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Apoio dos jovens evangélicos a Israel cai pela metade em 3 anos, diz estudo

A taxa de apoio ao Estado de Israel entre os  evangélicos de 18 a 29 anos caiu em mais da metade entre 2018 e 2021 — de 69% para 33,6% — de acordo com um estudo apresentado na quinta-feira (17) na Universidade de Tel Aviv.

A pesquisa foi conduzida pelo Dr. Motti Inbari e Dr. Kirill Bumin, da Universidade da Carolina do Norte em Pembroke (EUA), entre 700 evangélicos com idades entre 18 e 29 anos. 

Houve também um aumento notável no apoio a um Estado palestino, segundo o estudo. Cerca de 44,7% dos jovens evangélicos apoiam o estabelecimento de um Estado palestino hoje, contra apenas 35% três anos atrás.

Por que a mudança? Em entrevista ao Jerusalem Post, o Dr. Motti Inbari disse que o motivo está ligado à forma como os jovens evangélicos percebem o conceito de justiça. “Os jovens evangélicos pensam que, de um ponto de vista justo ou cristão, eles deveriam desenvolver mais compaixão para com os palestinos”, explica.

Cerca de 59% dos jovens evangélicos disseram que apoiam Israel porque são religiosos: 39% disseram que vão à igreja diariamente e 18,4% lêem a Bíblia todos os dias. No entanto, a maneira como interpretam a Bíblia é diferente de seus pais e avós.

De acordo com Inbari, na Bíblia pode-se “encontrar todos os tipos de justificativas para todos os tipos de posições”, e quando os entrevistados foram questionados por que escolheram apoiar Israel, os palestinos ou nenhum dos dois, a resposta geral foi: “porque sou cristão”.

Influência política 

Outro fator que tem influenciado a visão dos jovens evangélicos é o ambiente universitário. “Pode ser que a exposição a um clima de campus [anti-Israel] tenha criado essas mudanças”, avalia Inbari.

Ele também acredita que o clima político nos EUA pode ter desempenhado um papel nessa mudança. Entre os entrevistados, cerca de 40% disseram ser republicanos (de direita) e 50% democratas (de esquerda), o que significa que os jovens evangélicos estão se alinhando a uma pauta mais progressista.

“O que presumimos é que a presidência de Donald Trump criou um efeito contrário nos jovens evangélicos”, disse Inbari. “Eles viram seus pais e avós ao lado de Trump sem reservas, e isso criou um efeito oposto entre os jovens. Se opor a Trump seria como uma rebelião juvenil”.

Entre os jovens evangélicos que disseram apoiar os palestinos, quase metade (48,4%) afirma que os motivos são políticos.

O único ponto de concordância entre evangélicos mais jovens e mais velhos, segundo o estudo, é quando se trata do reconhecimento de Jerusalém como capital de Israel — cerca de 72% dos jovens evangélicos dizem que Jerusalém deve permanecer a capital indivisível de Israel.

Embora o estudo de 2018 tenha incluído evangélicos de todas as idades e mostrado que o apoio geral a Israel entre os evangélicos permaneceu em 75%, o estudo atual não inclui outras faixas etárias.

A pesquisa foi apresentada na Universidade de Tel Aviv como parte de uma conferência universitária chamada “A americanização da direita israelense”.

Fonte: Guiame
http://dlvr.it/S242PJ

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Dubai tem a primeira exposição sobre o Holocausto no mundo árabe

A exposição ‘We Remember’ no Museu do Cruzamento de Civilizações (‘The Crossroads of Civilizations’), em Dubai, é a primeira sobre o Holocausto no mundo árabe, segundo os organizadores.

A mostra apresenta testemunhos em primeira mão dos sobreviventes do Holocausto. Levi Duchman, rabino da comunidade judaica dos Emirados Árabes Unidos, explica a importância do evento: “Houve um tremendo crescimento da vida judaica aqui nos Emirados Árabes Unidos, judeus que se mudam para cá vindos de Israel, dos Estados Unidos, da Europa. Como a comunidade continua crescendo, é muito importante para nós construirmos as fundações dela”.

