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“Os evangélicos não estão preocupados com a agenda de costumes”

O pastor Silas Malafaia, entrevistado pelo Estadão, disse que a agenda religiosa não é a prioridade para os evangélicos:

“Jair Bolsonaro foi eleito pelo discurso de combate à corrupção e ao crime organizado, para enxugar a máquina. As prioridades são emprego, violência, desburocratização. Não é a agenda religiosa. Não é preciso forçar a barra, vai acontecer naturalmente (…). Os evangélicos não estão preocupados com a agenda de costumes. O evangélico também está desempregado, toma tiro no assalto, está desesperado.”

O Antagonista

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Brasil deixará de ser “fonte de renda de ditaduras”, promete Bolsonaro

Jair Bolsonaro. (Foto: Bloomberg/Colaborador/Getty Images)

Na última semana, partidos de oposição e grande parte da mídia tradicional vem tecendo críticas à decisão do presidente Jair Bolsonaro em estabelecer regras novas para a continuidade do programa Mais Médicos. A decisão de romper o acordo foi do governo de Cuba, que não aceitou os termos.

Basicamente, Bolsonaro pedia que os profissionais de saúde recebessem o salário integral – parando de enviar a maior parte para o regime comunista da Ilha – e se submetessem ao revalida, processo usual para quem é formado em outro país e deseja exercer a profissão no Brasil.

Nesta segunda-feira (19), o capitão reformado deu um novo recado à nação. Em seu perfil oficial no Twitter, escreveu: “Para voltarmos a crescer como nação precisamos fazer valer nossa soberania e nossas leis. Devemos respeitar o mundo todo, mas também ser respeitados. Seremos um Brasil amigo, mas que tem seus valores e princípios básicos”.

Em seguida, assegurou que “O Brasil paraíso de criminosos e fonte de renda (sic) de ditaduras desumanas deverá dar lugar ao Brasil cujo brasileiro e as pessoas de bem serão nossa maior prioridade”.

No acordo firmado por Dilma Rousseff, o Ministério da Saúde paga um salário de R$ 11.520 por profissional. Porém, os contratados cubanos recebem cerca de R$ 3.000. A diferença fica com o governo de Cuba. Esse “convênio” resultou num pagamento de R$ 7,1 bilhões, entre os anos de 2013 e 2017.

Falcatruas
O posicionamento nas Relações Exteriores do novo governo marca posição como o antagonismo do que vinha sendo praticado desde o primeiro mandato de Lula. O Brasil enviou bilhões de reais para ditaduras estrangeiras – como Cuba, Venezuela, Nicarágua Angola e Guiné – através de negociações do BNDES que trouxeram grande prejuízo aos cofres públicos.

O diplomata Ernesto Fraga Araújo, futuro ocupante do Itamaraty, afirmou que o Brasil “não ficará de quatro diante das ditaduras. Ressaltando que o país “terá os pés no chão” em sua nova política externa, avisou ainda que “fará um “exame minucioso” dos acordos assinados pelo ex-ministro Celso Amorim, chanceler durante de 2003 a 2010, “em busca de possíveis falcatruas”.

Fonte: Gospel Prime

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Bancada evangélica terá interlocutor junto a Bolsonaro

Onyx Lorenzoni. (Foto: EBC)

Durante seus mandatos como deputado federal, o presidente eleito Jair Bolsonaro tinha proximidade com a Frente Parlamentar Evangélica (FPE), votando junto com o grupo em muitas pautas.

Agora que Onyx Lorenzoni, um dos membros da bancada, será o futuro ministro da Casa Civil, a FPE manifestou apoio oficialmente ao parlamentar.

Em nota oficial, assinada pelo seu presidente pastor Takayama (PSC/PR), a Frente diz ter “total confiança no excelente trabalho que o deputado tem realizado” e vê nele “um interlocutor do mais alto nível junto ao novo Governo da República”.

A FPE, que reúne cerca de 100 membros, destaca que o atual Ministro Extraordinário da Coordenação do Gabinete de Transição tem “mantido contato permanente com os parlamentares, promovendo as articulações necessárias para a construção de um novo Brasil”.

