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Famílias cristãs são forçadas a passar por rituais de ‘reconversão’ ao hinduísmo, na Índia

A cerimônia conhecida como “Ghar Wapsi” marca a volta de pessoas que haviam deixado o hinduísmo à sua fé antiga. Porém há relatos de que cristãos têm sido forçados a se submeterem a estes rituais. (Foto: Indian Express)

Na semana passada, um popular jornal da Índia relatou que mais de 25 famílias que haviam se convertido ao cristianismo voltaram ao hinduísmo. Conforme a publicação, essas famílias haviam sido “atraídas ao cristianismo por meio de dinheiro e outros benefícios, como acesso gratuito a unidades de saúde”, mas foram reconvertidas por seus vizinhos em suas aldeias.

Ao saberem da notícia, colaboradores da Missão Portas Abertas entraram em contato com pastores locais para terem mais informações e souberam que, na verdade, apenas quatro famílias cristãs se reconverteram ao hinduísmo, e não quase 30, como foi noticiado pelo jornal.

As famílias foram pressionadas pela sociedade e também por familiares a renunciarem publicamente sua fé cristã e passarem pela cerimônia de “Ghar Wapsi”, um ritual que marca o retorno de uma pessoa ou grupo ao hinduísmo.

Uma das vítimas do processo de reconversão explicou que só se submeteu ao ritual devido à pressão que sofreu, mas que em seu coração, não renunciou a fé cristã.

“Em nossos corações ainda pertencemos a Jesus. Temos sido pressionados por nossos familiares e membros de grupos extremistas hindus a realizar esse ritual de Ghar Wapsi para deixar o cristianismo. Nós fomos ameaçados de sermos expulsos da aldeia e de sermos brutalmente torturados”, disse.

Embora o número de famílias reconvertidas ao hinduísmo pareça pequeno, a prática do Ghar Wapsi ganha cada vez mais força e conta com o apoio da mídia local.

Esta é uma forma bem atual de perseguição aos cristãos na Índia, praticada por extremistas hindus, os quais invadem reuniões cristãs (estudos bíblicos e cultos), prendem pastores e forçam cristãos aos rituais de reconversão.

Muitos pastores presos injustamente, sob acusação de “ludibriar os fiéis com falsas promessas” para atraí-los ao cristianismo. Muitos templos e igrejas domésticas acabaram sendo fechados por causa desta ameaça prevalecente.

GuiaME

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Jovem cristã impede que homem cometa suicídio: “Deus te ama, tudo vai ficar bem”

“Deus tem um propósito para todos nós. Eu acredito nisso, por isso decidi ajudá-lo” testemunhou a jovem. Foto: Reprodução

Uma jovem cristã de 23 anos impediu que um homem se atirasse de uma ponte na cidade de Clearwater, na Flórida. De acordo com a imprensa local, Nicole Oyola ofereceu um abraço ao sujeito, que, comovido, mudou de ideia sobre o suicídio e desceu da beirada da ponte.

“Eu comecei a conversar com ele. Eu disse a ele ‘você tem seu valor, você é bom o bastante. Eu não sei o que você está passando no momento, mas eu te amo assim como Deus te ama, tudo vai ficar bem’”, explicou Nicole em entrevista ao canal Fox 13.

Assim que viu o rapaz parado na ponte, a jovem decidiu encostar para prestar ajuda, acreditando que aquilo se tratava somente de um problema com o carro dele. Segundo ela, o homem aparentava ter 20 anos e precisava de ajuda psicológica.

Após entender o que estava acontecendo, Nicole chamou a polícia, que rapidamente chegou a passou a conversar com o homem também. De acordo com a emissora, um dos policiais rezou junto com o rapaz antes de tirá-lo da ponte.

“Ele olhou para mim depois de conversarmos, ele começou a chorar e eu disse que gostaria de lhe dar um abraço. Logo depois ele veio em minha direção em segurança”, continuou a garota.