Sobre o museu ter feito a exposição memorial do Holocausto, o rabino disse ainda que é “um lugar onde podemos trazer os nossos filhos, escolas ou comunidades diferentes para ver a história do povo judeu sobre o que passaram na Europa”.

Mais de seis milhões de judeus foram mortos pelos nazistas entre 1941 e 1945. Esta exposição visa recordar o que aconteceu durante o Holocausto e sensibilizar as mais de 200 nacionalidades que vivem no Dubai.

Árabes e muçulmanos

A exposição inclui também uma seção inteiramente dedicada a árabes e muçulmanos que ajudaram a salvar judeus: “Este é um dos maiores crimes contra a humanidade… é importante para nós. Temos galerias sobre tolerância e sobre as três religiões monoteístas, as religiões do Oriente Médio. Por isso, vemos isto como uma parte que tem de ser incluída nesta exposição. Queremos mostrar esperança e mostrar outras pessoas, muçulmanos e pessoas da região que ajudaram a salvar pessoas”, diz a diretora do museu, Yael Grafy.

“Claro que, se olharmos para a história da região, os judeus e os árabes viveram sempre muito próximos uns dos outros. Se olharmos para Marrocos, Tunísia, Líbia, Síria, Líbano etc., encontramos comunidades judaicas fortes e completas”, explica o rabino Duchman.

Imagens chocantes

Uma imagem em tamanho real de um jovem, o “Rapaz do Gueto de Varsóvia” rodeado por armas da guerra é a peça central da galeria. Outros destaques incluem as histórias de Selahattin Ülkümen – o diplomata turco que salvou os judeus de Rodes da deportação, e do Dr. Mohammed Helmy – um médico egípcio que salvou vários judeus da perseguição nazi em Berlim.

Yael Grafy conta a história desta personalidade: “Ele estudava em Berlim e lá permaneceu depois e durante a Segunda Guerra Mundial. Viu o que aconteceu com as pessoas que o rodeavam. Como muçulmano, porque o regime nazista não era só contra os judeus, decidiu salvar algumas famílias. E estas famílias, graças a ele, sobreviveram ao Holocausto”.

O rabino Duchman diz que “é muito emocionante quando passeamos pela exposição, pois vemos as diferentes imagens e lemos as diferentes histórias que aqui são expostas. Isto dá-nos um certo empoderamento, pois quando estamos construindo raízes fortes para os nossos filhos, para as gerações futuras, aprendemos a importância de trabalhar em conjunto com todas as pessoas, a importância da tolerância, da coexistência e de construir comunidades coesas em todos os Emirados Árabes Unidos, em toda a região e em todo o mundo. Precisamos de ter estes valores”.

Antissemitismo

À medida que o Oriente Médio se abre e avança para a normalização das relações, o fundador do museu, Ahmed Obaid Almansoori, acredita que o timing desta exposição é adequado.

“Ultimamente, tem havido incidentes ligados a um aumento do antissemitismo e do racismo no mundo. Por isso, penso que este é o momento certo para nós. E estando nos Emirados Árabes Unidos, temos um sistema, temos a cultura da união de solidariedade. As pessoas vêm para cá e não vêm pelo petróleo ou pelo dinheiro. Vêm porque se sentem em casa. As pessoas vêm de todo o mundo e nós vemos a beleza nas diferenças. Portanto, este é um lugar para onde as pessoas vêm, podemos aprender com a nossa experiência de união e exportar essa experiência”, diz.

Como o nome sugere, o Museu do Cruzamento de Civilizações foi criado para se concentrar nos valores da abertura e do multiculturalismo nas comunidades globais.

Fonte: Guiame
http://dlvr.it/S20nQC

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Autor de ‘Cinco Linguagens do Amor’ mostra como mudar o ambiente familiar em novo livro

Ser pai e mãe não é tarefa fácil. Ainda, manter a família unida, as crianças educadas, o cônjuge feliz e colocar “a casa em ordem” exige dose extra de força de vontade. Com a aproximação entre os casais, pais e filhos, durante o isolamento social, o convívio familiar se pôs a prova. Alguns descobriram uma ótima relação, já outros, perceberam que precisam de uma reforma interior para evitar futuras crises.