Lorenzoni, que é luterano, exerce mandato como deputado federal há 15 anos, sendo considerado um dos mais influentes do Congresso. Alvo de críticas desde que foi anunciado como ministro por Bolsonaro, ele protagonizou um episódio inédito no ano passado, quando admitiu ter recebido dinheiro de Caixa 2 para sua campanha e decidiu “devolver” o montante fazendo doações para a caridade. O processo contra ele no STF foi arquivado.

Gospel Prime

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Itamaraty no governo Bolsonaro deve ser pró-Israel e anticomunista

Imagem: Valter Campanato/Agência Brasil

O presidente eleito Jair Bolsonaro apresentou Ernesto Araújo como novo Minstro das Relações Exteriores durante uma coletiva de imprensa nesta quarta-feira (14), em Brasília. O capitão aproveitou para reforçar que, ao contrário do que especula a mídia, não mudou de ideia sobre a mudança da embaixada brasileira para Jerusalém.

Em seguida, em um rápido pronunciamento, Araújo declarou que se faz necessário que o Itamaraty “traduza numa política efetiva, numa política em função do interesse nacional, de um Brasil atuante, feliz e próspero”. Como tem sido comum, as críticas às escolhas de Bolsonaro vieram de todos os lados. Não só do Partido dos Trabalhadores, que reclamou de suas políticas extremamente conservadoras, mas sobretudo de veículos da grande imprensa.

O motivo é simples: o histórico de Araújo mostra que ele é simpatizante do governo de Donald Trump e está ciente que o radicalismo muçulmano é um perigo. Em vários textos assinados pelo novo chanceler em seu site pessoal, o Metapolítica, ele mostra ser um cristão praticante.

Na apresentação, descreve-se da seguinte forma: “Tenho 28 anos de serviço público e sou também escritor. Quero ajudar o Brasil e o mundo a se libertarem da ideologia globalista. Globalismo é a globalização econômica que passou a ser pilotada pelo marxismo cultural. Essencialmente é um sistema anti-humano e anticristão. A fé em Cristo significa, hoje, lutar contra o globalismo, cujo objetivo último é rompe romper a conexão entre Deus e o homem, tornado o homem escravo e Deus irrelevante. O projeto metapolítico significa, essencialmente, abrir-se para a presença de Deus na política e na história.”

Funcionário de carreira do Itamaraty, Araújo atuava como diretor do Departamento dos Estados Unidos, Canadá e Assuntos Interamericanos. Recentemente, aos 51 anos foi promovido à diplomata de primeira classe, alcançando o topo de sua carreira.

Os escritos do novo ministro “horrorizaram” a mídia porque ele fazia fortes críticas ao PT, que chamou de Partido Terrorista. Também é categórico em seus posicionamentos. Em uma longa análise da postura de Trump, assegurou: “O inimigo do Ocidente não é a Rússia nem a China, não é um inimigo estatal, mas é sim principalmente um inimigo interno, o abandono da própria identidade, e um inimigo externo, o islamismo radical”.

Ao anunciar a indicação de Araújo por meio de sua conta no Twitter, Bolsonaro escreveu: “A política externa brasileira deve ser parte do momento de regeneração que o Brasil vive hoje”. A ruptura com Cuba esta semana e a conhecida opinião do futuro mandatário do país sobre os regimes comunistas são indícios de o quanto as coisas devem mudar.

A partir de janeiro de 2019 será possível ver, de fato, as mudanças que há muito se espera na postura brasileira nas relações exteriores. O rompimento com a história recente, de submissão às agendas globalistas da ONU e o apoio às propostas de países islâmicos, sobretudo contra Israel, devem ser um passo importante na construção de uma nova imagem do Brasil no exterior.

Que venha a regeneração!

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Marco Feliciano pede que mídia “deixe Bolsonaro em paz”

Marco Feliciano e Jair Bolsonaro. (Foto: Lula Marques/Agência PT)

Aliado de primeira hora do presidente eleito Jair Bolsonaro, o deputado federal Marco Feliciano (Pode/SP) está insatisfeito com a maneira como a grande mídia vem tentando fazer o que chama de “terceiro turno” das eleições.

Assim como aconteceu durante a campanha eleitoral, a maneira como muito do que Bolsonaro e seus aliados fazem e falam é representado negativamente pelos principais órgãos de comunicação do país.

“Os meios de comunicação de massa têm um imenso poder de disseminação de ideias próprias de alguns que se acham iluminados de portadores das verdades absolutas”, aponta Feliciano. O parlamentar destacou dois casos recentes de como há uma distorção clara dos fatos.