“Deus tem um propósito para todos nós. Eu acredito nisso, por isso decidi ajudá-lo. Se eu estivesse passando por uma situação dessa, acredito que eu também gostaria que alguém parasse para falar comigo também,” completou.

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Família de missionário morto a flechadas perdoa tribo

Missionário John assassinado pelos índios e um dos pescadores que o levou para ilha (Reprodução Instagram)

O missionário norte-americano John Allen Chau, morto a flechadas ao entrar em uma ilha da Índia onde habita uma tribo indígena não alcançada pelo homem, ainda não teve seu corpo resgatado pelas autoridades.

A ilha Sentinela do Norte, no arquipélago de Andamã e Nicobar, é proibida para estrangeiros. Porém, o jovem de 27 anos decidiu levar o evangelho aos nativos.

Em um comunicado publicado no Instagram de Chau, a família afirmou que ele “amava Deus, a vida, ajudar quem precisa e não tinha nada além de amor pelos Sentineleses. Nós perdoamos os responsáveis por sua morte”. Eles também pediram na postagem que as sete pessoas presas por ajudarem o missionário a chegar à ilha sejam soltas.

 Imagem rara da tribo indígena na praia da ilha (Reprodução Internet)

Seus familiares admitem que o missionário “se aventurou por conta própria e seus contatos locais não precisam ser perseguidos por suas ações”.

Segundo a polícia, o corpo dele foi arrastado pelos indígenas com a ajuda de uma corda presa ao pescoço e abandonado em uma praia. Os pescadores viram o cadáver, mas não conseguiram recuperá-lo. O resgate ainda deva levar alguns dias.

O missionário estava ligado à organização cristã International Christian Concern (ICC) e já havia participado de missões em outras localidades.

Canoa usada pelo missionário para chegar na ilha [Foto feita pelo próprio John] (Reprodução Instagram)

Gospel Prime

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China condena pastor a sete anos de prisão por entrar com Bíblias no país

O pastor John Sanqiang Cao estava fazendo uma viagem da China para Mianmar quando agentes de segurança o prenderam alegando que ele estava levando Bíblias. (Foto: Reprodução).

O pastor John Sanqiang Cao foi condenado à prisão, na China. Segundo Jay Sekulow, conselheiro-chefe da ACLJ, ele foi injustamente atacado por causa de sua fé cristã, além de ter sido condenado a sete anos de prisão.

Cao está preso há mais de 20 meses, segundo a CBN News. Em março de 2017, Cao e um amigo usaram uma jangada de bambu para atravessar da China para Mianmar. Ele tinha feito a viagem muitas vezes antes de levar suprimentos e comida para o país.

No entanto, desta vez, agentes de segurança o prenderam quando ele chegou na China, dizendo que ele estava levando Bíblias para o país.

“Meu pai, sendo um ministro cristão, sabia no que estava se metendo e muitas vezes se orgulhava do risco de um dia se tornar um mártir por suas crenças”, disse Ben, filho de Cao, à CBN News no início deste ano.

Homem de Fé

Cao tornou-se cristão aos 20 anos e frequentou o seminário em Nova York. Ele é casado e tem dois filhos. Sua casa permanente é ele Carolina do Norte.

Ele trabalhou na China Central e do Sul por mais de 20 anos, ajudando a fundar escolas bíblicas e fornecendo ajuda humanitária. De acordo com o ACLJ, ele ajudou a construir cerca de 16 escolas que atendem cerca de 2 mil alunos.

“O pastor John não deveria passar mais um dia naquela horrível prisão simplesmente por causa de sua fé e por conta de seu desejo de ajudar os outros”, diz uma petição para sua libertação. “Estamos ativamente e agressivamente pedindo ao governo chinês que liberte o pastor John e permita que ele volte para casa nos Estados Unidos para se reunir com sua esposa e filhos”, finaliza.