Ao pensar em soluções para as famílias que desejam implementar uma nova cultura familiar, o best-seller Gary Chapman e a escritora Shannon Warden lançam o livro Faça você mesmo: Guia prático para reformar sua família. Publicado no Brasil pela Editora Mundo Cristão, a obra traz ferramentas eficazes para que esposas, maridos, pais e mães possam reestruturar os sentimentos.

Para isso, Chapman e Warden contam vivências pessoais e apresentam passo a passo como usar as ferramentas certas para implementar estratégias de conexão e melhoria do equilíbrio emocional das famílias. Veja três dos 12 insights presentes na obra Faça você mesmo para melhorar a cooperação no lar e mãos à obra:

1. Edificar a gentileza

Meta de melhoria — demolir o egoísmo: o egoísmo na família também faz com que se sintam sufocados pela falta de tempo e de espaço. Por isso, o desenvolvimento da compreensão é importante para a melhoria, e a primeira ferramenta básica para incentivar as pessoas a colocarem em sua caixa de ferramentas para a reforma do lar é a gentileza.

2. Aumentar a gratidão

Meta de melhoria — diminuir o desrespeito: em algumas situações, o desrespeito é sentido no coração. A forma como escolhem reagir aos padrões de desrespeito vai aprimorar ou corroer os relacionamentos. Para proteger e melhorar as relações, é preciso cuidar dos familiares e valorizá-los, assim como se cuida dos pisos novos de uma casa.  Com isso em mente, é preciso acrescentar à caixa de ferramentas de melhorias do lar a gratidão. Por que a gratidão? As pesquisas têm demonstrado recorrentemente que a gratidão contribui para a saúde física e mental, para o aumento da satisfação de vida e para o fortalecimento dos relacionamentos.

3. Cultivar o amor

Meta de melhoria — remover a apatia: muitas famílias precisam lidar com a apatia, que é uma barreira mais comum e mais facilmente removível, se quiserem desfrutar de relacionamentos novos e aperfeiçoados. Se a família está lidando com as paredes da apatia em casa, Chapman incentiva: derrube essas paredes! Para isso, acrescente mais amor na caixa de ferramentas de melhoria no lar. Ao elevar o amor, as pessoas e os entes queridos serão capazes de aumentar o que se tornou um espaço emocional apertado entre eles. Nada de deixar o outro para fora! É hora de derrubar as dolorosas paredes do “eu não me importo”.

Onde comprar: Amazon e loja online da Mundo Cristão

Sobre os autores

Desde a década 1970, o Dr. Gary Chapman vem investindo no estudo de como potencializar a alegria, satisfação e compreensão quando se trata de relacionamento humano. Autor do celebrado best-seller As cinco linguagens do amor, traduzido para 32 idiomas, Chapman acredita que “o amor não depende exclusivamente das emoções”. Amor é o que você faz e diz, não apenas o que você sente”.

Shannon Warden é professora de aconselhamento na Piedmont International University, em Winston-Salem, Carolina do Norte. É casada com Steven, com quem tem três filhos.

Fonte: Guiame
http://dlvr.it/S1xN7c

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Psicopata de chacina no DF sacrificou vítima em ritual satânico

Os investigadores da Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) estão investigando as circunstâncias macabras que envolvem o assassinato de Cleonice Marques de Andrade, de 43 anos, uma das vítimas da chacina que vitimou o marido e os dois filhos da mulher, numa chácara no Incra 9, em Ceilândia (DF), na última quarta-feira (9).

O psicopata Lázaro Barbosa de Sousa, de 32 anos, autor da chacina que está foragido, teria sacrificado Cleonice em um ritual satânico. As equipes de busca formadas pela coalização de forças de segurança encontraram mechas de cabelo cortadas e uma orelha arrancada num ritual às margens do córrego de uma mata, próxima ao local do crime.

No cerrado, os policiais também encontraram, perto de um riacho, vários objetos que foram utilizados na cerimônia satanista. O criminoso havia distribuído os mesmos apetrechos em dois acampamentos montados por ele durante seus dias de fuga.