O primeiro foi “Amor e Sexo”, apresentado por Fernanda Lima. “Em uma das últimas apresentações ela vociferou críticas ferozes e mentirosas ao presidente eleito Jair Bolsonaro. Sua fala denotava um ódio escancarado e uma falta de respeito à maioria do povo brasileiro, entre eles muitos de seus espectadores, numa linguagem de revolucionário clandestino, como se estivesse falando de alguma caverna do Afeganistão”, destaca o deputado paulista.

Ele vê uma ligação do que aconteceu no programa de auditório da rede Globo com o que foi veiculado pela Folha de São Paulo esta semana. “Deparei-me com um artigo ‘Polarização pelo Avesso’, escrito pela senhora Milly Lacombe, roteirista do programa ‘Amor e Sexo’, onde a autora faz defesa de sua pupila uma armadilha intelectual onde divaga numa ficção que chama de ‘lógica invertida’”, aponta.

Segundo Feliciano, de fato há uma lógica invertida em ação, mas não é como a esquerda afirma. “Estão tentando instituir o terceiro turno nas eleições, mas só o que estão conseguindo é se exporem ao ridículo. Assim, despenca a audiência desses nefastos programas, muitas das vezes patrocinados, direta ou indiretamente com dinheiro do contribuinte”, avalia.

O parlamentar faz ainda um pedido para que a mídia tendenciosa “Deixe Bolsonaro em paz, ele representa o Brasil novo”, acrescentando que é preciso parar esse clima de divisão que foi implantado no país. Afinal, se o governo foi bem-sucedido, toda a população ganha com isso.

Gospel Prime

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Paulo Guedes não disse que vai taxar igrejas evangélicas

Paulo Guedes. (Foto:Marcello Casal Jr/Agencia Brasil)

A mensagem falsa de que Paulo Guedes, futuro ministro da Economia do governo de Jair Bolsonaro, irá taxar igrejas evangélicas circula desde o fim da eleição. Durante a corrida eleitoral foi o presidenciável João Amoedo que afirmou concordar com a taxação dos templos.

Entre os muitos anúncios sobre o futuro governo, nos últimos dias voltou a circular essa acusação contra o economista. Existem mais de uma versão do texto que, em suma, diz: “Paulo Guedes falou agora na GloboNews que as igrejas vão ter que pagar imposto”.

Em algumas versões há uma data para a declaração: 30 de outubro, dois dias após a eleição de Bolsonaro à Presidência.

Uma das versões inclusive tenta fazer uma associação com o nazismo, prática comum dos inimigos políticos de Bolsonaro. “Repete Hitler e os eleitores judeus”, afirma o texto. “Tal qual Hitler, depois de receber 61% dos votos judeus que o ajudaram a ser eleito em 1935.”

Programa não existiu
Não houve entrevista de Guedes no dia 30 de outubro no canal pago Globonews onde o assunto teria sido tratado. Também não existe registro em áudio ou vídeo do economista falando sobre essa possibilidade.

A assessoria de comunicação de Paulo Guedes classificou a notícia como “fake news”. Em nota, afirma: “É mentira a declaração que está sendo atribuída a ele, o futuro ministro jamais fez esta declaração”.

Além de falsificar uma declaração, o boato dissemina erros históricos, na tentativa de comparar Jair Bolsonaro e Adolf Hitler. O criador do nazismo não foi eleito em 1935. Nomeado chanceler pelo então presidente Paul von Hindenburg, Hitler não precisou de votos para chegar ao poder. Nem dos judeus nem dos outros alemães.

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Bolsonaro afirma em vídeo que participará da Marcha para Jesus de 2019

“Marcha para Jesus” surgiu na Inglaterra, em 1987. Seus idealizadores eram missionários e o objetivo declarado era reunir cristãos para louvar e interceder em público. Dentro de poucos anos, tornou-se um movimento que se espalhou por diversos países do mundo.

As marchas em São Paulo, que já chegaram a reunir mais de 5 milhões de pessoas em 2010 e 2011, são consideradas as maiores manifestações de evangélicos do mundo. Quando era deputado federal, Jair Bolsonaro, participou em duas ocasiões: no Rio de Janeiro (2015) e em São Paulo em 2018.

Em um vídeo que está viralizando nas redes sociais, o presidente eleito afirma que estará presente na edição de 2019.