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Venezuela entrará para lista de “patrocinadores do terrorismo”

Nicolás Maduro. (Foto: Divulgação / Fotos Públicas)

O jornal Washington Post divulgou que a administração Trump deverá adicionar a Venezuela à sua lista de Estados patrocinadores do terrorismo. Esta pode ser a maior investida do governo dos Estados Unidos contra o regime ditatorial de Nicolás Maduro.

A lista é reservada aos governos acusados de oferecer repetidamente “apoio a atos de terrorismo internacional”. Atualmente fazem parte dela Irã, Coreia do Norte, Sudão e Síria.

Parlamentares republicanos vêm pressionando pela designação, citando vínculos da Venezuela com o grupo terrorista libanês Hezbollah, as Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (FARC) e outros grupos.

Nos últimos dias, o Departamento de Estado pediu a opinião sobre o tema a várias agências, incluindo do Departamento de Saúde e Serviços Humanos (HHS), do Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC), que faz parte do Departamento de Saúde, e da Agência dos EUA para o Desenvolvimento Internacional (Usaid).

O governo Trump vem impondo sanções a várias pessoas próximas a Maduro, acusando a primeira-dama, Cília Flores, o ministro da Defesa, Vladimir Padrino Lopez, a vice-presidente, Delcy Rodriguez, e outros aliados de ajudar o líder socialista a “saquear” a riqueza da nação.

Adam Isacson, especialista em relações militares entre os EUA e países da América Latina, acredita que a designação de “terrorismo” pode gerar uma pressão por um boicote ao petróleo venezuelano.

Observadores internacionais não são unanimes sobre os efeitos da decisão de designar a Venezuela como um patrocinador estatal do terrorismo. A maioria acredita que isso poderia ser uma pressão útil contra o regime autoritário de Maduro, que levou o país ao caos econômico e social.

Ao mesmo tempo, há quem expresse preocupação de que isso seja usado como pretexto para uma intervenção militar. O presidente Donald Trump já aventou essa possibilidade algumas vezes.

Gospel Prime

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“Escola Sem Partido” avança na Alemanha

Professora e alunos. (Foto: Getty Images)

Houve um grande debate na Alemanha depois que sites com o nome Neutrale Schulen (Escolas Neutras, em português) foram abertos por um partido político de direita, no mês de setembro.

A iniciativa permite que estudantes denunciem professores que expressem sua opinião política durante as aulas. Além de Hamburgo, iniciativas semelhantes já existem em Berlim, Saxônia, Brandenburg e Baden-Württemberg.

A ideia é semelhante ao Escola Sem Partido (ESP), no Brasil, criado pelo advogado Miguel Nagib e apoiado pelo presidente eleito Jair Bolsonaro. No caso do ESP, um cartaz seria afixado em sala de aula para lembrar aos alunos sobre os “deveres” dos professores e do direito que eles têm de não serem “doutrinados”.

O que significa ser “neutro”
De acordo com a Central Nacional de Educação Política (lpb) da Alemanha, o requisito de neutralidade, adotado desde 1976 nas escolas do país, prevê em seus componentes básicos: “uma proibição da doutrinação e um preceito de apresentar fatos politicamente controversos de forma a capacitar os alunos a desenvolver o seu próprio julgamento sobre temas políticos”.

“Aparentemente, nem todas as diretorias escolares perceberam que a obrigação de neutralidade político-partidária na sala de aula não implica restrição da liberdade de expressão dos professores”, citou Kevin Kühnert, porta-voz de política escolar do Partido Social-Democrata em Berlim.

Em entrevista ao BBC News Brasil, Franz Kerker, membro do AfD no parlamento estadual de Berlim, afirmou: “Lançamos o site porque recebemos diversas reclamações de pais e estudantes sobre professores difamando o AfD como extremista ou mesmo nazista. Alguns até dão aos alunos informações erradas sobre nosso programa político”.