Nas buscas feita na casa que a mãe de Lázaro morava, numa área rural da região chamada Girassol, foram encontrados altares e tigelas de barro com dinheiro e cachaça. Os policiais também presenciaram pentagramas desenhados no chão e uma cruz invertida, o mesmo cenário visto em dois dos esconderijos do psicopata.

Segundo a Polícia Militar de Goiás (PMGO), Lázaro afirma estar possuído por um demônio e que “vai levar o tanto de gente que puder”. A declaração foi feita a uma vítima de assalto que ele realizou em Goiás, no mês passado, de acordo com o oficial. Segundo o tenente Gerson de Paula, o assassino em série é integrante de uma seita. Há indícios de que o criminoso pratica os rituais satânicos desde a adolescência.

Força tarefa para busca

Uma força tarefa com mais de 200 policiais de Goiás e do Distrito Federal, que já dura oito dias, procura o suspeito dentro de matas e rios. A polícia faz buscas com drones, um helicóptero e plataforma de observação elevada, além disso, conta com a ajuda de cães e cavalos.

De acordo com o porta-voz da polícia Michello Bueno, o assassino em série é um “caçador nato”, dificultando a procura.

“Ele foi criado nessa região. Conhece cada detalhe. Além disso, ele é um caçador. Então, ele se esconde, dorme em cima das árvores. É um cara que tem uma expertise. Não é um bandido comum”, disse o porta-voz.

O secretário da Secretaria de Segurança Pública de Goiás, Rodney Miranda, explicou que a operação fechou um cerco de cerca de 10 km e criou barreiras nas estradas. E para proteger os moradores da região, são realizadas escoltas e 34 propriedades rurais em Goiás estão ocupadas pelas forças de segurança a fim de evitar ações de Lázaro.

Rodney Miranda também disse que o investigado segue um ritual para matar suas vítimas. “Ele leva para a beira do rio, manda tirar as roupas e uns ele acaba matando”, disse.

Em entrevista ao UOL News, o major Rio Branco, da Polícia Militar do DF, afirmou que Lázaro é considerado assassino em série e que “se é satânico, as forças de segurança são anjos de Deus” e irão capturar o suspeito.

Entenda o caso

Lázaro Barbosa, de 32 anos, é suspeito de matar uma família em Ceilândia, no Distrito Federal, e fugir para a região de Cocalzinho de Goiás. De acordo com informações divulgadas pelas secretarias de Segurança Pública de Goiás, Bahia e DF, o homem tem uma longa ficha criminal.

Ele é condenado por homicídio e por estupro, e suspeito de mais quatro assassiantos recentes, incluindo um ataque de golpes de machado a idosos. Lázaro já fugiu três vezes da prisão.

Depois de assinar a família em fazenda no Distrito Federal na quarta-feira (9), o criminoso, ainda no mesmo dia, invadiu outra fazenda em Ceilândia, rendendo o caseiro, o dono da propriedade e sua filha.

No sábado (12), Lázaro fugiu para Cocalzinho de Goiás, onde invadiu fazendas, atirou em quatro pessoas e colocou fogo em uma casa durante fuga da polícia, que havia chegado ao local. No dia seguinte, ele furtou um carro e o abandonou na BR-070, fugindo para uma mata.

Fonte: Guiame
http://dlvr.it/S1sK3k

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Boris Johnson cita Salmo ao ser questionado sobre sua fé: ‘O tolo diz que Deus não existe’

O primeiro-ministro do Reino Unido, Boris Johnson, citou um texto da Bíblia ao responder a um repórter sobre sua crença em Deus, durante a cúpula do G7 na Inglaterra.

O jornalista Robert Peston, da emissora britânica ITV, parabenizou Johnson por seu recente casamento na Catedral de Westminster e perguntou se ele é um católico praticante. Inicialmente, o premiê procurou não responder, dizendo: “Eu não discuto essas questões profundas, certamente não com você.”

O repórter então perguntou a Johnson se ele acredita em Deus. O primeiro-ministro britânico citou o Salmo 14:1: “Diz o tolo em seu coração: ‘Deus não existe’”, disse. “Eu vou te deixar com isso”.