Gravado em maio deste ano, Bolsonaro aparece usando a camiseta oficial da Marcha. Ele diz: “20 de junho de 2019, com a presença de um presidente com toda certeza, vigésima sétima Marcha para Jesus”.

Alguns dizem que foi uma declaração profética, pois ele ainda não havia sido eleito presidente.

Falando sobre o evento em entrevista à Rede Gospel, Bolsonaro afirmou: “A importância de eventos como esse é nos aproximarmos, cada vez mais, de Deus. É a pregação dos valores familiares. É a luta contra o aborto e contra as drogas. Enfim, é a base familiar sendo reforçada”.

Gospel Prime

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Cantora gospel Liz Lane, irmã de Eyshila causa bate-boca nas redes sociais com seguidoras

Irrmã de Eyshila Lis Lane – (Foto: reprodução)

Parece que o embate político ainda vai dar muito o que falar e não foi apenas a cantora Eyshila que aderiu a campanha de Bolsonaro com unhas e dentes. A cantora gospel Lis Lane, irmã de Eyshila, usou seu instagram para falar sobre a famosa resistência. Segundo ela, em sua história de vida que foi bastante esforçada. Disse não ter opção, senão correr atrás de seu sonhos e por isso alcançou suas vitórias pessoais.
A famosa irmã de Eyshila, Lis Lane, associou o termo resistência com o termo deficiência e bastou para que a cantora sofresse vários ataques nos comentários de seu post.

Muito diferente de Eyshila que é mais comedida, Lis Lane não tem papas na língua e respondeu a altura muitos comentários negativos. Uma seguidora chegou a questionar o porque dela estar entrando nesse mérito de resistência. Também cobrou novo trabalho e clip da cantora. Lis  sem pensar duas vezes, disse que se a seguidora quisesse bancar o que cobrou poderia fazer na hora e quando tivesse novidades ela avisaria. Curta e grossa.

Outra seguidora provavelmente de esquerda questionou a Lis Lane   usar o termo “deficiência intelectual” ser uma agressão aos que de verdade possuem essa condição. A cantora disse que jamais ousou ofender ninguém. Apenas disse que estava “cansada de mimimi” de pessoas que não quer fazer por merecer. Ainda foi mais longe,  disse ficam se escondendo atrás de ideologias de resistência e na verdade muitos são filhos de papai.

Leia na íntegra a postagem da cantora:
“Para mim que tive que começar a trabalhar como secretária em uma agência de automóveis aos 15 anos de idade não só para pagar meus estudos,mas também para ajudar meus pais que precisavam de mim,não foi difícil sair dessa cadeira de vítima e chegar onde estou hoje.É só levantar e subir a escada! Ps.Não estou falando aos que são realmente deficientes físicos mas sim aos que simplesmente optam pela deficiência intelectual e acreditam que realmente podem ser resistência porque não tem a mínima disposição de pagar nem um teto para viver ou a comida que comem. Hoje aos 41 anos ainda tenho forças para me levantar dessa cadeira e subir essa escada!”,concluiu a cantora.

obuxixogospel

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O que é ideologia de gênero

Ideologia de gênero. (Foto: Getty Images)

Falar em ideologia de gênero, hoje em dia, é muito comum. Mas você sabe o que significa realmente esse termo? A palavra “ideologia” foi usada pela primeira vez (1801) pelo filósofo Antoine Destutt de Tracy, mais conhecido como conde de Tracy. Ele foi líder da Escola Filosófica dos Ideólogos e a palavra idéologie quer dizer “ciência das ideias”.

Na época, porém, o termo se aplicava às ideias expressas através da Revolução Francesa, logo, tinha uma conotação política. Com o tempo, a “ideologia” passou a descrever pejorativamente o conjunto de ideias dentro dos mais variados grupos. Isso até chegar ao nosso tempo, quando tantas ideologias são discutidas.

Gênero, por sua vez, quer dizer “espécie”. Para a ciência, o termo gênero passou a ser sinônimo do “sexo biológico dos indivíduos”. Originalmente, existem dois sexos: masculino e feminino. E há dois gêneros: homem e mulher.

A ideologia de gênero propõe que o ser humano tenha a liberdade de criar novas identidades de gênero e de escolher qualquer uma delas, desde que se sinta à vontade com essa escolha. Lembrando que, dentro desse “universo de ideias” muitas ciências foram desprezadas, como biológicas, genéticas, sociológicas e até mesmo históricas.

