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Sobrevivente de voo da Chape escapa da morte em novo acidente: “Me sinto abençoado”

O boliviano Erwin Tumiri, um dos seis sobreviventes do desastre aéreo da Chapecoense, foi livrado da morte mais uma vez em um acidente de ônibus na terça-feira (2).

Tumiri, que era técnico de aeronave da LaMia, sobreviveu entre 71 mortos na tragédia de 28 de novembro de 2016. Desta vez, ele também foi contabilizado entre os sobreviventes do acidente de ônibus, que deixou 21 mortos e 30 feridos.

“Pessoalmente, eu me sinto muito abençoado por Deus. Ele está sempre em minhas intenções, nos meus projetos”, disse entrevista à Agência Efe, Tumiri, que é evangélico.  

O ônibus caiu de um barranco de 150 metros no quilômetro 72 na rodovia Cochabamba-Santa Cruz, na Bolívia. O veículo capotou perto da cidade boliviana de Ivirgarzama. 

Tumiri, que está com 30 anos, se recupera dos ferimentos em um hospital da Bolívia. Ele lamentou as mortes e afirmou sentir “ao mesmo tempo, muita raiva”, por não ser a primeira vez que a empresa de transportes se envolveu em um acidente do tipo.  

Desde a tragédia aérea de 2016, Tumiri se aproximou mais de Deus e voltou a buscar novos sonhos — ele resolveu estudar e se formou como piloto. Em fevereiro deste ano, ele foi aceito na estatal Direção-Geral de Aviação Civil (DGAC) e embarcou no ônibus para trabalhar na cidade de Chimoré, na zona central do Trópico de Cochabamba. 

Antes de embarcar, na noite de terça-feira, Tumiri disse que sentiu-se receoso de entrar no ônibus, porque parecia “velho”. Ele adormeceu durante o percurso, até que foi acordado por gritos.

“As pessoas começaram a gritar. Diziam: ‘Pare, pare!’ Muita gente começou a chorar, a maioria mulheres. Larguei meu celular, me agarrei ao banco da frente e me inclinei para trás”, descreveu, ao se lembrar da situação dentro do ônibus em alta velocidade.  

‘Nosso Pai tem poder’

A fé é uma característica comum entre sua família. A irmã do sobrevivente, Lucía Tumiri, que também é evangélica, afirmou em entrevista ao jornal Los Tiempos que ele está vivo por milagre de Deus.

“Ele está estável, graças a Deus, mais uma vez ele foi salvo. Ele teve ferimentos leves. Fiquei muito preocupada, sinto-me feliz pelo meu irmão. Ele está com ferimentos no joelho e arranhões nas costas, está com um corte no joelho. Eu conversei com ele e ele disse que está bem. É com a força do Senhor, ele sempre cuida de nós e tem o seu tempo”, afirmou a irmã à publicação local.

Ao jornal argentino “Olé”, Lucía reconheceu o cuidado de Deus sobre a vida de seu irmão. “Estou tranquila, nosso Pai Criador tem poder. Ele protegeu meu irmão, e agradeço ao Senhor. Sou evangélica, meu irmão também tem seu grupo”, disse.

Fonte: Guiame
http://dlvr.it/Rv31Yd

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Nigéria: meninas sequestradas na semana passada são libertadas

No dia 26 de fevereiro, a Escola Secundária de Garotas do Governo em Jangebe, na Nigéria, foi atacada por homens armados e centenas de crianças foram sequestradas. Mas o governador do estado de Zamfara, Bello Matawalle, assegurou que as 279 meninas já teriam sido libertadas. 

“Meu coração se alegra em anunciar que as garotas sequestradas em Jangebe foram libertadas do cativeiro”, disse em comunicado através do Twitter.

Esse é o terceiro sequestro em massa de crianças na Nigéria em menos de três meses, o que destaca a insegurança que muitas comunidades no país enfrentam. As crianças e professores sequestrados em Kagara continuam desaparecidos, bem como as meninas de Chibok, levadas em 2014.