A religião do primeiro premiê católico da Grã-Bretanha se tornou um problema político, já que, como seguidor do catolicismo, Johnson não pode mais enviar os nomes dos bispos da Igreja da Inglaterra para a Rainha Elizabeth. 

Em vez disso, o Lorde Chanceler Robert Buckland é quem enviará os nomes dos novos bispos da Igreja da Inglaterra à rainha.

Uma fonte anônima relatou ao Telegraph que a regra é “anacrônica”, já que um primeiro-ministro judeu ou muçulmano poderia nomear um bispo, mas não um católico. 

Polêmica na Igreja Católica

Embora Johnson tenha sido batizado como católico, ele se casou duas vezes na Igreja Anglicana antes de seu terceiro casamento com Carrie Symonds, de 33 anos, com quem tem um filho, nascido em abril de 2020.

A cerimônia foi oficiada por um padre católico, Daniel Humphreys, que batizou o filho do casal no ano passado.

Os casamentos e divórcios de Johnson e os filhos fora do matrimônio geraram polêmica devido à posição conservadora da Igreja Católica sobre essas questões.

A Igreja Católica Romana permite que os divorciados se casem novamente se os casamentos anteriores tiverem sido feitos fora da Igreja Católica. Os antigos casamentos de Johnson com Allegra Mostyn-Owen e Marina Wheeler não foram cerimônias católicas e, portanto, não são reconhecidos pela Igreja Católica.

O padre Mark Drew, da Igreja de São José em Penketh, disse à BBC que teve de dizer a casais católicos que estão se divorciando que não podem se casar novamente na Igreja Católica. 

“Eles têm a impressão — com ou sem razão — que a Igreja está aplicando padrões duplos e temo que esta decisão faça a Igreja parecer ruim”, disse Drew.

Christopher Lamb, correspondente da revista católica The Tablet, disse à BBC Radio 5 que o terceiro casamento de Johnson aponta que há uma lei para os ricos e poderosos e outra para todos os outros. 

“Haverá um sentimento que, por que algumas pessoas que são divorciadas têm permissão para se casar na igreja e outras não?”, ele perguntou. “Tem sido acolhedor para Boris Johnson, por que não para outros?”

Fonte: Guiame
http://dlvr.it/S1nTQM

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Nova lei deve acabar com os direitos de escolas cristãs na Índia

Cristãos e outras minorias religiosas no estado de Gujarat, no oeste da Índia, estão preocupados com uma nova lei estadual que, segundo eles, restringe seu direito de administrar suas instituições educacionais.

As minorias religiosas moveram ação conjunta no Supremo Tribunal do estado em 7 de junho buscando anular a Lei de Educação Secundária e Secundária Superior (Emenda) de Gujarat de 2021, que entrou em vigor em 1º de junho.

A nova lei praticamente retirou os direitos de todas as minorias religiosas garantidos na Constituição para estabelecer e gerir instituições de ensino, disse o secretário Teles Fernandes, do Conselho de Educação de Instituições Católicas de Gujarat.

Até agora, as instituições educacionais administradas pela igreja tinham o direito de nomear pessoal docente e não docente, incluindo o diretor. Eles também estabeleceram regras e regulamentos para a administração da instituição e para disciplinar os alunos e funcionários.

A nova lei diz que todas as instituições administradas por minorias que recebem ajuda financeira do estado devem nomear funcionários, incluindo diretores, de acordo com as normas do governo.

Governo decide

Todas as nomeações, diz a lei, serão feitas pelo governo por meio de seu Comitê Central de Recrutamento, que selecionará e nomeará funcionários em escolas de minorias de acordo com sua lista de mérito.

As instituições administradas pela Igreja selecionam principalmente católicos, frequentemente padres e freiras, como diretores de escolas para manter o caráter católico das instituições. Os líderes da Igreja dizem que a nova lei tirará a identidade cristã das escolas administradas pela Igreja.

A lei diz que as administrações escolares precisam confirmar as nomeações dentro de sete dias. Em caso de atrasos, ações punitivas serão tomadas contra a direção da escola, incluindo o cancelamento do registro da escola.