Oposição
Em reunião já no início de outubro, o presidente da Conferência dos Secretários de Educação e Cultura da Alemanha (KMK), Helmut Holter, criticou a iniciativa do partido “Alternativa para a Alemanha” (AfD, sigla em inglês). Com 92 cadeiras, esse partido tornou-se a principal força de oposição à coalização da chanceler Angela Merkel.

“Por razões atuais, nos posicionamos decididamente contra portais de internet em que alunos devam supostamente denunciar seus professores devido à alegada influência política”, afirmou Holter durante o encontro em Berlim. Para o político, isso seria péssimo para o clima escolar.

“Devido à nossa história é compreensível que AfD e outros partidos de direita estejam sendo observados. O AfD colabora de perto com alguns movimentos neonazistas. É correto que os professores sejam muito sensíveis em relação à extrema-direita”, disse Sybille Volkholz, que é especialista em educação e ex-senadora pelo Partido Verde para Escola.

Para a ministra alemã da Justiça, Katarina Barley, a denúncia organizada é um “instrumento das ditaduras”. Mas para o Afd, a iniciativa fortalece o discurso democrático e livre. “Queremos esclarecer de forma abrangente sobre a legislação que envolve o requisito de neutralidade”.

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Há 40 anos, seita do pastor Jim Jones cometia suicídio coletivo

Os corpos sem vida de centenas de membros da seita ‘Templo do Povo’, após um suicídio coletivo em 18 de novembro de 1978, na Guiana – AFP

Em 18 de novembro de 1978, 914 membros da seita americana “Templo do Povo” morreram na selva da Guiana, por vontade própria, ou vítimas de um dos mais dramáticos suicídios coletivos da História contemporânea.

Além da ação empreendida pelo “reverendo” Jim Jones sobre os fiéis, não houve nenhuma explicação deste salto para a morte cometido por centenas de homens, mulheres e crianças, a maioria americanos negros pobres, que deixaram a Califórnia para construir um mundo ideal na floresta.

Cinco anos antes da tragédia, Jim Jones, um quarentão que se apresentava como a reencarnação de Lênin, Jesus Cristo e Buda, decidiu transferir “a igreja” que fundou em San Francisco na ex-colônia britânica situada entre Suriname, Venezuela e Brasil.

Em um terreno de 10.000 hectares, fundou em 1973 “Jonestown”, uma “sociedade autenticamente socialista, por fim libertada de todo racismo, de todo machismo e de toda forma de discriminação contra os velhos”.

Baseada em uma mistura de cultura hippie e de vago socialismo, sua autoridade sobre seus discípulos é incontestável. Os ex-adeptos da seita falaram de drogas, de fome e de submissão sexual.

Jim Jones exigia que trabalhassem do amanhecer até o anoitecer seis dias por semana. E os submetia semanalmente a um estranho exercício, no qual deveriam beber e fazer que seus filhos bebessem um veneno falso. Para o líder, o suicídio era a única saída para guerra declarada pelo governo americano contra ele.

Foi nessa atmosfera de suspeitas que um membro do Congresso americano, Leo Ryan, desembarcou em 17 de novembro de 1978, por causa das denúncias dos pais dos “fiéis”. No dia seguinte, quando estava prestes a embarcar no avião, foi assassinado junto com três jornalistas por homens de Jim Jones.

– Seringas e veneno –

Jones convenceu seus fiéis de que Ryan era um agente da CIA e que “Jonestown” seria atacada por fuzileiros navais americanos. Um registro de 45 minutos encontrado perto de seu corpo revelou alguns detalhes noticiados pela AFP no dia 9 de dezembro de 1978.

“A fita magnética começa com a difusão de música religiosa e a reunião de fiéis […] Jones declara que a seita foi ‘traída’ e que não se recuperará do que ocorreu no aeroporto”.