A Nigéria, país mais populoso da África, ocupa o 12º lugar na Lista Mundial da Perseguição. A violência aos cristãos nigerianos tem sido alarmante. O grupo extremista Boko Haram tem sido responsável por grande parte dos crimes cometidos contra a igreja no país.

Fonte: Guiame
http://dlvr.it/Rtz66v

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Jogador é alvo de insultos por muçulmanos por ser “brasileiro cristão”, na Albânia

O futebol da Albânia apresentou muitos desafios para o meia-atacante brasileiro Adalto Silva. No entanto, sua maior dificuldade não foi com o esporte em si, mas sim com ataques racistas e intolerãncia religiosa.

Adalto, de 22 anos,  jogou por seis meses no Shkumbini Peqin, um time da segunda divisão local. Natural do interior do Pará, ele foi impedido de fazer gestos e expressões de fé comuns entre cristãos.

“Quando nosso jogo ia ser transmitido na televisão para o país todo, tinha um dirigente que vinha até mim e sempre falava que eu não deveria fazer o sinal da cruz em campo e nem comemorar gol apontando os dedos para cima. Ele falava que era melhor evitar esses gestos pelo meu próprio bem, para minha segurança”, disse o jogador a Rafael Reis, colunista do UOL Esporte.

“O que eu mais ouvia, de torcedores adversários, pessoas na rua e até mesmo de companheiros de time era a expressão ‘brasileiro cristão’. De vez em quando, ela era acompanhada de um xingamento”, relatou o jogador. 

Embora o cristianismo seja uma religião predominante na maior parte dos países da Europa, a Albânia tem uma composição religiosa diferente. De acordo com o censo de 2011, mais de 55% dos quase 3 milhões de habitantes do país são muçulmanos. 

Assim como a maior parte da população, a maioria dos jogadores do Shkumbini Peqin também seguem o Islã. Adalto disse que boa parte deles não escondia o incômodo em vê-lo professar uma fé diferente.

“No vestiário, quando eu me ajoelhava para fazer minhas orações, meus companheiros ficavam me encarando fixamente, com aquele olhar de estranhamento. Eu conseguia notar que alguns riam e outros comentavam alguma coisa enquanto eu rezava”, disse ele.

Adalto teve que lidar não apenas com a intolerância religiosa, mas também com o racismo. “Eu me considero branco, mas acho que lá na Albânia eles enxergam minha cor diferente”, explica. 

“Uma vez, fui reclamar com o árbitro durante uma partida e ele me ofendeu. Falou brasileiro cristão com um palavrão e apontou para o braço, naquele gesto de quem está mostrando que não respeita a minha cor”, continuou.

No começo do ano passado, Adalto decidiu sair da Albânia e se mudou para Alemanha, para começar a jogar em um time da sexta divisão. A pandemia de Covid-19 mudou os planos e Adalto voltou para o Brasil.

Em sua terra natal há um ano, Adalto jogou no segundo semestre a Série B do Campeonato Paraense pelo Tiradentes para recuperar a forma. Agora, negocia com um clube de Rondônia para disputar o Campeonato Estadual. 

Fonte: Guiame
http://dlvr.it/RtvFPG

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Homem que chegou a vender uma Bíblia para comprar drogas tem a vida restaurada por Deus

Rodrigo Tadeu é mais uma testemunha viva de que através do evangelho é possível nascer para uma nova vida em Cristo Jesus. Ele era viciado em drogas e viveu nas ruas durante seis anos.

Em uma ocasião, Rodrigo pediu que Deus tirasse sua vida depois de terem tentado pôr fogo nele. Foi quando mais ele precisava de socorro, que duas evangelistas da Igreja Batista lhe falaram das boas novas de salvação.

Então, Tadeu passou a ir a igreja para se alimentar e ganhou uma Bíblia, que logo depois chegou a vender para comprar drogas. Nesse momento, Rodrigo entendeu que precisava de ajuda e aceitou ir para a Cristolândia de Belo Horizonte (MG), o centro evangélico de recuperação para dependentes químicos da Junta de Missões Nacionais (JMN)

Ele ficou no centro por um ano e dez meses. Mas, ao visitar o filho, teve uma recaída, já no final do tratamento. Tadeu pediu ajuda novamente e foi para a unidade da Cristolândia em Muriaé (MG).