Lei pode se espalhar

Os líderes cristãos temem que todas as escolas estabelecidas pela Igreja acabem sendo administradas pelo Estado.

Eles suspeitam que se o governo de Gujarat tiver sucesso em tirar os direitos das minorias religiosas, a mesma lei será replicada em outros estados onde o partido pró-hindu Bharatiya Janata (BJP) dirige os governos.

Gujarat, onde o BJP está no poder há 26 anos, foi descrito como o laboratório de grupos hindus de direita e do BJP para experimentar suas políticas antiminoritárias que visam tornar a Índia uma nação de hegemonia hindu.

O estado também alterou sua lei anticonversão de 17 anos em abril passado, interpretando até mesmo uma bênção ou patrocínio da educação de uma criança como uma tentativa de conversão religiosa e um crime que pode ser punido com até 10 anos de prisão.

Fonte: Guiame
http://dlvr.it/S1jmR9

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Médico cristão é proibido de conceder tratamento que reverte aborto de mães arrependidas

Um médico cristão no Reino Unido foi proibido de conceder tratamento emergencial, que reverte abortos, para mães que tomaram pílula abortiva e se arrependeram.

O Dr. Dermot Keaney foi impedido pelo Medical Practitioners Tribunal Service, durante um ano e meio, de prescrever tratamento que salva vidas e atende o desejo desesperado de mães que querem manter a gravidez. Uma investigação sobre a postura profissional de Dermot está sendo realizada.

Keaney, que é membro da Associação Médica Católica, está estudando junto com seus advogados do Christian Legal Center, uma maneira de contestar legalmente a decisão da justiça.

“Há algo muito errado acontecendo quando um médico é proibido de salvar vidas de bebês em um momento em que nos dizem que devemos fazer de tudo para salvar vidas em resposta ao coronavírus. Essas mulheres estavam procurando ajuda urgentemente depois que os provedores de aborto fecharam a porta e disse que não havia esperança e nenhum caminho de volta depois de tomar a primeira pílula”, disse a executiva-chefe do Christian Legal Center, Andrea Williams, em entrevista ao World Net Daily.

A Christian Concern, uma organização de assistência jurídica pela liberdade religiosa, revelou a história de três mulheres que foram ajudadas pelo Dr. Dermot e que agora estão defendendo o médico e dando o seu apoio.

Como o caso de Laura, uma mulher que se arrependeu de ter tomado a pílula abortiva e procurou assistência médica, mas não encontrou quem concedesse o tratamento de reversão. Foi através de indicação de uma organização dos EUA, que Laura conheceu o Dr. Dermot conseguiu ajuda a tempo de salvar seu bebê.

“Eu não poderia estar mais feliz. Não acredito que o Dr. Dermot Keaney deva ser punido por me fornecer um serviço de que eu precisava desesperadamente e pelo qual serei eternamente grata. É por causa da ajuda dele que posso olhar para trás, para o momento em que tomei aquela pílula, sem ter que viver com dor e arrependimento pela decisão que tomei, pois agora tenho meu lindo filho”, declarou ao Christian Concern.

A organização também explicou que o tratamento de reversão de aborto é comum nos EUA, diferente do que acontece no Reino Unido, onde as muheres costumam ouvir que não há como reverter o processo abortivo, quando se tomou Mifepristone, que é a primeira das duas pílulas abortivas.

“O serviço de resgate de emergência é fornecido para mulheres que se arrependem de tomar a primeira das duas pílulas abortivas, Mifepristone, que geralmente mata o bebê, e querem tentar salvar sua gravidez. Usar o hormônio natural progesterona inibe os efeitos do Mifepristone, e as últimas evidências sugerem que a taxa de sucesso na reversão da pílula abortiva pode chegar a 68% se o tratamento for iniciado dentro de 72 horas”, explicou o Christian Concert.

O médico Kearney fornece este tratamento para mulheres que tomaram Mifepristone e se arrependem. Ele prescreve progesterona, que salva a vida do feto.

A Christian Concern também denunciou que o governo do Reino Unido introduziu um serviço de telemedicina para aborto domiciliar “faça você mesmo” durante a pandemia da Covid-19. O novo programa ocasionou um aumento no número de mulheres que se arrependem de ter tomado Mifepristone e procuram ajuda urgente para reverter o procedimento, mas não encontram assistência médica.