“‘Não proponho que cometamos um suicídio, e, sim, um ato revolucionário’, afirmou, estimulando os adultos a administrar o veneno às crianças com seringas. ‘Na minha opinião, é preciso ser bom pelas crianças e pelos velhos e tomar a poção como faziam na Grécia Antiga, partindo tranquilamente’”.

“Uma mulher pede aos fiéis que formem fila. Começam a ser ouvidos choros de crianças. Jones demonstra, de repente, nervosismo: ‘Morra com dignidade. Não se desfaça deles em lágrimas. Deixe de histeria! Isso não é forma de morrer para os socialistas-comunistas’”.

“Muitas pessoas protestam. Uma mãe grita que aceita a morte, nas pede um indulto para seu filho”.

“A hecatombe termina em uma cacofonia de uivos e dor, grunhidos, gritos de crianças morrendo e protestos, misturados com o aplauso de fãs de Jones”.

Centenas de adeptos fugiram para a floresta. Alguns foram capturados e abatidos, ou obrigados a tomar o veneno.

Jones foi encontrado com uma bala na cabeça, sem que se saiba se alguém o matou, ou se ele se suicidou.

– Papagaios e gorila –

Enviado a “Jonestown” quatro dias depois, o jornalista da AFP Marc Hutten descreveu cenas dignas de um “filme de ficção científica, cujo tema seria o apocalipse, rodado em cenário exuberante, mas petrificado”.

“Do helicóptero […] via-se uma brusca eclosão de cores vivas, como um campo de flores. Eram as peças de algodão que as centenas de cadáveres vestiam”.

“As flores se transformaram em cadáveres, e seu cheiro, primeiro insidioso, torna-se nauseante. Somente os coveiros profissionais do Exército dos EUA avançam entre os corpos inchados”.

“De pé no meio dessa confusão de restos humanos, um poleiro, com dois papagaios que cantam como se nada tivesse acontecido. Além, uma imensa jaula de madeira em que jaz o cadáver de um gorila, o mascote do ‘pastor’ louco, com o crânio perfurado por uma bala. Outros animais morreram envenenados como seu dono, mas dois, ou três, cães ainda vagam pelos corredores do acampamento, com os rabos entre as pernas. […]”.

“Uma pequena ponte de madeira leva à casa que pertenceu ao líder espiritual. Dentro, dez corpos […] estirados em algumas camas, ou pelo chão, entre pilhas de livros e dossiês. […] O soldado guianense que nos acompanha diz: ‘Havia negros e brancos. Agora eles são todos negros’”.

Fonte: Istoé

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Pastor lança curso ensinando fiéis a fazerem “saques da conta bancária de Deus”

Pastor Creflo Dollar (Foto: Reprodução)

Creflo Dollar é um pastor que prega a teologia da prosperidade e lidera uma megaigreja de 30 mil membros. Por diversas ocasiões, esteve no centro de polêmicas por conta de sua abordagem heterodoxa da Bíblia Sagrada. Agora, ele está de volta às manchetes por vender um curso em que, supostamente, ensina os compradores a fazerem saques da conta bancária metafórica de Deus.

Dollar mantém uma plataforma de cursos de discipulado online, chamada Grace Life Academy, e através desse canal está oferecendo acesso a todos os seus vídeos, repetindo o formato da Netflix. Para atrair mais assinantes, a um custo de US$ 19 mensais, lançou um novo curso com o “saque da conta bancária de Deus”.

“Eu gostaria de aproveitar esta oportunidade para compartilhar um exemplo prático de como fortalecer sua vida com uma compreensão da mensagem de graça”, disse Dollar em um vídeo postado no YouTube. “Vamos usar um exemplo com o qual todos estão familiarizados. Você tem uma conta bancária. É necessário que você acesse os fundos da conta para pagar o jantar ou pagar por algo bom para você. Sabemos que para acessar a conta, você precisa de algumas coisas. Você precisa das informações da conta bancária ou do cartão do banco. Sem as informações da conta ou do cartão do banco, você não poderá acessar os fundos nele contidos “, contextualizou.