Judith Butler. (Foto El País)

Criadora da ideologia de gênero
A filósofa americana Judith Butler é a figura mais associada ao campo de estudo da identidade de gênero. Ela é autora do livro “Problemas de gênero: feminismo e subversão da identidade”, de 1990. Essa obra é considerada uma das mais importantes para as feministas contemporâneas.

Butler praticamente mudou o conceito de gênero, afirmando ser um tipo de performance culturalmente construída, múltipla e passível de mudanças. Ela prega que as pessoas devem experimentar todo tipo de experiência sexual. A lésbica e militante LGBT, esteve no Brasil em 2015 e 2017 e não foi bem recebida. Entre protestos foi chamada de “bruxa” e “falsa acadêmica”.

Movimento LGBT
Essa nova ideologia da sexualidade humana foi expressa publicamente através do movimento LGBT (lésbicas, gays, bissexuais e transexuais ou transgêneros), na década de 80. Ativistas acreditavam que só o termo gay não era suficiente para descrever a comunidade.

A sigla LGBTQ foi registrada em 1996 para incluir o “queer” – aqueles que se acham “estranhos” e questionam sua identidade sexual. Existe ainda a sigla LGBTQI para os que consideram os intersexuais. E a mais recente, LGBTQIA que convida os “assexuais” ou simpatizantes para o movimento.

Isso pode ficar mais confuso? A resposta é sim. Atualmente no Brasil, existem 70 identidades de gênero.

Faz parte dessa lista as mais estranhas formas de relacionamento, incluindo o pansexual, indivíduo que se relaciona com “tudo e todos”. A educadora Damares Alves fez um alerta para a possibilidade de a zoofilia e a pedofilia se tornarem normais com esse ativismo.

O que é identidade de gênero?
De acordo com os adeptos desse movimento ideológico “é como a pessoa se identifica na sociedade”. Depois de homem e mulher, existem outras 70 “identidades inventadas”. Cada uma dessas identidades inspira novo estilo, comportamento, modo de vestir, corte de cabelo, linguajar. Cirurgia para troca de sexo também é uma opção de mudança.

Conheça algumas:
Transgênero – conhecido como “guarda-chuva”, se identifica com todos os gêneros, menos o masculino e o feminino.
Pangênero – aquele que possui gêneros demais para contar, por isso se relaciona com tudo e todos.
Cisgênero – se identifica com seu gênero biológico.
Gênero Fluido – muda de gênero conforme o momento.
Demigênero – pode ser apenas parte de uma das identidades.
Andrógine – mescla os gêneros homem e mulher.
Quoigênero – quem não entende o gênero que sente.
Bigênero – que possui dois gêneros ao mesmo tempo.
Horogênero – gênero que muda de tempos em tempos.

Doutrinação nas escolas
Esse debate se intensificou com a estruturação do Plano Nacional de Educação (PNE), em 2014. A proposta do Ministério da Educação (MEC) era incluir temas relacionados com a identidade de gênero e sexualidade nos planos de educação de todo o país.

A prova do Enem deste ano apresentou fortes tons ideológicos e foi alvo de críticas tanto de alunos como de educadores.

Para os defensores da ideologia de gênero essa inclusão é uma forma de diminuir o preconceito e de promover a igualdade entre as pessoas. A maioria da população, porém, encarou essa ideia como uma “desconstrução dos valores familiares” e “doutrinação esquerdista” dentro das escolas e universidades.

A bancada evangélica pretende acabar com essa doutrinação dentro das escolas. E o presidente eleito, Jair Bolsonaro, já declarou que se depender dele, a ideologia de gênero vai deixar de existir.

Gospel Prime

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Magno Malta rifado até entre evangélicos

Foto: Reprodução

Magno Malta está sendo rifado por parte da bancada evangélica.

Um deputado do grupo disse que o senador não os representa.

“A frente não aceita ser representada por ele no governo Jair Bolsonaro.”

Nos disparos de fogo amigo, um integrante da bancada diz até que Malta não se reelegeu senador no Espírito Santo porque perdeu o apoio de eleitores evangélicos depois que “feriu princípios cristãos ao romper o casamento e se casar com uma cantora evangélica que também rompeu seu casamento”.

Fonte: oantagonista

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