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“Os evangélicos não estão preocupados com a agenda de costumes”

O pastor Silas Malafaia, entrevistado pelo Estadão, disse que a agenda religiosa não é a prioridade para os evangélicos:

“Jair Bolsonaro foi eleito pelo discurso de combate à corrupção e ao crime organizado, para enxugar a máquina. As prioridades são emprego, violência, desburocratização. Não é a agenda religiosa. Não é preciso forçar a barra, vai acontecer naturalmente (…). Os evangélicos não estão preocupados com a agenda de costumes. O evangélico também está desempregado, toma tiro no assalto, está desesperado.”

O Antagonista

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Caminhada evangélica reúne 100 pessoas na orla de Salvador

(Foto: Mauro Akin Assor / CORREIO)

Os participantes pediram amor e paz ao longo do trajeto
O circuito foi em outro lugar: do Rio Vermelho até Ondina. Tinha até trio elétrico e cordeiros, mas nada de músicas festivas. A Caminhada Evangélica realizada, em Salvador, nesta quinta-feira (15) reuniu cerca de 100 fiéis na frente do trio que tocava música gospel. É o 15º ano que a passeata acontece e é organizada pelo Centro Missionário Ágape, que fica na Baixa dos Sapateiros, em Salvador.

“Estamos louvando e agradecendo a Deus por nossas vidas. Agradecemos ao Senhor todo ano e todos os anos viemos para exaltar e louvar o nome dele. Há muito tempo reunimos igrejas cristãs de vários bairros para fazer essa passeata louvando Deus. Fazemos essa caminhada em outros lugares, já fomos em Cabo Verde, Paraguai, vamos para Guiné-Bissau. Vamos fazer o trabalho missionário lá”, destacou Givanildo Costa, 34 anos, que foi o “cordeiro” do bloco evangélico na frente do trio elétrico.

Fiel, Custódeo Ramos, que estava na caminhada, ia até a população que estava no caminho para entregar uma mensagem convidando o leitor a “deixar que Cristo habite a sua vida”. De acordo com ele, o grupo estava adorando a Deus e falando do amor divino. “Ele cura, ele liberta, ele é tudo na nossa vida”, disse.

Maiara Santos, 18, também fez questão de ir à caminhada pela primeira vez. Ela é da Igreja Batista e foi ao evento para ter um momento de comunhão com “os irmãos” para louvar o nome de Deus.

Dona Arlete Rosa, 58, esbanjava felicidade em estar ao meio da passeata. Ela afirmou estar agradecendo a Deus pelos seus feitos e pedindo paz, amor e alegria nos corações dos brasileiros.

Fonte: correio24horas

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Umbandistas pedem ao MP abertura de ação penal contra evangélicos por intolerância

Umbandistas foram recebidos pelo procurador Ricardo Ribeiro Martins Foto: Divulgação

O babalaô Ivanir dos Santos, interlocutor da Comissão de Combate à Intolerância Religiosa, deu entrada com uma representação criminal junto ao Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ) pedindo a instauração de ação penal para apurar responsabilidades criminal de integrantes da Igreja Ministério Redenção, no bairro do Barreto, em Niterói. O grupo é acusado pelos umbandistas de formação de quadrilha, perturbação de culto e intolerância religiosa.

No dia 2 de novembro, integrantes da Tenda de Umbanda Ogum Megê faziam um culto religioso no Cemitério de Maruí Grande, no bairro de Barreto, em Niterói, quando foram abordados por 30 evangélicos. O grupo que estava uniformizado interrompeu o culto aos gritos de “macumbeiros, capeta, macumbeiros têm que morrer”; tá amarrado em nome de Jesus”; “tem que expulsar porque é demónio; e “Queima eles Satanás”. Um deles desferiu um tapa na cabeça do dirigente umbandista Allan Hansen Rosa de Souza.

Segundo a denúncia feita ao MPRJ, durante encontro na última quarta-feira com o procurador-geral de Justiça interino, Ricardo Ribeiro Martins, a ação teria durado cerca de 30 minutos e foi assistida por 20 pessoas, além as vítimas. A sessão de humilhações e constrangimentos só foi interrompida após os umbandistas terem acionados guardas municipais.

—Não podemos permitir que nossa crenças ultrapassem o direito religioso do outro. A fé, o modo de culto, ou de expressar a religiosidade. A intolerância, a falta de alteridade e humanidade com outro, que crê e é diferente, são os grandes entraves para a construção de uma sociedade plural onde o respeito e a tolerância possam prevalecer — afirmou Ivanir dos Santos.

Segundo o babalaô, o procurador-geral de Justiça, Ricardo Ribeiro Martins, se comprometeu em agilizar e dar atenção para a investigação, e informou que iria encaminhar o caso para 6ª Procuradoria de Investigação Penal de Niterói da 2ª Central de Inquéritos.

Na denúncia, os umbandistas argumentam que a lei orgânica do município de Niterói prevê que nos cemitérios públicos da cidade são permitidas todas as confissões religiosas, bem como as práticas dos seus ritos. Além disso, a Lei 3.089 de 26 de junho de 2014 declara a umbanda como patrimônio imaterial daquele município.