Fonte: Guiame
http://dlvr.it/S1jk3K

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Médica é severamente criticada ao dizer que ‘é normal crianças de 4 anos se masturbarem’

Uma postagem da médica Ana Escobar teve grande repercussão em sua conta no Instagram logo após a famosa pediatra publicar um texto com o título “A masturbação infantil é natural e saudável”.

“Os pais não devem inibir nem reprimir, mas é claro, que vivemos em um mundo com regras de convivência social. Se os pais percebem que a criança está se masturbando em público devem distrair a atenção da criança para outro fato sem reprimi-la fazendo com que pare espontaneamente”, escreveu a pediatra.

A médica concluiu dizendo que os pais “podem conversar com o filho e deixar claro que pode se masturbar, mas de preferência em seu quarto. A conversa deve ser tranquila e não deve taxar a masturbação como um ato proibido.”

Repercussão

Palavras como “desserviço”, “absurdo” e “incentivo” permearam as centenas de comentários.

Uma seguidora escreveu: “Um verdadeiro ABSURDO! Um mal que vem desestruturando psicologicamente tantas pessoas, agora querem sugerir a crianças. Triste.”

Carol Dias, esposa do ex-jogador da Seleção, Kaká, sinalizou sua reprovação em forma de emoji simulando vômito.

Uma mulher aproveitou para criticar a sociedade: “Com todo respeito, a senhora está fazendo um desserviço à sociedade, que convenhamos já não anda grande coisa…”.

Rede Globo

Uma postagem cita a Rede Globo, emissora da qual a pediatra é consultora: “Mais uma peça da Rede Globo… ‘deixar a criança se descobri’”. Francamente…”.

A psicóloga Marisa Lobo fez um longo comentário em resposta à postagem, e destacou: “Criança não tem que se masturbar, doutora. Tem que brincar”.

Um homem pediu comprovações à médica: “A Sra. poderia apresentar os estudos que comprovam a sua tese? A Sra. fez estudo prático em pacientes e tem resultados para compartilhar? Pois eu, como homem e alguém que lembra muito bem da infância, achei este post uma das coisas mais absurdas que já li nos últimos tempos! Onde já se viu?”.

Segundo a advogada e colunista do Guiame, Patrícia Alonso “pior do que essa afirmação foi ler que a referida ‘especialista’ ainda ‘orienta’ as mães a ensinar os filhos a não terem tal prática em público, mas que seja feito em casa dentro das quatro paredes.’

Cristã, a advogada diz que os “conceitos morais conservadores tais como castidade, fidelidade, lealdade, respeito, no foco destes pseudocientistas não são conceitos válidos.”

Em artigo exclusivo para o Guiame, onde fala sobre a postagem da pediatra Ana Escobar, Patrícia Alonso alerta: “Se você está assustado com essas ‘pseudociências’, prepare-se porque elas estão chegando em forma de lei (PL 10.562/2018; PL 4769/2019; PL 567/2020; PL 5588/2020; PL 10.182/2018; PL 10.712/2018; PL 699/2011; PL 7569/2014; PL 9671/2018; PL 10402/2018) e, infelizmente, o nosso Congresso Nacional não está preparado para o debate, portanto, depois de aprovadas, cara leitor, não adiantará chorar.”

Fonte: Guiame
http://dlvr.it/S1cWly

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Morte de líder do Boko Haram é confirmada e Igreja prevê mais perseguição como resultado

O militante islâmico radical, Abubakar Shekau, conhecido como líder do grupo extremista Boko Haram, teve sua morte confirmada pela facção rival ISWAP, que é filiada ao Estado Islâmico. 

Por várias vezes, o governo da Nigéria alegou ter matado Shekau. Nos últimos anos, sua morte foi anunciada cinco vezes. A mais recente foi em 2015, quando teria sido abatido numa ofensiva pelas forças chadianas, o que o próprio líder negou pouco tempo depois através de uma mensagem de áudio.

