequestradores prepararam o ataque à escola observando suas instalações, horários de funcionamento e traçando uma estratégia.

Durante o interrogatório, os suspeitos garantiram à polícia que atacaram mais de 50 igrejas.

Fonte: Guiame
http://dlvr.it/S9B3tN