Na página da igreja no Facebook há várias mensagens de repúdio contra a ação dos evengélicos. “Intolerância é o que vocês pregam, não tem um pingo de amor ao próximo, e respeito com as demais religiões”, postou uma internauta. “Péssimo! Intolerância religiosa é CRIME, espero que saibam disso! Difundem o verdadeiro significado do evangélico e afastam pessoas da sua própria religião por serem ignorantes”, escreveu outra.

O EXTRA não conseguiu localizar os responsáveis pela Igreja Ministério Redenção.

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Jojo Todynho “detona” críticos após ser flagrada cantando música gospel

Jojo Todynho detona críticos após ser flagrada cantando música gospel

O mundo gospel amanheceu sob ataque, dessa vez, foi a cantora Jojo Todynho quem roubou a cena, e deu uma baita lição de moral nos ditos “religiosos”.

A artista gravou uma serie de stories no Instagram, falando sobre um episódio em que algumas pessoas estavam criticando o fato dela ter aparecido cantando uma musica gospel na Internet.

Na ocasião, a música em questão é do cantor gospel Jairo Bonfim, por quem a cantora diz alimentar uma admiração incomensurável.

Criada em um berço evangélico, Jojo Todynho rebateu as criticas e usou a bíblia para tal. Ela citou um texto de Mateus 7, que fala sobre julgamento.

– Na bíblia diz; vinde a mim como estás, e tudo o que ha fôlego, louve! Na minha casa tem católicos, evangélicos e adeptos do Candomblé. Disse Todynho, para explicar a pluralidade de religiões em que cresceu.

Ela reclama da falta de tolerância e ataca duramente os seus críticos.

Assista:

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Paulo Guedes não falou que pretende taxar igrejas evangélicas

Paulo Guedes, futuro ministro do Superministério da Economia do governo de Bolsonaro

Em meio a diversos anúncios ministeriais do futuro governo presidencial de Jair Bolsonaro (PSL), uma mensagem divulgada na internet sugere que o futuro ministro do Superministério da Economia, Paulo Guedes, teria planos de acabar com a isenção tributária das entidades religiosas.

“Paulo Guedes falou agora na GloboNews que as igrejas vão ter que pagar imposto”, diz o texto, que sugere que as igrejas evangélicas seriam o principal alvo da mudança.

“Repete Hitler e os eleitores judeus”, afirma o texto. “Tal qual Hitler, depois de receber 61% dos votos judeus que o ajudaram a ser eleito em 1935”.

A suposta fala de Guedes teria sido dita em uma entrevista ao canal de TV a cabo no último dia 30 de outubro, dois dias após a eleição de Jair Bolsonaro (PSL) à Presidência.

Segundo uma apuração feita pelo UOL, a mensagem é falsa, assim como a montagem que a acompanha. O futuro ministro negou a proposta e nenhuma declaração sobre taxação de igrejas foi encontrada.

A assessoria de comunicação de Guedes desmentiu a autoria da mensagem e a classificou como “fake news”.

“É mentira a declaração que está sendo atribuída a ele, o futuro ministro jamais fez esta declaração”, afirmou a equipe, por meio de nota.

A reportagem também não encontrou a suposta entrevista para o canal GloboNews ou qualquer declaração de Guedes em que falasse em taxação de igrejas, sejam evangélicas ou não. Na verdade, desde 2016, quando foi batizado em Israel, Bolsonaro tem se aproximado dos evangélicos, grupo em que teve grande apoio eleitoral.

O futuro ministro da Economia, por sua vez, tem falado de suas propostas para a pasta aos poucos, como ao defender a aprovação da reforma da Previdência.

Além de disseminar uma declaração falsa, a mensagem também criou uma história com uma série de erros históricos para fazer a comparação entre Jair Bolsonaro e o ditador nazista Adolf Hitler.

O austríaco não foi eleito em 1935, como diz a corrente. Na verdade, Hitler foi nomeado chanceler (chefe do governo) alemão em janeiro de 1933, pelo então presidente Paul von  Hindenburg, que ganhou as eleições de 1932, quando Hitler ficou em segundo lugar. No mesmo ano, o Partido Nazista havia se tornado a maior força no Parlamento alemão.

O ditador só se tornou chefe de estado e de governo em agosto de 1934, quando Hindenburg morreu, e de lá não saiu, até se suicidar em abril de 1945, ao final da Segunda Guerra Mundial.

Portanto, Hitler nem chegou a ser realmente eleito presidente e, por isso, não poderia ter tido a maioria dos votos dos judeus em sua eleição.

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Paulo Guedes não falou que pretende taxar igrejas evangélicas

Paulo Guedes, futuro ministro do Superministério da Economia do governo de Bolsonaro

Em meio a diversos anúncios ministeriais do futuro governo presidencial de Jair Bolsonaro (PSL), uma mensagem divulgada na internet sugere que o futuro ministro do Superministério da Economia, Paulo Guedes, teria planos de acabar com a isenção tributária das entidades religiosas.

“Paulo Guedes falou agora na GloboNews que as igrejas vão ter que pagar imposto”, diz o texto, que sugere que as igrejas evangélicas seriam o principal alvo da mudança.