Sobre a morte de Abubakar Shekau

O líder do Boko Haram suicidou-se durante um confronto com militantes jihadistas do Estado Islâmico na África Ocidental [ISWAP], segundo um áudio do grupo obtido pela agência de notícias France Presse [AFP], duas semanas depois de virem a público várias notícias sobre a sua morte.

A morte de Shekau é um marco significativo na insurgência islâmica na Nigéria, que em 12 anos já matou mais de 400 mil pessoas e deixou cerca de dois milhões de deslocados no nordeste do país, conforme a DW.

 O Boko Haram ainda não comentou oficialmente a morte do líder, enquanto o exército nigeriano afirmou que já está investigando as alegações. “Shekau preferiu ser humilhado no além do que ser humilhado na Terra. Matou-se instantaneamente, detonando um explosivo”, disse a voz que parece ser do líder do ISWAP, Abu Musab Al-Barnawi, na língua Kanuri. O áudio, que não tem data, foi cedido à AFP pela mesma fonte que enviou mensagens do grupo anteriormente.

 “Estamos tão felizes”, disse a voz, descrevendo Shekau como “um grande causador de problemas, perseguidor e líder destruidor da nação”.

 “Shekau era visto pelo Estado Islâmico como causador de divisão por causa de seus ataques aos muçulmanos, enquanto o alvo preferido do ISWAP são os cristãos”, afirmou o analista da Portas Abertas na África Subsaariana.

 A Igreja prevê mais perseguição

Falando sobre as implicações da morte do líder do Boko Haram, o analista afirma que “não é uma boa notícia”. Primeiro porque as pessoas esperavam que ele fosse preso e levado a julgamento. “Muitos agora podem lamentar a perda de uma oportunidade de justiça para as milhares de vítimas”, explicou.

Segundo porque o ISWAP [grupo que provocou a morte de Shekau] tem acesso a um grande número de armas, combatentes e território, o que é muito perigoso para a Igreja. 

“Mas o Boko Haram é um dragão com muitas cabeças, por assim dizer. Assim como quando o fundador, Malam Yusuf, morreu, o grupo não desapareceu, alguém assumirá o lugar de Shekau e buscará continuar suas atividades”, disse.

“A igreja está prevendo mais pressões como resultado disso. Há uma expectativa de que o ISWAP incorpore membros das facções de Shekau. O ISWAP tem muitos membros treinados do Norte da África, cuja presença no país aumenta os ataques violentos e assassinatos brutais de líderes e membros da igreja”, também comentou um pesquisador cristão. 

“A comunidade local no Nordeste, Centro-Norte e até mesmo no Sul da Nigéria podem ser alvo do grupo extremista, onde temos evidências de que em alguns casos eles se infiltraram e se camuflaram como militantes fulanis”, concluiu.

Fonte: Guiame
http://dlvr.it/S1XrFz

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Juiz federal anula lei que permite aborto na Argentina

Na segunda-feira (7) o juiz federal Alfredo Eugenio López, titular do Juizado Federal n.º 4 de Mar del Plata na Argentina, assinou uma medida cautelar que suspende a lei que permite o aborto no país. A Lei 27.610 havia sido aprovada em 15 de janeiro deste ano, autorizando o aborto até a 14ª semana de gravidez.

O juiz López justificou a decisão, afirmando que a Constituição do país “defende a vida desde a concepção. Não me oriento por subjetividades, eu aplico a lei”. Alfredo se baseou nos tratados internacionais que o Estado argentino aderiu, como a Convenção sobre os Direitos da Criança e o Pacto de São José de Costa Rica, que estão contemplados na Constituição da Argentina.

A suspensão da Lei do aborto é uma resposta ao pedido do advogado Héctor Adolfo Seri, ex-candidato político e vinculado a Igreja Católica. 

A ministra das Mulheres, Gêneros e Diversidade, Elizabeth Gómez Alcorta, reagiu à decisão do juiz federal, afirmando em sua conta no Twitter que o “Estado Nacional apelará a decisão, com a certeza que não a norma não só é legítima democraticamente, mas possui uma solidez convencional inobjetável”.

Fonte: Guiame
http://dlvr.it/S1T0HZ