“Muitos de nós estamos vivendo nossas vidas com necessidades não satisfeitas, embora Deus já tenha nos dado acesso livre aos seus relatos celestes para fazer essas retiradas”, continuou o pastor televangelista, que usou a ilustração para sugerir que seus vídeos ajudarão as pessoas a entenderem melhor as palavras de Deus de uma maneira que lhes dará o acesso de que precisam para as provisões divinas.

“Esta mensagem de vida de graça é sobre fornecer-lhe o acesso que é a compreensão da palavra de Deus. Ouça, compreender a palavra de Deus permite que você receba todas as abundantes provisões, recursos e promessas que estão disponíveis através da obra de Jesus na cruz”, acrescentou.

Polêmicas

Creflo Dollar já esteve sob investigação do Senado dos Estados Unidos, que buscava compreender de que forma os televangelistas da teologia da prosperidade do país formavam fortunas.

Em 2012, por exemplo, o pastor chegou a ser preso por maus-tratos à sua filha adolescente. Em 2015, ocupou manchetes ao redor do mundo ao tentar convencer 200 mil pessoas a doarem US$ 300 cada uma para que ele pudesse comprar um novo e luxuoso jato do modelo Gulfstream G650, que custa US$ 65 milhões.

A campanha foi abandonada após a reação do público, mas a igreja que ele lidera comprou o jato alguns meses depois, com recursos de dízimos e ofertas, de acordo com informações do portal The Christian Post.

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a Bíblia, foi uma revelação profunda”, diz ex-feminista

Carolyn passou a fazer parte do movimento feminista na faculdade, mas entendeu a verdadeira identidade da mulher na Bíblia. (Foto: Reprodução).

Carolyn McCulley é autora, palestrante e cineasta. Hoje cristã, mas ela já teve seus passos dentro do feminismo. Carolyn conta sua história e diz que cresceu em uma época em que o feminismo de segunda onda era muito popular nos Estados Unidos.

“Era algo que fazia parte da cultura. Eu cresci acreditando que as coisas eram assim. Minha mãe me levava para a missa todos os dias, mas eu não tinha ouvidos para ouvir o Evangelho. Então, eu só me tornei cristã quando eu estava com quase 30 anos durante uma viagem para a África do Sul”, disse em entrevista ao site Voltemos ao Evangelho.

“Nesse ínterim, eu tive uma experiência em um ministério de jovens em que o pastor assediou as jovens mulheres. Então, eu o denunciei, eu causei polêmica na igreja e eu pensei: ‘acabou’. No meu entendimento, eu já tinha visto de tudo no Cristianismo, desde o catolicismo até uma forma anti-bíblica de pentecostalismo, e eu estava farta”, relatou.

Carolyn conta que foi nesse período que ela foi para a faculdade. “Comecei a me envolver com estudos femininos e eles me deram a ‘resposta’. Eles disseram: ‘O problema são os homens. O problema é o sistema. O problema é o patriarcado’, e eu acreditei”, disse.

“Eu tinha raiva, mas na verdade eu tinha uma vida boa. Eu não tinha motivos para estar estar com raiva. Só que isso era uma barreira na hora que você quer namorar um homem ao mesmo tempo em que tem raiva e fica dizendo que eles são o problema. Eles acabam não querendo chamar você para sair. Eu não ligava os pontos”, colocou.

Conversão

“Eu me tornei cristã aos 30 anos de idade e, quando eu fui em uma igreja que ensinava a Bíblia e cria na Bíblia, foi uma revelação profunda e eu passei a ter que reconciliar duas cosmovisões diferentes.

Carolyn expressou suas respostas em um livro que foi lançado no Brasil chamado “Feminilidade Radical”. “Como podemos entender o delicado equilíbrio entre a influência cultural, a perspectiva histórica e a autoridade bíblica quando se trata de nosso papel como mulheres no lar, no trabalho, na igreja e na cultura?”, questiona a autora.