Lá, com ajuda dos professores, ele conseguiu concluir o Ensino Médio. Logo após, Rodrigo foi desafiado pelos missionários da unidade, Érica Dayane Dantas e Felipe Santiago Dantas, a continuar seus estudos.

O sonho de Rodrigo era trabalhar na área de saúde. E através de um casal de apoiadores da JMN, o novo convertido pode iniciar o curso de Técnico em Enfermagem e Instrumentação Cirúrgica.

Hoje, Rodrigo veste o uniforme de enfermeiro com orgulho e faz estágio no Centro Cirúrgico em Muriaé (MG). Em breve, Rodrigo Tadeu Tiburcio estará formado, atuando em sua profissão e organizando sua casa.

Fonte: Guiame
http://dlvr.it/RtqLfC

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Líder de jovens cristãos é preso no Sudão acusado de fazer “lavagem cerebral” na população

Osama Saeed Musa Kodi, um líder cristão que atua entre os jovens sudaneses, foi preso por oficiais de segurança e está sob custódia desde o dia 19 de fevereiro. Kodi foi acusado de tentar fazer “lavagem cerebral” com a ajuda de organizações cristãs, na população de Gezira, um dos estados do país.

Depois de ser preso e interrogado ficou nas mãos do Serviço Geral de Inteligência. De acordo com a Portas Abertas, ele está sendo ameaçado de morte pelas próprias autoridades caso não deixe de pregar o Evangelho. O cristianismo é definido como sendo algo “mau” pelos líderes da nação.

Um dia antes de sua prisão, Kodi se reuniu com o procurador-geral do Sudão, que visitou o estado de Gezira. Na ocasião, eles planejaram uma coletiva de imprensa. O ministro de Assuntos Religiosos e Doações do Sudão, Nasr al-Din Mufreh, também visitou o estado para discutir a questão da igreja Tamboul com o governador e funcionários. No final de 2020, o governador de Gezira havia dado a quatro igrejas terrenos vazios para construir edifícios. 

Direitos humanos e liberdade religiosa

A prisão de Kodi contrasta com os recentes movimentos do governo de transição do Sudão, que vem revertendo políticas que violaram a liberdade religiosa e outros direitos humanos sob o governo de 30 anos de Al-Bashir. 

Em março de 2020, Nasr al-Din Mufreh criou um comitê para investigar quatro ataques incendiários a um prédio da SCOC em Jabarona, uma grande comunidade nos arredores de Cartum. Nove pessoas foram julgadas por seu suposto envolvimento nos ataques. 

Sobre a atuação do líder no Sudão

Kodi é presidente de uma organização de jovens cristãos na capital do estado, Wad Madani, e tem apoiado a Igreja Sudanesa de Cristo (SCOC) em Tamboul, depois que o edifício foi destruído em um ataque incendiário em janeiro. Após consultar líderes muçulmanos locais, as autoridades retiraram a permissão para a reconstrução da igreja. 

Fonte: Guiame
http://dlvr.it/RtlNwP

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Casal cristão é preso junto com seu bebê acusado de evangelismo, na Somalilândia

No dia 21 de janeiro, a polícia de Hargeisa, na Somaililândia, prendeu o casal Mohamaed e Hamdi, e o bebê do casal. A polícia vasculhou a casa da família, confiscou os materiais pertencentes a eles e também prendeu uma mulher que morava com o casal.

A família permanece sob custódia da polícia e não é a única que foi detida pelas autoridades locais.

Em 25 de janeiro, eles foram levados a um juiz sob uma suspeita de disseminação de cristianismo. Em uma audiência em 10 de fevereiro, os cristãos foram informados que o período de investigação está sendo tratado.

O advogado do casal os visitou na prisão e crianças que estavam sendo bem tratados e com boa saúde. Mas após alguns dias, quando as visitas foram negadas e ninguém mais teve contato com os cristãos, mesmo após reclamações com o Ministério Público.