“Repete Hitler e os eleitores judeus”, afirma o texto. “Tal qual Hitler, depois de receber 61% dos votos judeus que o ajudaram a ser eleito em 1935”.

A suposta fala de Guedes teria sido dita em uma entrevista ao canal de TV a cabo no último dia 30 de outubro, dois dias após a eleição de Jair Bolsonaro (PSL) à Presidência.

Segundo uma apuração feita pelo UOL, a mensagem é falsa, assim como a montagem que a acompanha. O futuro ministro negou a proposta e nenhuma declaração sobre taxação de igrejas foi encontrada.

A assessoria de comunicação de Guedes desmentiu a autoria da mensagem e a classificou como “fake news”.

“É mentira a declaração que está sendo atribuída a ele, o futuro ministro jamais fez esta declaração”, afirmou a equipe, por meio de nota.

A reportagem também não encontrou a suposta entrevista para o canal GloboNews ou qualquer declaração de Guedes em que falasse em taxação de igrejas, sejam evangélicas ou não. Na verdade, desde 2016, quando foi batizado em Israel, Bolsonaro tem se aproximado dos evangélicos, grupo em que teve grande apoio eleitoral.

O futuro ministro da Economia, por sua vez, tem falado de suas propostas para a pasta aos poucos, como ao defender a aprovação da reforma da Previdência.

Além de disseminar uma declaração falsa, a mensagem também criou uma história com uma série de erros históricos para fazer a comparação entre Jair Bolsonaro e o ditador nazista Adolf Hitler.

O austríaco não foi eleito em 1935, como diz a corrente. Na verdade, Hitler foi nomeado chanceler (chefe do governo) alemão em janeiro de 1933, pelo então presidente Paul von  Hindenburg, que ganhou as eleições de 1932, quando Hitler ficou em segundo lugar. No mesmo ano, o Partido Nazista havia se tornado a maior força no Parlamento alemão.

O ditador só se tornou chefe de estado e de governo em agosto de 1934, quando Hindenburg morreu, e de lá não saiu, até se suicidar em abril de 1945, ao final da Segunda Guerra Mundial.

Portanto, Hitler nem chegou a ser realmente eleito presidente e, por isso, não poderia ter tido a maioria dos votos dos judeus em sua eleição.

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Igreja evangélica vai participar da Parada do Orgulho LGBT em SC

Para pastor Jota Macedo, heterossexual, a tentativa de barrar o evento parte de algumas igrejas evangélicas
A igreja Apostólica Acolhidos por Cristo, de Florianópolis, anunciou que estará na Parada da Diversidade de Balneário Camboriú, programada pra o próximo domingo (18).
A igreja, criada há dois anos, é fruto de um projeto desenvolvido em 1998, segundo contou o presidente da entidade, pastor Jota Macedo, para o Diarinho. Anteriormente fiel da Assembleia de Deus, deixou a denominação por não concordar com o posicionamento contrário ao público LGBT e por reconhecer que seu próprio entendimento também estava errado, o que o levou a criar o projeto de uma igreja inclusiva. “Hoje nós acolhemos a todos sem nenhuma discriminação”, comenta.
Para pastor Jota Macedo, heterossexual, a tentativa de barrar o evento parte de algumas igrejas evangélicas igreja
Para pastor Jota Macedo, heterossexual, a tentativa de barrar o evento parte de algumas igrejas evangélicas
Jota Macedo, que é heterossexual, ressalta que aceita todas as orientações sexuais e que inclusive a igreja conta com pastores gays. A entidade participou da última edição da Parada da Diversidade, em Florianópolis e agora surgiu a ideia de apoiar o evento também em Balneário.
Parada de Balneário Camboriú gera embate entre prefeitura e Justiça
Pelo terceiro ano consecutivo, a parada do orgulho LGBT de Balneário Camboriú (SC) precisa da ajuda da Justiça para acontecer. O evento na cidade só aconteceu em 2014, 2016 e 2017 por força de mandado de segurança.
O Ministério Público de Santa Catarina ajuizou na tarde da última sexta-feira (9) um mandado de segurança porque a Prefeitura da cidade, famosa pelas suas praias, proibiu o evento, assim como nos anos anteriores.
O pastor diz que vem acompanhando a polêmica pelas redes sociais. “Essa tentativa de barrar a parada é impulsionada pelas igrejas. O governo está voltado pra maioria e se esquecendo das minorias. Nós, como igreja, repudiamos essa atitude”, dispara.
Fonte: GayBlog

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Magno Malta rifado até entre evangélicos

Foto: Reprodução

Magno Malta está sendo rifado por parte da bancada evangélica.

Um deputado do grupo disse que o senador não os representa.

“A frente não aceita ser representada por ele no governo Jair Bolsonaro.”

Nos disparos de fogo amigo, um integrante da bancada diz até que Malta não se reelegeu senador no Espírito Santo porque perdeu o apoio de eleitores evangélicos depois que “feriu princípios cristãos ao romper o casamento e se casar com uma cantora evangélica que também rompeu seu casamento”.

Fonte: oantagonista

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