Ela explica que de alguma forma as três ondas do feminismo impediram a visão de Deus para as mulheres, mas que é possível entender o caminho para se chegar a Deus “em meio à confusão radical de nossa cultura acerca da feminilidade”.

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Pastor orienta colegas de ministério a adotarem “regra Billy Graham” para evitar acusações de assédio

Os escândalos impulsionados por acusações de assédio sexual contra pastores levaram um líder cristão a encorajar os colegas de ministério a adotarem a “regra Billy Graham” em suas vidas, e assim, evitarem situações que podem se tornar problemáticas no futuro.

A “regra Billy Graham” é um termo que surgiu a partir do Manifesto de Modesto, quando o famoso evangelista se juntou outros pregadores em 1948 numa iniciativa para “evitar qualquer situação que tivesse a aparência de compromisso ou suspeita”, o que incluía um veto a encontros, reuniões, jantares ou qualquer outra circunstância em que ele ficasse sozinho com alguma mulher que não fosse sua esposa, Ruth.

Diante disso, o pastor Thom Rainer, presidente da entidade LifeWay Christian Resources, decidiu aconselhar os pastores a adotarem essa regra em suas vidas, mesmo que algumas pessoas ridicularizem a “regra de Billy Graham” como arcaica ou legalista. Segundo Rainer, os movimentos sociais que estão mobilizando mulheres a denunciarem comportamentos inadequados mostra que o princípio adotado pelo saudoso evangelista é “realmente sábio”.

Um caso que se encaixa nessa situação é o do pastor Bill Hybels, fundador da Willow Creek Community Church, uma das maiores congregações do mundo, sediada em Chicago. Ele foi acusado de se relacionar de forma constrangedora com as mulheres da igreja, incluindo funcionárias, e apesar de negar, decidiu renunciar ao posto de pastor-sênior para que o caso fosse esclarecido.

Rainer gravou uma mensagem em seu canal no YouTube, advertindo que se os pastores não entendessem os perigos de ficarem sozinhos com uma pessoa do sexo oposto, eles arriscariam arruinar suas vidas e suas igrejas – mesmo que nada de realmente desagradável acontecesse.

“Não poderia haver indício de impropriedade, exceto pelo fato de que você está sozinho, mas o que acontece se alguém vê você sozinho com [uma pessoa do sexo oposto] e tira conclusões?” questionou. “A Bíblia nos ensina a evitar a aparência de todo mal, não apenas para evitar o mal, e isso significa que não devemos nos colocar em qualquer posição, não apenas onde podemos ter tentações, ou podemos estar colocando alguém em uma posição comprometedora, mas também onde outros pudessem perceber dessa maneira”, explicou.

No vídeo, ele citou o exemplo de membro de sua igreja que entrou em contato para perguntar se havia problemas em fazer uma viagem de 10 minutos até o aeroporto no mesmo carro que uma colega. O pastor afirmou que até essa situação é comprometedora e que por isso os cristãos devem evitar viajarem sozinhos com pessoas do sexo oposto a todo custo.

“Você faz uma exceção e acaba de abrir a porta para outras exceções e, embora eu possa parecer um pouco legalista e arrogante […] Eu simplesmente tenho essa regra de ferro”, disse ele, acrescentando que dessa forma evita que se criem situações comprometedoras que “voltem para assombrar” no futuro.

Por fim, o pastor disse que até mesmo mudou as portas do escritório da entidade que dirige para garantir que tivessem janelas nelas, como forma de melhorar a visibilidade e a responsabilidade. “Não vamos ser estúpidos e preocupados porque estamos sendo um pouco cautelosos e talvez cruzando a linha para errar do lado da cautela. Vamos ser inteligentes”, disse ele, de acordo com o portal Christian Today.

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