Embora a Somalilândia tenha declarado unilateralmente a sua independência em 1991, oficialmente, ainda pertence à Somália, fazendo fronteira com Djibuti, Etiópia e com o estado somali de Puntlândia.

A Somália ocupa o 3º lugar na Lista Mundial da Perseguição 2021, onde os seguidores de Jesus enfrentam pressão e vinda, principalmente, de grupos extremistas, amigos e familiares e líderes do governo.

Fonte: Guiame
http://dlvr.it/Rtgg3b

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Prisão encoraja cristão a pregar ainda mais o Evangelho na China

Muitos muçulmanos que decidiram seguir a Cristo, na China, foram enviados para os “centros de educação e treinamento vocacional”. É assim que o governo chama os lugares onde as pessoas que enfrentam o comunismo costumam sofrer “lavagem cerebral”.

O processo de “reeducação” inclui propagandas elogiando o ditador chinês Xi Jinping, além de canções patriotas que enaltecem o regime comunista. Após ser enviado para um desses campos, Ehmet [nome fictício por questões de segurança] passou a evangelizar, mesmo sabendo que não era permitido. 

De acordo com a Portas Abertas, no início ele se preocupou muito, já que havia outros membros de sua família ali detidos. Ele pensou que estaria livre em apenas um mês. Mas, três meses se passaram e ele continuava preso.

Em meio à depressão

Ehmet ficou depressivo e passou a questionar sua realidade. “Que tipo de vida é essa?”, questionava olhando para os ponteiros do relógio. Um ano se passou e ele decidiu entregar aquela situação para Deus.

Em oração, o cristão decidiu se render ao Criador. “O Senhor é quem decide quando devo sair daqui”, disse. Segundo relatos da Portas Abertas, uma paz o invadiu e ele sentiu uma sensação de liberdade para enfrentar qualquer tipo de dificuldade.

Em pouco tempo, ele foi transferido para outro campo onde havia mais cristãos. Sem permissão para conversar, eles se comunicavam através de olhares e gestos. E isso foi suficiente para o encorajamento do grupo. 

No ano passado, Ehmet finalmente foi solto. Um colaborador da Portas Abertas, compartilhou: “Agora que está em casa, a vigilância continua. Mas isso não acabou com sua fé vibrante. Ele continua acreditando no Senhor. O tempo no campo de reeducação, na verdade, aprofundou a fé desse homem e renovou sua intimidade com Deus. Não apenas isso, apesar das restrições, ele tem uma nova ousadia de compartilhar o Evangelho, até mesmo com seus vizinhos.

Fonte: Guiame
http://dlvr.it/RtcxFQ

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‘Hamã tentou destruir os judeus e falhou, e vocês também vão falhar’, diz Netanyahu ao Irã

O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, prometeu na terça-feira (23) que Israel impedirá o Irã de obter uma arma nuclear. O comentário foi feito horas depois que a TV estatal iraniana informou que a República Islâmica começou oficialmente a restringir as inspeções internacionais de suas instalações nucleares.

“Na véspera da festa de Purim, eu digo para aqueles que buscam nos prejudicar — o Irã e seus representantes no Oriente Médio: 2.500 anos atrás, outro tirano persa, [Hamã], tentou destruir o povo judeu e, assim como ele falhou, vocês também vão falhar”, disse Netanyahu em uma cerimônia na cidade de Tel Hai, no norte do país, referindo-se ao livro bíblico de Ester.

Dirigindo-se aos líderes iranianos, Netanyahu disse que Israel não permitiria que “seu regime extremista e agressivo” adquirisse armas nucleares.

“Não fizemos a jornada de gerações por milhares de anos de volta à Terra de Israel, para permitir que o regime delirante dos aiatolás encerre a história da ressurreição do povo judeu”, disse ele.

“Não depositamos nossa confiança em nenhum acordo com um regime extremista como o seu”, disse Netanyahu, enquanto o governo Biden busca reingressar no acordo nuclear de 2015 sobre o programa nuclear do Irã, que o ex-presidente dos EUA, Donald Trump, havia se retirado em 2018.

O premiê acrescentou: “Já vimos a natureza dos acordos com regimes extremistas como o seu, no século passado e também neste século, com o governo norte-coreano. Com acordo ou sem acordo, faremos o que for necessário para que não tenham armas nucleares”.

Relações entre Israel e EUA

Na segunda-feira (22), Netanyahu realizou a primeira reunião interministerial para discutir a política de Israel sobre o Irã desde que Joe Biden assumiu a presidência dos EUA.

Durante a reunião, o chefe de gabinete das Forças de Defesa de Israel, Aviv Kohavi e o chefe do Mossad, Yossi Cohen, enfatizaram a importância de trabalhar em conjunto com a nova administração dos EUA, sem discutir publicamente com Washington sobre o acordo com o Irã, relatou o site de notícias Walla.

“Não mudamos nossa posição contra o retorno ao acordo nuclear, mas queremos trabalhar junto com o governo e ter uma discussão construtiva com ele, não um confronto”, disse um alto funcionário.

Além disso, Netanyahu planeja delegar conversas sobre o Irã a altos funcionários para evitar qualquer tensão pessoal entre ele e Biden, de acordo com a Reuters.

“A intenção é resolver tudo nesse nível e manter esse canal de comunicação aberto”, disse um alto funcionário à Reuters. “Obviamente, isso traz benefícios quando há o risco de ‘indiferença’ no nível da liderança executiva”.

Fonte: Guiame
http://dlvr.it/RtYsv6

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Illinois aprova lei para tornar banheiros públicos para ‘todos os gêneros’

Todos os banheiros públicos do estado americano do Illinois foram designados como neutros em relação ao gênero e deverão ter ocupação única, de acordo com uma lei assinada pelo governador J.B. Pritzker.

A proposta legislativa, de autoria da senadora estadual democrata Melinda Bush de Grayslake, proíbe placas fora de qualquer banheiro público de ocupação única para designar um gênero específico. A medida foi aprovada por unanimidade no Senado e por 109 votos a 5 na Câmara.

“Tornar os banheiros para ocupação única neutros em termos de gênero é inclusivo, mas também faz sentido”, disse Bush em um comunicado. “É uma pequena mudança que terá um grande impacto para milhares de cidadãos.”

A deputada chamou isso de “uma medida de bom senso que beneficiará indivíduos que não se identificam como homem ou mulher, bem como pais e cuidadores que têm dependentes do sexo oposto”.

“O que será necessário para que os cidadãos [de Illinois] decentes e sãos organizem e protestem contra as leis repugnantes que saem do estábulo intacto de Springfield?”, questionou o site conservador Illinois Family.

Segundo a lei estadual, as pessoas podem usar o banheiro que corresponda à sua identidade de gênero, de acordo com o Equality Illinois, um grupo de direitos LGBT que apoiou a legislação de Bush.

Banheiros públicos e vestiários nos últimos anos se tornaram campos de batalha passando a ser reivindicado como de uso neutro. A ideia tem causado muita polêmica.

Controvérsias

“Talvez alguém pudesse perguntar [à deputada] como exatamente a privacidade e a segurança das meninas e mulheres de Illinois serão promovidas por meio de banheiros mistos”, diz o Illinois Family, denominando a legislação de “um monte esterco”.

No subúrbio noroeste de Palatine, por exemplo, uma controvérsia surgiu durante anos sobre se os alunos transgêneros deveriam ter permissão para usar o vestiário que corresponde à sua identidade de gênero.

Em 2015, o Township High School District 211 de Palatine começou a permitir que os alunos transgêneros usassem os banheiros e vestiários correspondentes depois que o Departamento de Educação dos EUA concluiu que suas políticas violavam a lei federal antidiscriminação. Desde então, o distrito tem permitido que estudantes transgêneros usem os vestiários caso mudem em áreas privadas.

A acomodação resultou em um processo federal de um grupo de pais que se opôs à política, que foi retirada no início deste ano. Isso também gerou um processo em andamento no Condado de Cook de Nova Maday, uma ex-estudante transgênero que argumenta que a exigência de usar um vestiário particular é discriminatória.

Em uma decisão, a Comissão de Direitos Humanos de Illinois concluiu que um acordo semelhante do Lake Park Community High School District 108 em Roselle, que foi modelado na política do Distrito 211, negou a um estudante transgênero “acesso total e igual” aos meninos vestiário.

“O jogo final é a erradicação de todo o reconhecimento público das diferenças sexuais, o que significa que não há espaços privados para ninguém. Sem espaços privados para meninas e mulheres. Sem espaços privados para meninos e homens”, afirma o Illinois Family.

Fonte: Guiame
http://dlvr.it/RtTk2S

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Com quase 90% de vacinados, Israel se prepara para reabrir país ao turismo

Israel está perto de ter quase 90% de sua população imunizada com pelo menos uma dose da vacina contra a Covid-19. Com isso, o país está se preparando para reabrir sua economia, fortemente atrelada ao turismo.

A população também está voltando a frequentar eventos culturais, shopping centers, museus e academias, fazendo com que o turismo doméstico volte lentamente.

Toda a logística está baseada em esquema de crachá, sinalizados como roxo e verde. A entrada em hotéis, eventos culturais e esportivos, academias e estúdios, piscinas e centros religiosos é permitida apenas aos portadores do crachá verde.

Os elegíveis para o selo verde, emitido pelo Ministério da Saúde, estão pelo menos uma semana após a segunda vacina contra o coronavírus ou já se recuperaram da doença.

O crachá, com seu código QR único, deve ser apresentado em formato digital ou impresso, juntamente com a identificação, na entrada desses estabelecimentos.

Na fase atual do plano, os hotéis e alojamentos rurais estão abertos apenas para alojamento. As salas de jantar estão fechadas, mas o serviço de quarto é permitido. A entrada em hotéis também é permitida para crianças menores de 16 anos com teste de coronavírus negativo feito 48 horas após a chegada (isso porque as crianças não foram vacinadas).

Pontos turísticos

Os hotéis na área de resort do Mar Morto de Ein Bokek e Hamei Zohar são mais uma vez designados como uma área de ilha verde. Esta designação permite que os hotéis reabram totalmente, com todas as instalações, para portadores de crachá verde e crianças menores de 16 anos com um teste de coronavírus negativo feito dentro de 48 horas após a chegada.

O padrão do crachá roxo limita a participação e exige distanciamento social e uso de máscara (o que é obrigatório em Israel). Shoppings, mercados abertos, lojas de rua, museus, bibliotecas, zoológicos, atrações turísticas ao ar livre e safáris agora estão abertos de acordo com uma versão rigorosa do emblema roxo.

O local de esqui do Monte Hermon nas Colinas de Golan, que recentemente recebeu metros de neve, agora está aberto a todos os visitantes, com inscrição antecipada. Todas as reservas naturais e parques também estão abertos com inscrição antecipada e números limitados.

Próximas fases

A próxima fase do plano começará em 7 de março, enquanto as taxas de infecção continuarem diminuindo e mais pessoas forem vacinadas. Hotéis em todo o país poderão oferecer serviços completos, e atrações internas, salas de eventos e conferências serão abertas para portadores de crachás verdes. Cafés e pequenos restaurantes (que até agora oferecem apenas serviço de take away e delivery) poderão reabrir, de acordo com o crachá roxo.

Aeroportos e travessias de terra, no entanto, permanecem fechados até pelo menos 6 de março.

Sharon Bershadsky, diretora do Escritório de Turismo de Israel no Reino Unido, disse que “depois de uma longa pausa forçada, as vacinas Covid-19 estão sendo distribuídas em um ritmo rápido”.

“Ao fazer isso, Israel em breve não será apenas um destino atraente para turistas do Reino Unido e de todo o mundo – mas também um destino saudável”, explica.

“Estamos satisfeitos que o país esteja passando por uma facilidade de restrições de bloqueio, o que será considerado o primeiro passo para abrir o país mais uma vez para viagens internacionais. Estamos ansiosos para receber turistas em Israel assim que for seguro fazê-lo”, finaliza.

Fonte: Guiame
http://dlvr.it/RtPt6R